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Esportesábado, 27 de junho de 2026

Como e Milan protagonizam compras históricas em janela de verão

Enquanto o Como adquire Nico Paz por 60 milhões de euros, o Milan prepara a contratação mais cara da sua história com Gonçalo Ramos, num mercado influenciado pelo Mundial e pela estratégia de agentes como Jorge Mendes.

O Como, clube da Lombardia que regressou à Serie A há duas temporadas, concretizou a contratação do argentino Nico Paz por 60 milhões de euros, num negócio que inclui uma cláusula de recompra a favor do Real Madrid fixada em 80 milhões e 50% de uma futura mais-valia. A operação, noticiada em Itália e Espanha, representa o maior investimento de um clube fora do círculo histórico de potências italianas desde 2019 e foi concluída em tempo recorde, com o aval da UEFA após um diálogo transparente iniciado pelo presidente Suwarso. O jogador de 21 anos, atualmente no Mundial, manifestou o desejo de permanecer no clube onde se destacou na última época, e o Real Madrid mantém assim o controlo sobre um dos seus talentos mais promissores.

Em Milão, o AC Milan prepara-se para bater o seu próprio recorde de transferência com a aquisição de Gonçalo Ramos ao Paris Saint-Germain por 70 milhões de euros (65 fixos mais 5 em bónus). O avançado português, que marcou apenas seis golos em 30 jogos na última Ligue 1, é visto pelo novo treinador Ruben Amorim como a peça que falta ao ataque rossonero. A negociação, amplamente coberta pela imprensa italiana, evidencia a influência do empresário Jorge Mendes, cuja agência Gestifute representa o jogador e tem vindo a tecer uma rede de contactos com a nova estrutura diretiva do Milan, agora liderada por Massimo Calvelli. Observadores em Itália alertam para os riscos de uma dependência excessiva do superagente, mas o clube parece disposto a correr o risco para reforçar o plantel.

Noutras frentes do mercado, o Chelsea está próximo de contratar o capitão suíço Granit Xhaka, que se reencontraria com Xabi Alonso, seu treinador no Bayer Leverkusen e futuro técnico dos blues a partir de julho. Na Alemanha, relatos dão conta de conversas intensificadas durante a fase de grupos do Mundial, onde Xhaka lidera a seleção helvética. Já em Marselha, o clube francês resiste à pressão financeira e recusa vender o argelino Amine Gouiri, cuja cotação subiu após boas exibições no torneio, segundo meios argelinos. A direção do Olympique quer construir o ataque em torno do internacional argelino, mas poderá ceder perante uma proposta irrecusável.

O Mundial de 2026 funciona como montra e acelerador de negócios, mas também expõe as fragilidades de quem não se adapta. Na Indonésia, a análise ao despedimento de Ruben Amorim do Manchester United revela que o treinador português foi vítima da sua própria rigidez tática: o CEO Omar Berrada afirmou que 'não foi uma questão de tática ou talento', mas sim a incapacidade de adaptar as suas ideias a um plantel que não se encaixava no seu sistema. A próxima fase a eliminar do Mundial promete continuar a agitar o mercado, com vários protagonistas ainda em prova e as direções desportivas atentas às oportunidades de última hora.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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A janela de transferências italiana é uma mistura de lances ousados e dúvidas: o Como garante Nico Paz, mantendo um talento na Serie A, enquanto o Milan quebra seu recorde por Gonçalo Ramos, num negócio fortemente influenciado pelo empresário Jorge Mendes. A transferência de Granit Xhaka, de 33 anos, para o Chelsea por 30 milhões levanta sobrancelhas, entre entusiasmo e ceticismo.

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O CEO do Manchester United finalmente fala sobre a demissão de Ruben Amorim: não foi uma questão tática, mas sua rigidez filosófica que selou seu destino. A revelação expõe a realidade brutal do futebol moderno, onde a inflexibilidade pode custar o emprego de um treinador talentoso.

