Entrar
Edição das 10:00 CETquarta-feira, 1 de julho de 2026
311 veículos · 17 idiomas702 briefing hoje
Esporteterça-feira, 30 de junho de 2026

Serena Williams perde no regresso a Wimbledon, mas adia despedida com batalha de três sets

Aos 44 anos e após quase quatro de ausência, a norte-americana caiu na primeira ronda frente a Maya Joint, de 20, por 6-3, 6-7(6) e 6-3, num duelo de 2h22 que a levou a salvar um match point e a forçar o terceiro set.

O regresso de Serena Williams aos singulares terminou com uma derrota no Centre Court de Wimbledon, mas não sem antes a antiga número um mundial recordar ao público a combatividade que a definiu. A australiana Maya Joint, 87.ª do ranking e 24 anos mais nova, impôs-se por 6-3, 6-7(6) e 6-3, num encontro em que a norte-americana de 44 anos salvou um match point no tie-break do segundo parcial e ainda liderou por 2-1 no set decisivo, antes de ceder quatro jogos consecutivos. A derrota, a terceira consecutiva na primeira ronda do torneio londrino, não apagou a ovação de pé com que o público despediu a sete vezes campeã do All England Club.

A partida, a primeira de Williams em singulares desde o US Open de 2022, expôs a ferrugem esperada de uma pausa de 1.397 dias, mas também lampejos do serviço potente que a tornou dominante. Joint, que nasceu em 2006 quando a adversária já somava sete títulos do Grand Slam, quebrou o serviço no oitavo jogo do primeiro set e fechou a manga em 35 minutos. No segundo parcial, a australiana abriu com uma quebra e teve um match point a 6-5 no tie-break, mas Williams respondeu com três pontos consecutivos, incluindo um winner, para forçar o terceiro set e incendiar a plateia. A vantagem inicial no set decisivo, porém, dissolveu-se perante a maior mobilidade e consistência da jovem adversária, que encerrou o duelo com 40 winners contra 26 da veterana.

Na perspetiva de observadores brasileiros, a atuação de Williams reacendeu o debate sobre a longevidade no ténis feminino de elite, ecoando o regresso de outras campeãs como Martina Navratilova, que em 2004 chegou à segunda ronda de Wimbledon aos 47 anos. A presença das filhas Olympia e Adira, do marido Alexis Ohanian e da irmã Venus na tribuna sublinhou o caráter familiar e simbólico da jornada, enquanto a imprensa europeia destacou a aura que ainda envolve a norte-americana, capaz de transformar um encontro de primeira ronda no momento mais aguardado do segundo dia do torneio.

A derrota não encerra a participação de Serena Williams em Wimbledon. A organização concedeu-lhe um wild card para o torneio de pares, onde voltará a alinhar ao lado de Venus, de 46 anos. A dupla, que conquistou seis títulos no All England Club, estreia-se ainda esta semana, prolongando uma história que, para já, adia qualquer despedida definitiva dos relvados londrinos.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

2 grupos editoriais · 10 idiomas

32%
TomTemperaturaFocoPosicionamentoHorizonte
Imprensa europeia continentalImprensa do Sudeste Asiático
Imprensa europeia continental/ Mediterrânea
PragmatismoDistanciamento

A mídia italiana enquadra o dia de Wimbledon como um teste para os seus próprios jogadores, com Berrettini, Paolini e Cobolli em destaque. O regresso de Serena Williams é registado como um acontecimento histórico, mas permanece em segundo plano, tratado com respeito e sem excessos emocionais.

Imprensa do Sudeste Asiático
TriunfoPragmatismo

A mídia do Sudeste Asiático celebra o regresso de Serena Williams através das palavras de Novak Djokovic, classificando a sua decisão como inspiradora. O foco está na dimensão lendária do gesto, num tom respeitoso e de admiração.

Amplie o olhar

Ler mais
Últimas notícias
Morre Victor Willis, a voz que fez do 'Y.M.C.A.' um gesto universal·Zaluzhnyi comunica a Zelensky que disputará presidenciais se forem convocadas·Sincronia cerebral e hábitos diários: o que a ciência revela sobre a cognição·Relatórios expõem escala da violência em Myanmar e na Nigéria: mais de 180 mil mortos·Rupia recua para perto de 18 mil por dólar com risco geopolítico e défice comercial·Multidão em festejos da Copa no México deixa mortos por asfixia na Cidade do México·Espanha regista mais de mil mortes por calor em junho e Europa bate recordes de temperatura·Ascensão socialista nas primárias democratas dos EUA chega ao Colorado com vitória de Kiros·Morre Victor Willis, a voz que fez do 'Y.M.C.A.' um gesto universal·Zaluzhnyi comunica a Zelensky que disputará presidenciais se forem convocadas·Sincronia cerebral e hábitos diários: o que a ciência revela sobre a cognição·Relatórios expõem escala da violência em Myanmar e na Nigéria: mais de 180 mil mortos·Rupia recua para perto de 18 mil por dólar com risco geopolítico e défice comercial·Multidão em festejos da Copa no México deixa mortos por asfixia na Cidade do México·Espanha regista mais de mil mortes por calor em junho e Europa bate recordes de temperatura·Ascensão socialista nas primárias democratas dos EUA chega ao Colorado com vitória de Kiros·
Atualizado 23:0610 idiomas · 26 veículos
26 veículos|10 idiomas|2 min de leitura
terça-feira, 30 de junho de 2026

