
Cobolli imita Ronaldo e avança; Paolini e Fery também brilham em Wimbledon
Italiano Flavio Cobolli derrotou Alex de Minaur e festejou com o 'siu' de Cristiano Ronaldo; Jasmine Paolini superou a sensação filipina Alexandra Eala, e o britânico Arthur Fery fez história ao eliminar Grigor Dimitrov.
O italiano Flavio Cobolli selou o regresso aos quartos de final de Wimbledon com uma exibição de autoridade e um festejo que ecoou o futebol. Após fechar o encontro com o australiano Alex de Minaur por 7-5, 7-6(4) e 6-3, o número 10 mundial pousou a raquete, dirigiu-se ao centro do court 1 e executou o salto com rotação e a aterragem de braços estendidos que Cristiano Ronaldo imortalizou, arrancando um coro de 'siu' das bancadas. Cobolli, finalista de Roland Garros no mês anterior, justificou o gesto com a admiração pelo português e revelou que apoiaria Portugal no Mundial frente à Espanha. Em campo, o romano resistiu a momentos de pressão — De Minaur chegou a liderar por 5-2 no segundo set — e impôs a sua consistência nos pontos decisivos, confirmando a segunda presença consecutiva entre os oito melhores em Londres. A imprensa italiana descreveu a atuação como 'gigante' e 'dominante', sublinhando a maturidade do jogador de 24 anos.
No court central, Jasmine Paolini também garantiu um lugar nos quartos de final ao travar a campanha histórica da filipina Alexandra Eala, que na ronda anterior afastara a campeã em título Iga Swiatek. A italiana, finalista em 2024, venceu por 6-4, 4-6 e 6-3, num duelo em que a eficácia no serviço e a presença na rede fizeram a diferença. Paolini, que iniciara o torneio com um 6-0 sofrido na primeira ronda, admitiu que o ano tem sido 'duro' e com 'momentos difíceis', mas mostrou-se convicta de estar 'no caminho certo'. A presença de Roger Federer no camarote real acrescentou emoção à jornada: 'Disse a mim mesma para ficar concentrada e não pensar que ele estava ali a ver o meu jogo', confessou a tenista de 30 anos. Comentadores em Roma notam que a toscana recuperou a solidez após uma primeira metade de temporada marcada por lesões e resultados irregulares.
A grande surpresa do dia veio do britânico Arthur Fery, wild card de 23 anos e 114.º do ranking, que protagonizou uma recuperação épica diante do búlgaro Grigor Dimitrov. Depois de perder o segundo e o terceiro sets, Fery salvou a partida e fechou o quinto set no tie-break por 10-7, num encontro de quase quatro horas. É o primeiro britânico convidado a atingir os quartos de final de Wimbledon desde Nick Kyrgios em 2014. 'Há uma semana ficaria feliz por ganhar alguns jogos; estar nos quartos é um sonho', declarou. A imprensa britânica celebrou o feito como um conto de fadas, destacando que Fery cresceu a cinco minutos do All England Club e frequentou a escola local.
Nos outros encontros, a ucraniana Marta Kostyuk bateu a qualifier americana Ashlyn Krueger por duplo 6-4 e será a adversária de Paolini. Taylor Fritz afastou Alexander Bublik em três sets, enquanto Elise Mertens e Linda Noskova também avançaram. O duelo entre Alexander Zverev e Jiri Lehecka foi interrompido pelo recolher obrigatório com o alemão a liderar por 2-0 em sets e 3-3 no terceiro. Observadores em Lisboa notam que o ténis italiano vive um momento excecional, com três representantes nos quartos de final — Cobolli, Paolini e o campeão em título Jannik Sinner —, consolidando uma presença que já se tornara habitual nas fases decisivas dos Grand Slams. Cobolli enfrentará Fery na quarta-feira, repetindo o confronto do Open da Austrália deste ano, onde o britânico levou a melhor.
| Imprensa europeia continental | +0.40 | aligned |
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| Imprensa atlântica / anglosfera | +0.30 | aligned |
| Imprensa latino-americana | +0.50 | aligned |
Italy celebrates its champions at Wimbledon, with Paolini and Cobolli ready to write a new page of history.
By emphasizing the Italian athletes' journey and downplaying opponents' achievements, a narrative of national pride is created.
The stories of Eala or Osaka are not explored, while they are central in other blocs.
Alexandra Eala is the new star of tennis; her victory over Swiatek is a historic feat that deserves global attention.
By telling Eala's personal story and its significance for the Philippines, an underdog narrative arc is created that captures the imagination.
The Italian context or Osaka's match are not mentioned, focusing solely on Eala.
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By presenting the win as an unexpected and dominant feat, the surprise and power of Osaka are emphasized.
Paolini, Cobolli, or Eala are not mentioned, while they are protagonists in other blocs.
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