Entrar
Edição das 20:00 CETterça-feira, 30 de junho de 2026
311 veículos · 17 idiomas306 briefing hoje
Esportesábado, 27 de junho de 2026

Bélgica goleia Nova Zelândia por 5-1 e avança em primeiro no Grupo G do Mundial 2026

Com dobradinha de Trossard, belgas garantem a liderança; Egito empata com Irã e também se classifica, enquanto iranianos aguardam vaga como melhores terceiros.

O desfecho do Grupo G do Mundial de 2026 trouxe a afirmação belga e a angústia iraniana. No BC Place, em Vancouver, a Bélgica goleou a Nova Zelândia por 5-1, na madrugada deste sábado (27), e assegurou o primeiro lugar da chave com cinco pontos. Depois de dois empates sem brilho, a equipa de Rudi Garcia impôs-se com autoridade, ancorada numa exibição de gala de Leandro Trossard, que bisou, e na experiência de Kevin De Bruyne e Romelu Lukaku, sobreviventes da geração de ouro belga. A Nova Zelândia, que somou apenas um ponto, despediu-se da competição sem qualquer vitória no seu terceiro Mundial — um registo que a imprensa argentina fez questão de sublinhar, recordando os quatro empates e cinco derrotas em nove jogos da história dos All Whites na prova.

O encontro começou a pender para os europeus aos 28 minutos, quando Trossard, na pequena área, aproveitou um canto de De Bruyne que ressaltou nas costas do defesa Tim Payne. O domínio belga acentuou-se na segunda parte: o próprio Trossard fez o segundo aos 50, com um remate em arco após primeira defesa do guarda-redes; De Bruyne ampliou aos 66, com um disparo de pé esquerdo de fora da área; e Lukaku, 56 segundos depois de entrar, cabeceou para o 4-1, já aos 86. O golo de honra neozelandês, apontado por Elijah Just aos 84, não beliscou a goleada, que Alexis Saelemaekers fechou nos descontos. A cobertura europeia realçou a eficácia ofensiva de uma Bélgica que, até então, não convencera.

Em Seattle, o Egito carimbou o segundo lugar ao empatar 1-1 com o Irão, num jogo de emoções fortes. Saber adiantou os egípcios logo aos 5 minutos, mas Razaeian igualou aos 14. O Irão, que precisava vencer para seguir em frente, viveu um final de partir o coração: já nos descontos, Khalilzadeh marcou à boca da baliza, mas o VAR anulou o lance por fora de jogo milimétrico; instantes depois, Ezatolahi acertou na trave. Os jogadores iranianos deixaram o relvado em lágrimas, aplaudidos pelo público, e agora dependem de uma combinação de resultados para avançar como um dos oito melhores terceiros. A imprensa sul-americana descreveu a cena como um dos momentos mais dramáticos da primeira fase.

Com estes desfechos, a Bélgica defrontará um terceiro classificado nos 16-avos de final, a 1 de julho, em Seattle, enquanto o Egito medirá forças com a Austrália a 3 de julho, em Arlington, no Texas. O Irão, com três pontos, aguarda. A FIFA confirmou ainda a qualificação do Senegal como um dos melhores terceiros e a eliminação da Escócia, à medida que o quadro da fase a eliminar se vai preenchendo. Para observadores em Lisboa, a trajetória belga reacende a discussão sobre o aproveitamento tardio de uma geração talentosa, ao passo que, no Brasil, a eliminação precoce da Nova Zelândia foi recebida com naturalidade, dada a diferença de escalões.

O Mundial prossegue com a definição dos restantes grupos, mas o Grupo G já entregou o seu veredito: a Bélgica de Trossard e De Bruyne respira fundo, o Egito de Salah confirma a presença nos mata-matas e o Irão chora à espera de um milagre.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

2 grupos editoriais · 2 idiomas

24%
TomTemperaturaFocoPosicionamentoHorizonte
Imprensa europeia continentalImprensa latino-americana
Imprensa europeia continental/ Mediterrânea
TriunfoDistanciamento

A Bélgica atropela a Nova Zelândia por 5-1 e fica com a liderança do grupo, enquanto o Egito garante vaga nas oitavas com um empate suado. O Irã fica na corda bamba, à beira da eliminação após um gol anulado e o terceiro lugar.

Imprensa latino-americana/ Mercado
PragmatismoDistanciamento

A Bélgica vence a Nova Zelândia por 5-1 e garante o primeiro lugar do Grupo G, com o Egito avançando em segundo. O Irã precisa aguardar os outros resultados para saber seu destino.

Amplie o olhar

Ler mais
Últimas notícias
EUA levantam restrições a modelos de IA da Anthropic após negociações·O corpo em trânsito: por que viajar nos desconcerta do sono ao despertar·Ronald Koeman deixa o comando da Holanda após eliminação nos pênaltis para Marrocos·Banco da Colômbia eleva juros para 12% em decisão dividida e reacende tensão com governo·Talibã afegão ataca alvos no Paquistão e escala tensão fronteiriça·NASA reforça plano lunar com novas missões e mantém confiança na Blue Origin após explosão·Menopausa e fertilidade: nova abordagem global integra prevenção ao longo da vida·Do celular na mochila ao caderno aberto: retratos da educação em 2025·EUA levantam restrições a modelos de IA da Anthropic após negociações·O corpo em trânsito: por que viajar nos desconcerta do sono ao despertar·Ronald Koeman deixa o comando da Holanda após eliminação nos pênaltis para Marrocos·Banco da Colômbia eleva juros para 12% em decisão dividida e reacende tensão com governo·Talibã afegão ataca alvos no Paquistão e escala tensão fronteiriça·NASA reforça plano lunar com novas missões e mantém confiança na Blue Origin após explosão·Menopausa e fertilidade: nova abordagem global integra prevenção ao longo da vida·Do celular na mochila ao caderno aberto: retratos da educação em 2025·
Atualizado 19:342 idiomas · 3 veículos
3 veículos|2 idiomas|3 min de leitura
sábado, 27 de junho de 2026

Bélgica goleia Nova Zelândia por 5-1 e avança em primeiro no Grupo G do Mundial 2026

Com dobradinha de Trossard, belgas garantem a liderança; Egito empata com Irã e também se classifica, enquanto iranianos aguardam vaga como melhores terceiros.

