Entrar
Edição das 20:00 CETterça-feira, 30 de junho de 2026
311 veículos · 17 idiomas1681 briefing hoje
Esporteterça-feira, 30 de junho de 2026

Golo de Haaland aos 86 minutos coloca Noruega nas oitavas e no caminho do Brasil

Erling Haaland decidiu o jogo com um remate à queima-roupa, garantindo a primeira vitória norueguesa em eliminatórias de Mundiais e um duelo com a seleção brasileira em Nova Iorque.

O desfecho surgiu a quatro minutos do fim. Patrick Berg, lançado na área, serviu Erling Haaland, que, completamente desmarcado, apenas encostou para o fundo das redes. O golo, o quinto do avançado no torneio, fez explodir a bancada norueguesa em Arlington e selou o triunfo por 2-1 sobre a Costa do Marfim, garantindo à seleção nórdica um lugar nos oitavos de final do Mundial de 2026.

Até então, o jogo fora de equilíbrios sucessivos. A Costa do Marfim entrou melhor, com Nicolas Pépé e Yan Diomande a criarem perigo pelos flancos, mas foi a Noruega a inaugurar o marcador, aos 39 minutos, num momento de inspiração de Antonio Nusa: o extremo recebeu de Martin Ødegaard, fletiu para dentro e desferiu um remate em arco que só parou no ângulo superior. O golo acordou os nórdicos, que ainda ameaçaram o segundo antes do intervalo, com Haaland e Alexander Sørloth a ficarem perto do 2-0.

O segundo tempo trouxe uma Costa do Marfim mais agressiva. O guarda-redes Ørjan Nyland negou o empate a Pépé, mas a entrada de Amad Diallo, aos 60 minutos, mudou o rumo da partida. Primeiro, o extremo do Manchester United salvou uma bola em cima da linha de golo; depois, aos 74, combinou com Pépé, driblou dois adversários e rematou cruzado para o 1-1. O golo, o segundo de Diallo como suplente no torneio, reacendeu a esperança marfinense.

Contudo, a Noruega, que nunca vencera um jogo a eliminar em Mundiais (derrotas em 1938 e 1998), encontrou forças na sua referência ofensiva. Haaland, discreto durante largos períodos, apareceu no sítio certo para fazer história. Nyland ainda defendeu um livre perigoso de Diallo nos descontos, assegurando a vitória. Na perspetiva de Brasília, o resultado reaviva memórias de 1998, quando a Noruega, já eliminada, venceu o Brasil por 2-1 na fase de grupos, num jogo que muitos consideram o maior triunfo da história do futebol norueguês.

O próximo capítulo escreve-se no domingo, em Nova Iorque, diante de um Brasil que superou o Japão por 2-1. Para os noruegueses, será a oportunidade de repetir a proeza de há 28 anos; para os pentacampeões, a possibilidade de ajustar contas com um adversário que lhes é historicamente incómodo. A Costa do Marfim, por sua vez, despede-se com a sensação de que a noite poderia ter sido diferente, não fosse a frieza de Haaland.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

2 grupos editoriais · 4 idiomas

21%
TomTemperaturaFocoPosicionamentoHorizonte
Imprensa indiana e sul-asiáticaImprensa europeia continental
Imprensa indiana e sul-asiática
IroniaTriunfo

A partida é enquadrada como um duelo dramático em que a exibição deslumbrante de Amad Diallo quase roubou a cena, mas Erling Haaland deu a última risada, estragando a reação da Costa do Marfim e enviando a Noruega para enfrentar o Brasil. A narrativa enfatiza a injustiça do resultado para Diallo e o esforço marfinense, ao mesmo tempo que reconhece a qualidade decisiva de Haaland.

Imprensa europeia continental/ DACH+
DistanciamentoPragmatismo

Um relato conciso da vitória da Noruega por 2 a 1 sobre a Costa do Marfim, garantida por um gol tardio de Haaland após o empate de Diallo. O foco está exclusivamente no resultado e na próxima partida das oitavas de final contra o Brasil, sem floreios.

Amplie o olhar

Ler mais
Últimas notícias
Criança de três anos é resgatada com vida seis dias após sismos na Venezuela·Sismo de magnitude 6,1 atinge costa de Sinaloa, no México, sem registo de vítimas·A geração que adia o altar e busca pertencimento entre fusos horários·Paraguai elimina Alemanha nos pênaltis e faz história no Mundial 2026·EUA sancionam rede de ‘huachicol fiscal’ do CJNG e México bloqueia contas·Paraguai elimina Alemanha nos pênaltis e aprofunda crise alemã em Copas·Investidores abandonam gigantes tecnológicas e migram para fabricantes de chips·Alerta falso de sequestro em voo para Israel mobiliza caças de três países·Criança de três anos é resgatada com vida seis dias após sismos na Venezuela·Sismo de magnitude 6,1 atinge costa de Sinaloa, no México, sem registo de vítimas·A geração que adia o altar e busca pertencimento entre fusos horários·Paraguai elimina Alemanha nos pênaltis e faz história no Mundial 2026·EUA sancionam rede de ‘huachicol fiscal’ do CJNG e México bloqueia contas·Paraguai elimina Alemanha nos pênaltis e aprofunda crise alemã em Copas·Investidores abandonam gigantes tecnológicas e migram para fabricantes de chips·Alerta falso de sequestro em voo para Israel mobiliza caças de três países·
Atualizado 20:374 idiomas · 15 veículos
15 veículos|4 idiomas|2 min de leitura
terça-feira, 30 de junho de 2026

