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Naomi Osaka estreia-se em Wimbledon com vitória e quimono de homenagem ao Japão

A tenista venceu Elsa Jacquemot por 6-1 e 7-5, após entrar em court com um quimono branco inspirado em 'Kill Bill', fundindo tradição, cinema e herança cultural.

Naomi Osaka iniciou a sua campanha em Wimbledon com uma vitória convincente sobre a francesa Elsa Jacquemot, por 6-1 e 7-5, em 79 minutos, disparando 34 winners e convertendo quatro de nove pontos de break. A ex-número um mundial, que na semana anterior abandonara a final de Bad Homburg devido a uma lesão no pé, não mostrou limitações físicas no court 3 do All England Club.

Contudo, o momento mais comentado ocorreu antes do primeiro serviço: Osaka entrou em court com um quimono branco de mangas amplas e bordados de grous e flores de cerejeira, criado pela estilista toquiota Hana Yagi, complementado por um adorno de cabelo kanzashi. A peça respeitava o rígido código de vestuário do torneio, que exige branco total desde 1963, e foi descrita pela tenista como uma homenagem à sua herança japonesa e haitiana, bem como ao filme 'Kill Bill', de Quentin Tarantino, em particular à personagem O-Ren Ishii, interpretada por Lucy Liu. 'Quando penso em Wimbledon, penso no branco total e na tradição. Depois penso na minha cultura, na silhueta mais icónica, que para mim é o quimono', afirmou Osaka após o encontro.

Na imprensa europeia, o gesto foi interpretado como uma afirmação de identidade cultural dentro de um torneio historicamente rígido. Comentadores em Espanha e no Reino Unido sublinharam que Osaka conseguiu 'respeitar a tradição sem renunciar à criatividade'. Já na Ásia, a escolha do quimono foi recebida como um tributo à cultura japonesa, com meios de comunicação indonésios e malaios a destacarem a fusão entre desporto e património. Em África, a cobertura ganesa enfatizou a declaração de 'amor e respeito pelo Japão', enquanto analistas latino-americanos, no Brasil e na Argentina, notaram a continuidade de uma estratégia de moda que transforma as entradas em court em eventos mediáticos, recordando os looks inspirados em medusas na Austrália e o vestido dourado em Roland Garros.

Osaka, de 28 anos, regressou ao top 20 mundial após o nascimento da filha em 2023 e atingiu as meias-finais do US Open do ano passado, mas nunca ultrapassou a terceira ronda em Wimbledon. A própria tenista admitiu que as roupas extravagantes acrescentam pressão: 'Uma parte de mim quer jogar bem para poder continuar a usá-las. Não queres usar um vestido de gala e perder na primeira ronda.' Apesar disso, afirmou que a moda se tornou uma forma de tornar o ténis 'divertido' e de se expressar como uma personagem de videojogo em court.

Com este triunfo, Osaka avança para a segunda ronda, onde enfrentará a russa Anastasia Gasanova, num encontro que testará a sua condição física e a consistência em relva, superfície em que procura ainda igualar o desempenho de outros palcos do Grand Slam.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Naomi Osaka mais uma vez transformou Wimbledon em uma passarela de moda, entrando em quadra com um quimono branco que homenageava sua herança japonesa e o filme Kill Bill. O traje, que respeitava o rígido código de vestimenta todo branco do torneio, reforça sua imagem de ícone que funde esporte, identidade e estilo disruptivo. Sua vitória na primeira rodada apenas acrescentou à narrativa triunfante da expressão pessoal superando tradições rígidas.

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Naomi Osaka cativou o mundo ao pisar na quadra de Wimbledon com um elegante quimono todo branco, aderindo habilmente ao código de vestimenta do torneio enquanto exibia suas raízes culturais japonesas. O traje, uma colaboração com uma designer de Tóquio, continua sua tendência de declarações de moda espetaculares em Grand Slams. Sua capacidade de misturar tradição com toque moderno atraiu ampla admiração.