O desfecho do Grupo G do Mundial de 2026 trouxe a afirmação belga e a angústia iraniana. No BC Place, em Vancouver, a Bélgica goleou a Nova Zelândia por 5-1, na madrugada deste sábado (27), e assegurou o primeiro lugar da chave com cinco pontos. Depois de dois empates sem brilho, a equipa de Rudi Garcia impôs-se com autoridade, ancorada numa exibição de gala de Leandro Trossard, que bisou, e na experiência de Kevin De Bruyne e Romelu Lukaku, sobreviventes da geração de ouro belga. A Nova Zelândia, que somou apenas um ponto, despediu-se da competição sem qualquer vitória no seu terceiro Mundial — um registo que a imprensa argentina fez questão de sublinhar, recordando os quatro empates e cinco derrotas em nove jogos da história dos All Whites na prova.

O encontro começou a pender para os europeus aos 28 minutos, quando Trossard, na pequena área, aproveitou um canto de De Bruyne que ressaltou nas costas do defesa Tim Payne. O domínio belga acentuou-se na segunda parte: o próprio Trossard fez o segundo aos 50, com um remate em arco após primeira defesa do guarda-redes; De Bruyne ampliou aos 66, com um disparo de pé esquerdo de fora da área; e Lukaku, 56 segundos depois de entrar, cabeceou para o 4-1, já aos 86. O golo de honra neozelandês, apontado por Elijah Just aos 84, não beliscou a goleada, que Alexis Saelemaekers fechou nos descontos. A cobertura europeia realçou a eficácia ofensiva de uma Bélgica que, até então, não convencera.

Em Seattle, o Egito carimbou o segundo lugar ao empatar 1-1 com o Irão, num jogo de emoções fortes. Saber adiantou os egípcios logo aos 5 minutos, mas Razaeian igualou aos 14. O Irão, que precisava vencer para seguir em frente, viveu um final de partir o coração: já nos descontos, Khalilzadeh marcou à boca da baliza, mas o VAR anulou o lance por fora de jogo milimétrico; instantes depois, Ezatolahi acertou na trave. Os jogadores iranianos deixaram o relvado em lágrimas, aplaudidos pelo público, e agora dependem de uma combinação de resultados para avançar como um dos oito melhores terceiros. A imprensa sul-americana descreveu a cena como um dos momentos mais dramáticos da primeira fase.

Com estes desfechos, a Bélgica defrontará um terceiro classificado nos 16-avos de final, a 1 de julho, em Seattle, enquanto o Egito medirá forças com a Austrália a 3 de julho, em Arlington, no Texas. O Irão, com três pontos, aguarda. A FIFA confirmou ainda a qualificação do Senegal como um dos melhores terceiros e a eliminação da Escócia, à medida que o quadro da fase a eliminar se vai preenchendo. Para observadores em Lisboa, a trajetória belga reacende a discussão sobre o aproveitamento tardio de uma geração talentosa, ao passo que, no Brasil, a eliminação precoce da Nova Zelândia foi recebida com naturalidade, dada a diferença de escalões.

O Mundial prossegue com a definição dos restantes grupos, mas o Grupo G já entregou o seu veredito: a Bélgica de Trossard e De Bruyne respira fundo, o Egito de Salah confirma a presença nos mata-matas e o Irão chora à espera de um milagre.

Divergência das fontes

Esporte · 3 veículos · 2 idiomas

24%Baixa

Quanto as fontes relatam os mesmos fatos de maneira diferente.

Como se dividem

Favorável14%
Neutro86%

Como a mesma história é contada em outros lugares.

2 grupos editoriais · 2 idiomas

TomTemperaturaFocoPosicionamentoHorizonte
Imprensa europeia continentalImprensa latino-americana
Imprensa europeia continental/ Mediterrânea
TriunfoDistanciamento

A Bélgica atropela a Nova Zelândia por 5-1 e fica com a liderança do grupo, enquanto o Egito garante vaga nas oitavas com um empate suado. O Irã fica na corda bamba, à beira da eliminação após um gol anulado e o terceiro lugar.

Imprensa latino-americana/ Mercado
PragmatismoDistanciamento

A Bélgica vence a Nova Zelândia por 5-1 e garante o primeiro lugar do Grupo G, com o Egito avançando em segundo. O Irã precisa aguardar os outros resultados para saber seu destino.

Esta notícia apareceu em

3 veículos · 2 idiomas

Amplie o olhar

De Geopolitics & Politics

Sinais contraditórios sobre diálogo em Doha mantêm tensão no Estreito de Ormuz

10 idiomas · 40 veículos

De Economy & Markets

EUA não prorrogarão T-MEC, iniciando contagem regressiva de 10 anos para o acordo

3 idiomas · 16 veículos

De Technology

WhatsApp permitirá conversas sem partilha de número de telefone com novos nomes de utilizador

6 idiomas · 10 veículos

Ler mais