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Rebeca Andrade conquista ouro no salto no retorno ao Pan-Americano do Rio

Após 20 meses afastada, a ginasta brasileira venceu a final por margem mínima, garantiu vaga para o Mundial de Roterdão e consolidou sua rota rumo a Los Angeles-2028.

Na Arena Olímpica do Rio de Janeiro, palco de sua estreia em Jogos Olímpicos uma década atrás, Rebeca Andrade voltou a competir internacionalmente e conquistou o ouro no salto do Campeonato Pan-Americano de ginástica artística, neste domingo. Com a média de 14,266 pontos, a brasileira superou por margem ínfima a canadiana Lia Monica Fontaine (14,249), vice-campeã mundial em 2025. A americana Claire Pease ficou com o bronze (13,916).

O triunfo coroou uma semana de sucesso para o Brasil, que já assegurara a prata por equipas femininas e a consequente vaga nos Campeonatos Mundiais de Roterdão, em outubro. Andrade, que não competia desde os Jogos de Paris-2024, optou por atuar apenas no salto, aparelho em que é bicampeã mundial e medalhista olímpica. O seu regresso foi recebido com entusiasmo pela torcida local, que vibrou a cada aterragem, especialmente no primeiro salto — um Yurchenko com dupla pirueta cravado, que lhe rendeu 14,433, a nota mais alta do dia. No segundo salto, um Lopez mais simples, cometeu um desequilíbrio e tocou a linha, mas a vantagem construída foi suficiente para o ouro.

Na perspetiva de Brasília, a prestação de Andrade reforça o protagonismo da ginasta como líder de uma equipa que já mira a qualificação olímpica para Los Angeles-2028. A canadiana Fontaine, por sua vez, celebrou uma prata que, vista de Ottawa, sinaliza a ascensão da ginástica do país, que também levou o ouro por equipas masculinas e outras medalhas. Do lado colombiano, Ángel Barajas conquistou o ouro na barra fixa, e Camilo Vera venceu o solo, resultados que alegraram Bogotá, embora os atletas tenham reiterado pedidos de maior apoio estatal.

Aos 27 anos e com seis medalhas olímpicas, Andrade optou por reduzir o número de aparelhos para preservar os joelhos, após três cirurgias no ligamento cruzado anterior direito. A decisão de não mais competir no solo, anunciada em 2025, marca uma gestão cuidadosa da carreira. Em Roterdão, a expectativa é que volte a ser peça central na busca do Brasil por um lugar no pódio mundial e, mais adiante, na defesa do título olímpico do salto.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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O retorno de Rebeca Andrade foi marcado por um ouro no salto, enquanto os ginastas canadenses celebraram seis medalhas, incluindo o ouro por equipes. Os Jogos Pan-Americanos foram enquadrados como um passo inicial rumo à classificação olímpica para Los Angeles 2028, com foco em resultados e perspectivas futuras.

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O retorno triunfal de Rebeca Andrade rendeu um ouro histórico no salto, superando suas rivais em uma final tensa. A maior olímpica do Brasil eletrizou a torcida, provando que está pronta para o ciclo olímpico e retomando seu lugar no topo da ginástica.

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domingo, 21 de junho de 2026

Rebeca Andrade conquista ouro no salto no retorno ao Pan-Americano do Rio

Após 20 meses afastada, a ginasta brasileira venceu a final por margem mínima, garantiu vaga para o Mundial de Roterdão e consolidou sua rota rumo a Los Angeles-2028.

Na Arena Olímpica do Rio de Janeiro, palco de sua estreia em Jogos Olímpicos uma década atrás, Rebeca Andrade voltou a competir internacionalmente e conquistou o ouro no salto do Campeonato Pan-Americano de ginástica artística, neste domingo. Com a média de 14,266 pontos, a brasileira superou por margem ínfima a canadiana Lia Monica Fontaine (14,249), vice-campeã mundial em 2025. A americana Claire Pease ficou com o bronze (13,916).

O triunfo coroou uma semana de sucesso para o Brasil, que já assegurara a prata por equipas femininas e a consequente vaga nos Campeonatos Mundiais de Roterdão, em outubro. Andrade, que não competia desde os Jogos de Paris-2024, optou por atuar apenas no salto, aparelho em que é bicampeã mundial e medalhista olímpica. O seu regresso foi recebido com entusiasmo pela torcida local, que vibrou a cada aterragem, especialmente no primeiro salto — um Yurchenko com dupla pirueta cravado, que lhe rendeu 14,433, a nota mais alta do dia. No segundo salto, um Lopez mais simples, cometeu um desequilíbrio e tocou a linha, mas a vantagem construída foi suficiente para o ouro.

Na perspetiva de Brasília, a prestação de Andrade reforça o protagonismo da ginasta como líder de uma equipa que já mira a qualificação olímpica para Los Angeles-2028. A canadiana Fontaine, por sua vez, celebrou uma prata que, vista de Ottawa, sinaliza a ascensão da ginástica do país, que também levou o ouro por equipas masculinas e outras medalhas. Do lado colombiano, Ángel Barajas conquistou o ouro na barra fixa, e Camilo Vera venceu o solo, resultados que alegraram Bogotá, embora os atletas tenham reiterado pedidos de maior apoio estatal.

Aos 27 anos e com seis medalhas olímpicas, Andrade optou por reduzir o número de aparelhos para preservar os joelhos, após três cirurgias no ligamento cruzado anterior direito. A decisão de não mais competir no solo, anunciada em 2025, marca uma gestão cuidadosa da carreira. Em Roterdão, a expectativa é que volte a ser peça central na busca do Brasil por um lugar no pódio mundial e, mais adiante, na defesa do título olímpico do salto.

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O retorno de Rebeca Andrade foi marcado por um ouro no salto, enquanto os ginastas canadenses celebraram seis medalhas, incluindo o ouro por equipes. Os Jogos Pan-Americanos foram enquadrados como um passo inicial rumo à classificação olímpica para Los Angeles 2028, com foco em resultados e perspectivas futuras.

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O retorno triunfal de Rebeca Andrade rendeu um ouro histórico no salto, superando suas rivais em uma final tensa. A maior olímpica do Brasil eletrizou a torcida, provando que está pronta para o ciclo olímpico e retomando seu lugar no topo da ginástica.

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