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Atualizado 18:182 idiomas · 2 veículos
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sábado, 27 de junho de 2026

Como e Milan protagonizam compras históricas em janela de verão

Enquanto o Como adquire Nico Paz por 60 milhões de euros, o Milan prepara a contratação mais cara da sua história com Gonçalo Ramos, num mercado influenciado pelo Mundial e pela estratégia de agentes como Jorge Mendes.

O Como, clube da Lombardia que regressou à Serie A há duas temporadas, concretizou a contratação do argentino Nico Paz por 60 milhões de euros, num negócio que inclui uma cláusula de recompra a favor do Real Madrid fixada em 80 milhões e 50% de uma futura mais-valia. A operação, noticiada em Itália e Espanha, representa o maior investimento de um clube fora do círculo histórico de potências italianas desde 2019 e foi concluída em tempo recorde, com o aval da UEFA após um diálogo transparente iniciado pelo presidente Suwarso. O jogador de 21 anos, atualmente no Mundial, manifestou o desejo de permanecer no clube onde se destacou na última época, e o Real Madrid mantém assim o controlo sobre um dos seus talentos mais promissores.

Em Milão, o AC Milan prepara-se para bater o seu próprio recorde de transferência com a aquisição de Gonçalo Ramos ao Paris Saint-Germain por 70 milhões de euros (65 fixos mais 5 em bónus). O avançado português, que marcou apenas seis golos em 30 jogos na última Ligue 1, é visto pelo novo treinador Ruben Amorim como a peça que falta ao ataque rossonero. A negociação, amplamente coberta pela imprensa italiana, evidencia a influência do empresário Jorge Mendes, cuja agência Gestifute representa o jogador e tem vindo a tecer uma rede de contactos com a nova estrutura diretiva do Milan, agora liderada por Massimo Calvelli. Observadores em Itália alertam para os riscos de uma dependência excessiva do superagente, mas o clube parece disposto a correr o risco para reforçar o plantel.

Noutras frentes do mercado, o Chelsea está próximo de contratar o capitão suíço Granit Xhaka, que se reencontraria com Xabi Alonso, seu treinador no Bayer Leverkusen e futuro técnico dos blues a partir de julho. Na Alemanha, relatos dão conta de conversas intensificadas durante a fase de grupos do Mundial, onde Xhaka lidera a seleção helvética. Já em Marselha, o clube francês resiste à pressão financeira e recusa vender o argelino Amine Gouiri, cuja cotação subiu após boas exibições no torneio, segundo meios argelinos. A direção do Olympique quer construir o ataque em torno do internacional argelino, mas poderá ceder perante uma proposta irrecusável.

O Mundial de 2026 funciona como montra e acelerador de negócios, mas também expõe as fragilidades de quem não se adapta. Na Indonésia, a análise ao despedimento de Ruben Amorim do Manchester United revela que o treinador português foi vítima da sua própria rigidez tática: o CEO Omar Berrada afirmou que 'não foi uma questão de tática ou talento', mas sim a incapacidade de adaptar as suas ideias a um plantel que não se encaixava no seu sistema. A próxima fase a eliminar do Mundial promete continuar a agitar o mercado, com vários protagonistas ainda em prova e as direções desportivas atentas às oportunidades de última hora.

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A janela de transferências italiana é uma mistura de lances ousados e dúvidas: o Como garante Nico Paz, mantendo um talento na Serie A, enquanto o Milan quebra seu recorde por Gonçalo Ramos, num negócio fortemente influenciado pelo empresário Jorge Mendes. A transferência de Granit Xhaka, de 33 anos, para o Chelsea por 30 milhões levanta sobrancelhas, entre entusiasmo e ceticismo.

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O CEO do Manchester United finalmente fala sobre a demissão de Ruben Amorim: não foi uma questão tática, mas sua rigidez filosófica que selou seu destino. A revelação expõe a realidade brutal do futebol moderno, onde a inflexibilidade pode custar o emprego de um treinador talentoso.

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