Serena Williams perde no regresso a Wimbledon, mas adia despedida com batalha de três sets

Aos 44 anos e após quase quatro de ausência, a norte-americana caiu na primeira ronda frente a Maya Joint, de 20, por 6-3, 6-7(6) e 6-3, num duelo de 2h22 que a levou a salvar um match point e a forçar o terceiro set.

O regresso de Serena Williams aos singulares terminou com uma derrota no Centre Court de Wimbledon, mas não sem antes a antiga número um mundial recordar ao público a combatividade que a definiu. A australiana Maya Joint, 87.ª do ranking e 24 anos mais nova, impôs-se por 6-3, 6-7(6) e 6-3, num encontro em que a norte-americana de 44 anos salvou um match point no tie-break do segundo parcial e ainda liderou por 2-1 no set decisivo, antes de ceder quatro jogos consecutivos. A derrota, a terceira consecutiva na primeira ronda do torneio londrino, não apagou a ovação de pé com que o público despediu a sete vezes campeã do All England Club.

A partida, a primeira de Williams em singulares desde o US Open de 2022, expôs a ferrugem esperada de uma pausa de 1.397 dias, mas também lampejos do serviço potente que a tornou dominante. Joint, que nasceu em 2006 quando a adversária já somava sete títulos do Grand Slam, quebrou o serviço no oitavo jogo do primeiro set e fechou a manga em 35 minutos. No segundo parcial, a australiana abriu com uma quebra e teve um match point a 6-5 no tie-break, mas Williams respondeu com três pontos consecutivos, incluindo um winner, para forçar o terceiro set e incendiar a plateia. A vantagem inicial no set decisivo, porém, dissolveu-se perante a maior mobilidade e consistência da jovem adversária, que encerrou o duelo com 40 winners contra 26 da veterana.

Na perspetiva de observadores brasileiros, a atuação de Williams reacendeu o debate sobre a longevidade no ténis feminino de elite, ecoando o regresso de outras campeãs como Martina Navratilova, que em 2004 chegou à segunda ronda de Wimbledon aos 47 anos. A presença das filhas Olympia e Adira, do marido Alexis Ohanian e da irmã Venus na tribuna sublinhou o caráter familiar e simbólico da jornada, enquanto a imprensa europeia destacou a aura que ainda envolve a norte-americana, capaz de transformar um encontro de primeira ronda no momento mais aguardado do segundo dia do torneio.

A derrota não encerra a participação de Serena Williams em Wimbledon. A organização concedeu-lhe um wild card para o torneio de pares, onde voltará a alinhar ao lado de Venus, de 46 anos. A dupla, que conquistou seis títulos no All England Club, estreia-se ainda esta semana, prolongando uma história que, para já, adia qualquer despedida definitiva dos relvados londrinos.

Divergência das fontes

Esporte · 26 veículos · 10 idiomas

32%Média

Quanto as fontes relatam os mesmos fatos de maneira diferente.

Como se dividem

Favorável80%
Crítico20%

Como a mesma história é contada em outros lugares.

2 grupos editoriais · 10 idiomas

TomTemperaturaFocoPosicionamentoHorizonte
Imprensa europeia continentalImprensa do Sudeste Asiático
Imprensa europeia continental/ Mediterrânea
PragmatismoDistanciamento

A mídia italiana enquadra o dia de Wimbledon como um teste para os seus próprios jogadores, com Berrettini, Paolini e Cobolli em destaque. O regresso de Serena Williams é registado como um acontecimento histórico, mas permanece em segundo plano, tratado com respeito e sem excessos emocionais.

Imprensa do Sudeste Asiático
TriunfoPragmatismo

A mídia do Sudeste Asiático celebra o regresso de Serena Williams através das palavras de Novak Djokovic, classificando a sua decisão como inspiradora. O foco está na dimensão lendária do gesto, num tom respeitoso e de admiração.

Esta notícia apareceu em

26 veículos · 10 idiomas

Amplie o olhar

De Geopolitics & Politics

Trump avalia guerra total com Irão mas opta por prolongar negociações

7 idiomas · 19 veículos

De Economy & Markets

EUA não prorrogarão T-MEC, iniciando contagem regressiva de 10 anos para o acordo

3 idiomas · 12 veículos

De Technology

IA já afeta emprego de jovens graduados e criativos, mas desemprego geral permanece baixo

3 idiomas · 6 veículos

Ler mais