
Agentes de segurança mortos em operações no Brasil, Irão e México; suspeito morre em perseguição em Itália
Em incidentes distintos, um delegado federal foi baleado por um PM no Rio Grande do Sul, um major da polícia iraniana foi alvejado em Kermanshah e um guarda prisional foi assassinado em Hermosillo, enquanto um homem morreu ao colidir com uma viatura dos carabinieri em Pescara.
A violência contra forças de segurança e em contextos de ação policial marcou as últimas horas em diferentes continentes. No Brasil, o delegado da Polícia Federal Michel Brasil Saliba morreu na madrugada de sexta-feira (3) após ser atingido por disparos de um policial militar durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul. Segundo a Brigada Militar, o PM estava licenciado e teria reagido de forma instintiva ao arrombamento da porta, sem saber que se tratava de agentes federais. A Corregedoria acompanha o caso, e o militar foi preso em flagrante. A operação visava desarticular um esquema de contrabando de mercadorias vindas de Miami, com bloqueios judiciais que podem chegar a R$ 28 milhões.
No Irão, o major Mohsen Chehri, da polícia de Kermanshah, foi morto a tiro na noite de quinta-feira (2) quando a sua equipa se aproximou de um veículo suspeito durante uma patrulha. O centro de informação do comando policial da província informou que os ocupantes do automóvel dispararam contra os agentes e fugiram. As autoridades identificaram o atirador e mantêm as buscas. O episódio foi descrito por fontes oficiais como um ataque terrorista, sem que tenham sido divulgados pormenores sobre a autoria ou motivações.
No México, um guarda do Sistema Estatal Penitenciário de Sonora foi assassinado a tiro na tarde de quinta-feira (2) no centro de Hermosillo. A Secretaria de Segurança e Proteção Cidadã classificou o crime como um ataque direto. Testemunhas relataram que o agressor, que vestia capuz e camisa axadrezada, fugiu num automóvel Mazda. Até ao momento não há detidos, e a Procuradoria-Geral de Justiça do Estado abriu investigação. O homicídio ocorre menos de um mês depois de outro agente da polícia municipal ter sido morto na mesma cidade, enquanto respondia a uma denúncia de pessoas armadas.
Em Itália, um homem de 43 anos com antecedentes criminais, Massimo Ciarelli, morreu na noite de quarta-feira (1) ao embater frontalmente com uma viatura dos carabinieri durante uma perseguição na estrada estadual 16, perto de Pescara. Ciarelli, que estava em regime de semiliberdade, terá fugido a um controlo e conduzido em contramão, segundo a reconstituição dos militares. A família contesta a versão oficial e alega que a viatura terá tocado no motociclo, provocando a colisão. O Ministério Público de Teramo abriu um inquérito por homicídio rodoviário e aguarda os resultados da autópsia e das perícias aos veículos.
No Bangladesh, um homem de 63 anos, Hasan Sheikh, morreu na noite de quinta-feira (2) depois de ter sido agredido com armas brancas por um grupo em Rupsa, Khulna. O ataque terá sido motivado por uma suspeita de furto de uma carrinha de transporte de passageiros ocorrida dias antes. A polícia deteve um suspeito e registou uma queixa-crime apresentada pelo irmão da vítima. As investigações prosseguem em todos os casos, sem que haja, para já, conclusões definitivas sobre as circunstâncias exatas de cada episódio.
Como a mesma história é contada em outros lugares.
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Violence and clashes are presented as part of a conspiracy orchestrated by Israel and the United States against Iran. The narrative focuses on the figure of the martyred leader, turning every event into evidence of ongoing external aggression and the resilience of the Iranian people.
News of violence is treated as local crime stories, isolated and lacking international connections. Focus is on victims and immediate circumstances, without seeking political causes or global trends.
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