
Confrontos e detenções nos Países Baixos após vitória de Marrocos no Mundial
Celebrações da comunidade marroquina em Haia e outras cidades resultaram em choques com a polícia, que usou canhões de água e efetuou pelo menos 17 prisões.
Na madrugada desta terça-feira (30), a classificação de Marrocos para os quartos de final da Copa do Mundo de 2026, após eliminar os Países Baixos nos pênaltis, provocou distúrbios em várias cidades neerlandesas. Em Haia, no bairro de Schilderswijk, centenas de adeptos que festejavam a vitória entraram em confronto com a polícia, que recorreu a canhões de água e cargas de choque para dispersar a multidão.
Segundo as autoridades locais, agentes foram atingidos por fogo de artifício e pedras. Pelo menos 17 pessoas foram detidas em Haia e Roterdão por crimes como desordem pública e violência contra a polícia, informou a imprensa neerlandesa. Não há registo de feridos graves. As celebrações, que começaram de forma pacífica com buzinaços e bandeiras, degeneraram cerca de uma hora após o apito final, quando a polícia de choque foi mobilizada.
Enquanto a maioria dos relatos descreve festejos pacíficos em cidades marroquinas como Rabat e Casablanca, um veículo da imprensa brasileira mencionou a ocorrência de prisões e confrontos também em território marroquino, informação que não foi confirmada por outras fontes. A partida tinha forte carga simbólica, uma vez que muitos jogadores da seleção marroquina nasceram ou cresceram nos Países Baixos, onde reside uma das maiores comunidades de origem marroquina da Europa.
Na esfera política, o líder da extrema-direita neerlandesa, Geert Wilders, reagiu nas redes sociais pedindo a expulsão dos desordeiros e das suas famílias para Marrocos. A imprensa brasileira, como CBN e Jovem Pan, destacou a dimensão política do episódio, enquanto analistas europeus sublinham a recorrência de tensões em celebrações futebolísticas que envolvem a diáspora. As forças de segurança informaram que a situação foi controlada por volta das 8h locais e que as investigações prosseguem.
| Imprensa latino-americana | 0.00 | neutral |
|---|---|---|
| Imprensa europeia continental | −0.60 | critical |
| Imprensa árabe Levante-Magrebe | +0.30 | aligned |
The riots in the Netherlands are their problem, not ours. We Latin Americans have other priorities.
Downplays the event by placing it in a distant geographical and cultural context, minimizing its relevance.
The violence is intolerable. Law enforcement must maintain order at all costs.
Emphasizes the threat to public safety and legitimizes the use of force as a necessary response.
Morocco's victory is a moment of pride. Western media distort reality.
Constructs an alternative narrative that celebrates sporting success and denounces alleged media bias.
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