
Copa de 2026 chega às quartas com Argentina sobrevivente, adeus de Ronaldo e Neymar e Marrocos a desafiar a França
Depois de um dia sem jogos, os oito finalistas iniciam a corrida pelo título mundial com quatro duelos que opõem potências europeias, a campeã sul-americana e a seleção africana que volta a enfrentar os Bleus.
A noite de terça-feira em Atlanta empurrou a Copa do Mundo de 2026 para o seu primeiro dia de silêncio. A Argentina, campeã em título, esteve a onze minutos da eliminação diante do Egito, perdia por 2-0 e só se reergueu com um cabeceamento de Cristian Romero, um golo de Lionel Messi e um remate final de Enzo Fernández já nos descontos. Messi, que falhara uma grande penalidade no primeiro tempo, terminou a chorar no relvado. “Não queríamos que hoje fosse o fim”, disse o capitão, agora com oito golos no torneio, mais um do que Kylian Mbappé e Erling Haaland. Horas antes, em Vancouver, a Suíça eliminara a Colômbia nos penáltis (4-3) após 120 minutos sem golos, fechando os oitavos de final e confirmando o adversário dos argentinos.
A jornada anterior já tinha deitado abaixo outros gigantes. O Brasil, cinco vezes campeão, caiu perante a Noruega de Haaland (2-1), que marcou os dois golos e prolongou uma série de 14 jogos consecutivos a faturar pela seleção. No final, Neymar anunciou a despedida da equipa nacional, um golpe sentido na perspetiva de Brasília e que ecoou nas manchetes de São Paulo e do Rio de Janeiro. Portugal, com Cristiano Ronaldo a disputar o seu último Mundial, foi travado pela Espanha (1-0) num golo já no período de descontos, encerrando a carreira do capitão luso em Copas sem o troféu. Analistas em Lisboa sublinharam o contraste entre a solidez defensiva espanhola, que soma seis jogos consecutivos sem sofrer golos, e a incapacidade portuguesa de traduzir a posse de bola em ocasiões claras. Os três países anfitriões — Estados Unidos, México e Canadá — também ficaram pelo caminho, os norte-americanos goleados pela Bélgica (4-1) e os mexicanos derrotados por Inglaterra (3-2) num jogo em que os ingleses jogaram meia hora com dez homens.
As quartas de final arrancam esta quinta-feira em Boston com o reencontro entre França e Marrocos, reedição da meia-final de 2022 que os franceses venceram por 2-0. Os Bleus chegam com o ataque mais produtivo do torneio (14 golos) e Mbappé a um passo de se isolar como o melhor marcador da história das Copas, mas a imprensa africana recorda que Marrocos, campeão africano, já eliminou os Países Baixos nos penáltis e goleou o Canadá (3-0), sendo a primeira seleção do continente a atingir os quartos em duas edições consecutivas. Na sexta-feira, em Los Angeles, a Espanha defronta a Bélgica, que renasceu nos oitavos com uma exibição categórica diante dos EUA. No sábado, a Noruega de Haaland mede forças com a Inglaterra de Harry Kane e Jude Bellingham em Miami, enquanto a Argentina de Messi enfrenta a Suíça em Kansas City, no mesmo dia.
O alargamento para 48 seleções introduziu uma ronda extra e comprimiu o calendário, mas a pausa de quarta-feira respeitou o intervalo mínimo de três dias entre jogos. A partir de agora, todos os encontros decorrem em estádios nos Estados Unidos, com a final marcada para 19 de julho em Nova Jérsia. Seis das oito sobreviventes são europeias, um domínio que observadores sul-americanos atribuem à profundidade dos planteis, enquanto a Argentina tenta ser a primeira bicampeã desde o Brasil de 1962 e Marrocos procura manter viva a esperança de um primeiro título africano.
| Imprensa latino-americana | 0.00 | neutral |
|---|---|---|
| Imprensa africana subsaariana | +0.30 | aligned |
| Imprensa do Golfo árabe | +0.40 | aligned |
| Imprensa russa e CEI | 0.00 | neutral |
The tournament continues with the quarter-finals; Argentina is still in the race after a hard-fought match, but the focus is on the schedule and logistics.
A detached, informative tone is adopted, listing dates and times without emotional emphasis.
Morocco is the real threat to France; the 2022 rematch is the highlight of the quarter-finals.
An epic challenge narrative is built, emphasising Morocco's strength and the danger for France, using the phrase 'toughest test'.
Does not mention Argentina's hard-fought victory, focusing solely on the France-Morocco clash.
Morocco is the tournament's surprise and can beat France; the Arab world follows with pride.
Regional pride language is used, calling Morocco a 'surprise' and 'serious threat', and providing timings for the Gulf.
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The quarter-finals are simply listed; no analysis or comment.
The news is reduced to a list of pairings and dates, without any evaluation.
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