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Esporteterça-feira, 30 de junho de 2026

Serena Williams perde no regresso a Wimbledon, mas adia despedida com batalha de três sets

Aos 44 anos e após quase quatro de ausência, a norte-americana caiu na primeira ronda frente a Maya Joint, de 20, por 6-3, 6-7(6) e 6-3, num duelo de 2h22 que a levou a salvar um match point e a forçar o terceiro set.

O regresso de Serena Williams aos singulares terminou com uma derrota no Centre Court de Wimbledon, mas não sem antes a antiga número um mundial recordar ao público a combatividade que a definiu. A australiana Maya Joint, 87.ª do ranking e 24 anos mais nova, impôs-se por 6-3, 6-7(6) e 6-3, num encontro em que a norte-americana de 44 anos salvou um match point no tie-break do segundo parcial e ainda liderou por 2-1 no set decisivo, antes de ceder quatro jogos consecutivos. A derrota, a terceira consecutiva na primeira ronda do torneio londrino, não apagou a ovação de pé com que o público despediu a sete vezes campeã do All England Club.

A partida, a primeira de Williams em singulares desde o US Open de 2022, expôs a ferrugem esperada de uma pausa de 1.397 dias, mas também lampejos do serviço potente que a tornou dominante. Joint, que nasceu em 2006 quando a adversária já somava sete títulos do Grand Slam, quebrou o serviço no oitavo jogo do primeiro set e fechou a manga em 35 minutos. No segundo parcial, a australiana abriu com uma quebra e teve um match point a 6-5 no tie-break, mas Williams respondeu com três pontos consecutivos, incluindo um winner, para forçar o terceiro set e incendiar a plateia. A vantagem inicial no set decisivo, porém, dissolveu-se perante a maior mobilidade e consistência da jovem adversária, que encerrou o duelo com 40 winners contra 26 da veterana.

Na perspetiva de observadores brasileiros, a atuação de Williams reacendeu o debate sobre a longevidade no ténis feminino de elite, ecoando o regresso de outras campeãs como Martina Navratilova, que em 2004 chegou à segunda ronda de Wimbledon aos 47 anos. A presença das filhas Olympia e Adira, do marido Alexis Ohanian e da irmã Venus na tribuna sublinhou o caráter familiar e simbólico da jornada, enquanto a imprensa europeia destacou a aura que ainda envolve a norte-americana, capaz de transformar um encontro de primeira ronda no momento mais aguardado do segundo dia do torneio.

A derrota não encerra a participação de Serena Williams em Wimbledon. A organização concedeu-lhe um wild card para o torneio de pares, onde voltará a alinhar ao lado de Venus, de 46 anos. A dupla, que conquistou seis títulos no All England Club, estreia-se ainda esta semana, prolongando uma história que, para já, adia qualquer despedida definitiva dos relvados londrinos.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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A mídia italiana enquadra o dia de Wimbledon como um teste para os seus próprios jogadores, com Berrettini, Paolini e Cobolli em destaque. O regresso de Serena Williams é registado como um acontecimento histórico, mas permanece em segundo plano, tratado com respeito e sem excessos emocionais.

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A mídia do Sudeste Asiático celebra o regresso de Serena Williams através das palavras de Novak Djokovic, classificando a sua decisão como inspiradora. O foco está na dimensão lendária do gesto, num tom respeitoso e de admiração.

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terça-feira, 30 de junho de 2026

Serena Williams perde no regresso a Wimbledon, mas adia despedida com batalha de três sets

Aos 44 anos e após quase quatro de ausência, a norte-americana caiu na primeira ronda frente a Maya Joint, de 20, por 6-3, 6-7(6) e 6-3, num duelo de 2h22 que a levou a salvar um match point e a forçar o terceiro set.

O regresso de Serena Williams aos singulares terminou com uma derrota no Centre Court de Wimbledon, mas não sem antes a antiga número um mundial recordar ao público a combatividade que a definiu. A australiana Maya Joint, 87.ª do ranking e 24 anos mais nova, impôs-se por 6-3, 6-7(6) e 6-3, num encontro em que a norte-americana de 44 anos salvou um match point no tie-break do segundo parcial e ainda liderou por 2-1 no set decisivo, antes de ceder quatro jogos consecutivos. A derrota, a terceira consecutiva na primeira ronda do torneio londrino, não apagou a ovação de pé com que o público despediu a sete vezes campeã do All England Club.

A partida, a primeira de Williams em singulares desde o US Open de 2022, expôs a ferrugem esperada de uma pausa de 1.397 dias, mas também lampejos do serviço potente que a tornou dominante. Joint, que nasceu em 2006 quando a adversária já somava sete títulos do Grand Slam, quebrou o serviço no oitavo jogo do primeiro set e fechou a manga em 35 minutos. No segundo parcial, a australiana abriu com uma quebra e teve um match point a 6-5 no tie-break, mas Williams respondeu com três pontos consecutivos, incluindo um winner, para forçar o terceiro set e incendiar a plateia. A vantagem inicial no set decisivo, porém, dissolveu-se perante a maior mobilidade e consistência da jovem adversária, que encerrou o duelo com 40 winners contra 26 da veterana.

Na perspetiva de observadores brasileiros, a atuação de Williams reacendeu o debate sobre a longevidade no ténis feminino de elite, ecoando o regresso de outras campeãs como Martina Navratilova, que em 2004 chegou à segunda ronda de Wimbledon aos 47 anos. A presença das filhas Olympia e Adira, do marido Alexis Ohanian e da irmã Venus na tribuna sublinhou o caráter familiar e simbólico da jornada, enquanto a imprensa europeia destacou a aura que ainda envolve a norte-americana, capaz de transformar um encontro de primeira ronda no momento mais aguardado do segundo dia do torneio.

A derrota não encerra a participação de Serena Williams em Wimbledon. A organização concedeu-lhe um wild card para o torneio de pares, onde voltará a alinhar ao lado de Venus, de 46 anos. A dupla, que conquistou seis títulos no All England Club, estreia-se ainda esta semana, prolongando uma história que, para já, adia qualquer despedida definitiva dos relvados londrinos.

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A mídia do Sudeste Asiático celebra o regresso de Serena Williams através das palavras de Novak Djokovic, classificando a sua decisão como inspiradora. O foco está na dimensão lendária do gesto, num tom respeitoso e de admiração.

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