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Messi no banco: Argentina poupa astro contra Jordânia e já mira Cabo Verde

Com a primeira posição do Grupo J garantida, Lionel Scaloni confirma que o capitão começará como suplente, mas deve atuar no segundo tempo do duelo que encerra a fase de grupos.

Lionel Messi vai começar no banco de reservas. A decisão, confirmada pelo técnico Lionel Scaloni na véspera do encerramento do Grupo J do Mundial de 2026, retira o principal protagonista do duelo contra a Jordânia, este sábado, em Dallas, e sinaliza a gestão de esforços da campeã em título. “Leo vai para o banco. Vai entrar mais tarde”, declarou o treinador, respondendo a uma pergunta do histórico jornalista Enrique Macaya Márquez, de 91 anos, que cobre a sua 18.ª Copa. Scaloni, que habitualmente não antecipa a equipa, abriu a exceção e adiantou que o avançado do Inter Miami terá minutos na segunda parte, mantendo o ritmo competitivo sem desgaste desnecessário.

A Albiceleste chega à terceira jornada com a classificação para os 16 avos de final assegurada e o primeiro lugar do grupo inalcançável, depois de bater a Argélia (3-0) e a Áustria (2-0). Messi assinou os cinco golos argentinos no torneio, tornando-se, aos 39 anos, o maior goleador da história dos Mundiais, com 18 tentos, e lidera a corrida à Bota de Ouro com um golo de vantagem sobre Kylian Mbappé, Erling Haaland e Ousmane Dembélé. A imprensa argentina sublinha que o descanso do capitão é também um prémio pela exibição monstruosa frente aos austríacos, no mesmo estádio dos Dallas Cowboys, onde bateu o recorde de Miroslav Klose.

A rotação será profunda. Scaloni deve dar minutos a jogadores como Marcos Senesi, Exequiel Palacios, Giovani Lo Celso e Giuliano Simeone, mantendo Emiliano Martínez na baliza para preservar a solidez defensiva. “Os rapazes que vão jogar merecem. São parte do processo e, quando não atuam, são os primeiros a treinar no dia seguinte”, justificou. Do lado jordano, a eliminação já está consumada após derrotas frente a Áustria e Argélia, mas o selecionador Jamal Sellami encara o encontro como uma oportunidade de aprendizagem para um futebol em crescimento. Analistas asiáticos notam que a Jordânia, estreante em Copas, quer deixar uma imagem digna diante do campeão mundial, mesmo que o resultado não altere a última posição do grupo.

Com o desfecho do Grupo H, a Argentina já conhece o adversário da próxima fase: Cabo Verde, sensação da competição, que assegurou o segundo lugar à frente do Uruguai. O confronto está marcado para 3 de julho, em Miami, e projeta um duelo inédito entre a potência sul-americana e a seleção africana que fez história ao eliminar os uruguaios. A gestão de Messi e a exibição dos suplentes diante da Jordânia serão os últimos indicadores antes do início do mata-mata, onde a defesa do título exigirá cinco jogos em 17 dias.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Imprensa latino-americana
TriunfoPragmatismo

Com o primeiro lugar garantido, a Argentina fará rodízio amplo contra a Jordânia, poupando estrelas como Messi e dando chance a jogadores como Flaco López, ainda inéditos. Scaloni gere as energias a pensar nos oitavos, transformando o último jogo do grupo num laboratório sem pressão.

Imprensa iraniana e afins
IroniaVitimismo

Enquanto o mundo celebra os 18 golos de Messi em Mundiais, a imprensa iraniana recua até 2014 e àquele golo aos 91 minutos que destruiu o sonho da seleção persa. A memória agridoce ressurge exatamente quando o capitão argentino pode ser poupado contra a Jordânia, um lembrete de que há feridas que nunca cicatrizam totalmente.

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sexta-feira, 26 de junho de 2026

Messi no banco: Argentina poupa astro contra Jordânia e já mira Cabo Verde

Com a primeira posição do Grupo J garantida, Lionel Scaloni confirma que o capitão começará como suplente, mas deve atuar no segundo tempo do duelo que encerra a fase de grupos.

Lionel Messi vai começar no banco de reservas. A decisão, confirmada pelo técnico Lionel Scaloni na véspera do encerramento do Grupo J do Mundial de 2026, retira o principal protagonista do duelo contra a Jordânia, este sábado, em Dallas, e sinaliza a gestão de esforços da campeã em título. “Leo vai para o banco. Vai entrar mais tarde”, declarou o treinador, respondendo a uma pergunta do histórico jornalista Enrique Macaya Márquez, de 91 anos, que cobre a sua 18.ª Copa. Scaloni, que habitualmente não antecipa a equipa, abriu a exceção e adiantou que o avançado do Inter Miami terá minutos na segunda parte, mantendo o ritmo competitivo sem desgaste desnecessário.

A Albiceleste chega à terceira jornada com a classificação para os 16 avos de final assegurada e o primeiro lugar do grupo inalcançável, depois de bater a Argélia (3-0) e a Áustria (2-0). Messi assinou os cinco golos argentinos no torneio, tornando-se, aos 39 anos, o maior goleador da história dos Mundiais, com 18 tentos, e lidera a corrida à Bota de Ouro com um golo de vantagem sobre Kylian Mbappé, Erling Haaland e Ousmane Dembélé. A imprensa argentina sublinha que o descanso do capitão é também um prémio pela exibição monstruosa frente aos austríacos, no mesmo estádio dos Dallas Cowboys, onde bateu o recorde de Miroslav Klose.

A rotação será profunda. Scaloni deve dar minutos a jogadores como Marcos Senesi, Exequiel Palacios, Giovani Lo Celso e Giuliano Simeone, mantendo Emiliano Martínez na baliza para preservar a solidez defensiva. “Os rapazes que vão jogar merecem. São parte do processo e, quando não atuam, são os primeiros a treinar no dia seguinte”, justificou. Do lado jordano, a eliminação já está consumada após derrotas frente a Áustria e Argélia, mas o selecionador Jamal Sellami encara o encontro como uma oportunidade de aprendizagem para um futebol em crescimento. Analistas asiáticos notam que a Jordânia, estreante em Copas, quer deixar uma imagem digna diante do campeão mundial, mesmo que o resultado não altere a última posição do grupo.

Com o desfecho do Grupo H, a Argentina já conhece o adversário da próxima fase: Cabo Verde, sensação da competição, que assegurou o segundo lugar à frente do Uruguai. O confronto está marcado para 3 de julho, em Miami, e projeta um duelo inédito entre a potência sul-americana e a seleção africana que fez história ao eliminar os uruguaios. A gestão de Messi e a exibição dos suplentes diante da Jordânia serão os últimos indicadores antes do início do mata-mata, onde a defesa do título exigirá cinco jogos em 17 dias.

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Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Imprensa latino-americana
TriunfoPragmatismo

Com o primeiro lugar garantido, a Argentina fará rodízio amplo contra a Jordânia, poupando estrelas como Messi e dando chance a jogadores como Flaco López, ainda inéditos. Scaloni gere as energias a pensar nos oitavos, transformando o último jogo do grupo num laboratório sem pressão.

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IroniaVitimismo

Enquanto o mundo celebra os 18 golos de Messi em Mundiais, a imprensa iraniana recua até 2014 e àquele golo aos 91 minutos que destruiu o sonho da seleção persa. A memória agridoce ressurge exatamente quando o capitão argentino pode ser poupado contra a Jordânia, um lembrete de que há feridas que nunca cicatrizam totalmente.

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