Golo de Haaland aos 86 minutos coloca Noruega nas oitavas e no caminho do Brasil

Erling Haaland decidiu o jogo com um remate à queima-roupa, garantindo a primeira vitória norueguesa em eliminatórias de Mundiais e um duelo com a seleção brasileira em Nova Iorque.

O desfecho surgiu a quatro minutos do fim. Patrick Berg, lançado na área, serviu Erling Haaland, que, completamente desmarcado, apenas encostou para o fundo das redes. O golo, o quinto do avançado no torneio, fez explodir a bancada norueguesa em Arlington e selou o triunfo por 2-1 sobre a Costa do Marfim, garantindo à seleção nórdica um lugar nos oitavos de final do Mundial de 2026.

Até então, o jogo fora de equilíbrios sucessivos. A Costa do Marfim entrou melhor, com Nicolas Pépé e Yan Diomande a criarem perigo pelos flancos, mas foi a Noruega a inaugurar o marcador, aos 39 minutos, num momento de inspiração de Antonio Nusa: o extremo recebeu de Martin Ødegaard, fletiu para dentro e desferiu um remate em arco que só parou no ângulo superior. O golo acordou os nórdicos, que ainda ameaçaram o segundo antes do intervalo, com Haaland e Alexander Sørloth a ficarem perto do 2-0.

O segundo tempo trouxe uma Costa do Marfim mais agressiva. O guarda-redes Ørjan Nyland negou o empate a Pépé, mas a entrada de Amad Diallo, aos 60 minutos, mudou o rumo da partida. Primeiro, o extremo do Manchester United salvou uma bola em cima da linha de golo; depois, aos 74, combinou com Pépé, driblou dois adversários e rematou cruzado para o 1-1. O golo, o segundo de Diallo como suplente no torneio, reacendeu a esperança marfinense.

Contudo, a Noruega, que nunca vencera um jogo a eliminar em Mundiais (derrotas em 1938 e 1998), encontrou forças na sua referência ofensiva. Haaland, discreto durante largos períodos, apareceu no sítio certo para fazer história. Nyland ainda defendeu um livre perigoso de Diallo nos descontos, assegurando a vitória. Na perspetiva de Brasília, o resultado reaviva memórias de 1998, quando a Noruega, já eliminada, venceu o Brasil por 2-1 na fase de grupos, num jogo que muitos consideram o maior triunfo da história do futebol norueguês.

O próximo capítulo escreve-se no domingo, em Nova Iorque, diante de um Brasil que superou o Japão por 2-1. Para os noruegueses, será a oportunidade de repetir a proeza de há 28 anos; para os pentacampeões, a possibilidade de ajustar contas com um adversário que lhes é historicamente incómodo. A Costa do Marfim, por sua vez, despede-se com a sensação de que a noite poderia ter sido diferente, não fosse a frieza de Haaland.

Divergência das fontes

Esporte · 15 veículos · 4 idiomas

21%Baixa

Quanto as fontes relatam os mesmos fatos de maneira diferente.

Como se dividem

Favorável88%
Neutro12%

Como a mesma história é contada em outros lugares.

2 grupos editoriais · 4 idiomas

TomTemperaturaFocoPosicionamentoHorizonte
Imprensa indiana e sul-asiáticaImprensa europeia continental
Imprensa indiana e sul-asiática
IroniaTriunfo

A partida é enquadrada como um duelo dramático em que a exibição deslumbrante de Amad Diallo quase roubou a cena, mas Erling Haaland deu a última risada, estragando a reação da Costa do Marfim e enviando a Noruega para enfrentar o Brasil. A narrativa enfatiza a injustiça do resultado para Diallo e o esforço marfinense, ao mesmo tempo que reconhece a qualidade decisiva de Haaland.

Imprensa europeia continental/ DACH+
DistanciamentoPragmatismo

Um relato conciso da vitória da Noruega por 2 a 1 sobre a Costa do Marfim, garantida por um gol tardio de Haaland após o empate de Diallo. O foco está exclusivamente no resultado e na próxima partida das oitavas de final contra o Brasil, sem floreios.

Esta notícia apareceu em

15 veículos · 4 idiomas

Amplie o olhar

De Geopolitics & Politics

Keiko Fujimori vence presidenciais no Peru com margem de 49.641 votos

6 idiomas · 21 veículos

De Economy & Markets

Washington rejeita extensão do T-MEC e ativa contagem decrescente de uma década

4 idiomas · 14 veículos

De Technology

WhatsApp permitirá conversas sem partilha de número de telefone com novos nomes de utilizador

8 idiomas · 17 veículos

Ler mais