
FIFA escala Tom Cruise e astros da música para encerramento do Mundial 2026
Cerimônia de 90 minutos antes da final em Nova Jérsia terá Robbie Williams, Laura Pausini e Jennifer Hudson, enquanto leilão de objetos do torneio financiará educação infantil.
A FIFA anunciou nesta terça-feira o elenco da cerimônia de encerramento do Mundial 2026, que ocorrerá no MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jérsia, 90 minutos antes da final de domingo. O ator Tom Cruise fará uma aparição especial, enquanto os cantores Laura Pausini, Nicole Scherzinger e Robbie Williams estão confirmados como atrações musicais. O streamer IShowSpeed, fenômeno entre o público jovem, também integra o espetáculo, que a entidade descreve como uma celebração da jornada de 48 seleções por 16 cidades-sede em três países. Jennifer Hudson, detentora dos quatro principais prêmios do entretenimento americano, entoará o hino dos Estados Unidos, apesar de a seleção anfitriã ter sido eliminada nas oitavas de final.
A produção, a cargo do estúdio Balich Wonder — responsável pelas cerimônias do Catar em 2022 —, ecoa o formato de megaeventos que a FIFA vem consolidando. Pela primeira vez na história das Copas, a final terá um show de intervalo, com 11 minutos de duração e curadoria de Chris Martin, do Coldplay. Madonna, Shakira, Justin Bieber e o grupo sul-coreano BTS encabeçam essa atração, que inclui ainda o nigeriano Burna Boy, o maestro venezuelano Gustavo Dudamel e personagens dos Muppets. A pausa, que se estenderá além dos 15 minutos regulamentares, gerou preocupações entre treinadores e analistas europeus quanto ao impacto no ritmo dos atletas, mas a organização assegurou que o gramado não será danificado e que o tempo total respeitará o protocolo.
Na perspetiva de observadores na América Latina, a presença de Shakira — que interpreta o hino oficial “Dai Dai” — e de astros como Bieber e BTS reforça a estratégia da FIFA de ampliar a audiência para além do futebol, mirando o mercado de entretenimento global. A imprensa italiana destaca a participação de Laura Pausini, que já havia se apresentado na abertura das Olimpíadas de Milão-Cortina, como um aceno à tradição musical europeia. Já veículos russos sublinham o ineditismo do show de intervalo, comparando-o ao Super Bowl, e lembram que a final de 2022, entre Argentina e França, foi assistida por quase 1,5 bilhão de pessoas.
Paralelamente, a casa de leilões Christie’s anunciou uma venda online de objetos do Mundial, com início em 22 de julho. Entre os itens estão a bola da final, o figurino que Shakira usará no show do intervalo e uma camisa da Argentina autografada por Lionel Messi. A receita será destinada ao Fundo de Educação Global da FIFA, que já arrecadou mais de 50 milhões de dólares para projetos de educação e futebol infantil. A iniciativa doa um dólar por ingresso vendido durante o torneio.
O encerramento ocorre após as semifinais que definem os finalistas: França enfrenta a Espanha, e a Inglaterra duela com a atual campeã Argentina. O vencedor erguerá o troféu entregue pelo presidente dos EUA, Donald Trump, conforme confirmado pela FIFA. A cerimônia de abertura dos portões está marcada para quatro horas antes do jogo, com atividades interativas e entretenimento para o público, que, segundo a entidade, terá “um papel ativo” no espetáculo de encerramento.
| Imprensa atlântica / anglosfera | +0.50 | aligned |
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| Imprensa africana subsaariana | 0.00 | neutral |
| Imprensa latino-americana | +0.70 | aligned |
FIFA and the global football community present a spectacular closing ceremony to honor the tournament's success. The voice is that of the organizing body, celebrating the event.
The mechanism is simple enumeration of celebrity names, creating a sense of prestige and excitement through association with well-known figures.
The atlantica bloc omits any mention of the auction of memorabilia or the education fund, focusing solely on the ceremony's star power.
Christie's and FIFA Global Citizen speak through the auction, emphasizing the philanthropic value of the tournament's memorabilia. The voice is that of the auction house and the charity, not the ceremony organizers.
The mechanism is the framing of the event as a commodity and a fundraising opportunity, using specific high-value items to attract bidders and highlight the education fund.
The africana_subsahariana bloc omits any mention of the closing ceremony lineup or the halftime show, focusing exclusively on the auction.
The voice is that of the Latin American media, taking pride in the inclusion of regional stars and presenting the event as a global celebration with a local flavor.
The mechanism is the selective highlighting of Latin artists, creating a sense of regional representation and ownership of the global event.
The latinoamericana bloc omits any mention of the auction or the education fund, focusing solely on the musical and celebrity lineup.
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