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Atualizado 01:342 idiomas · 4 veículos
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segunda-feira, 29 de junho de 2026

Naomi Osaka estreia-se em Wimbledon com vitória e quimono de homenagem ao Japão

A tenista venceu Elsa Jacquemot por 6-1 e 7-5, após entrar em court com um quimono branco inspirado em 'Kill Bill', fundindo tradição, cinema e herança cultural.

Naomi Osaka iniciou a sua campanha em Wimbledon com uma vitória convincente sobre a francesa Elsa Jacquemot, por 6-1 e 7-5, em 79 minutos, disparando 34 winners e convertendo quatro de nove pontos de break. A ex-número um mundial, que na semana anterior abandonara a final de Bad Homburg devido a uma lesão no pé, não mostrou limitações físicas no court 3 do All England Club.

Contudo, o momento mais comentado ocorreu antes do primeiro serviço: Osaka entrou em court com um quimono branco de mangas amplas e bordados de grous e flores de cerejeira, criado pela estilista toquiota Hana Yagi, complementado por um adorno de cabelo kanzashi. A peça respeitava o rígido código de vestuário do torneio, que exige branco total desde 1963, e foi descrita pela tenista como uma homenagem à sua herança japonesa e haitiana, bem como ao filme 'Kill Bill', de Quentin Tarantino, em particular à personagem O-Ren Ishii, interpretada por Lucy Liu. 'Quando penso em Wimbledon, penso no branco total e na tradição. Depois penso na minha cultura, na silhueta mais icónica, que para mim é o quimono', afirmou Osaka após o encontro.

Na imprensa europeia, o gesto foi interpretado como uma afirmação de identidade cultural dentro de um torneio historicamente rígido. Comentadores em Espanha e no Reino Unido sublinharam que Osaka conseguiu 'respeitar a tradição sem renunciar à criatividade'. Já na Ásia, a escolha do quimono foi recebida como um tributo à cultura japonesa, com meios de comunicação indonésios e malaios a destacarem a fusão entre desporto e património. Em África, a cobertura ganesa enfatizou a declaração de 'amor e respeito pelo Japão', enquanto analistas latino-americanos, no Brasil e na Argentina, notaram a continuidade de uma estratégia de moda que transforma as entradas em court em eventos mediáticos, recordando os looks inspirados em medusas na Austrália e o vestido dourado em Roland Garros.

Osaka, de 28 anos, regressou ao top 20 mundial após o nascimento da filha em 2023 e atingiu as meias-finais do US Open do ano passado, mas nunca ultrapassou a terceira ronda em Wimbledon. A própria tenista admitiu que as roupas extravagantes acrescentam pressão: 'Uma parte de mim quer jogar bem para poder continuar a usá-las. Não queres usar um vestido de gala e perder na primeira ronda.' Apesar disso, afirmou que a moda se tornou uma forma de tornar o ténis 'divertido' e de se expressar como uma personagem de videojogo em court.

Com este triunfo, Osaka avança para a segunda ronda, onde enfrentará a russa Anastasia Gasanova, num encontro que testará a sua condição física e a consistência em relva, superfície em que procura ainda igualar o desempenho de outros palcos do Grand Slam.

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Naomi Osaka mais uma vez transformou Wimbledon em uma passarela de moda, entrando em quadra com um quimono branco que homenageava sua herança japonesa e o filme Kill Bill. O traje, que respeitava o rígido código de vestimenta todo branco do torneio, reforça sua imagem de ícone que funde esporte, identidade e estilo disruptivo. Sua vitória na primeira rodada apenas acrescentou à narrativa triunfante da expressão pessoal superando tradições rígidas.

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Naomi Osaka cativou o mundo ao pisar na quadra de Wimbledon com um elegante quimono todo branco, aderindo habilmente ao código de vestimenta do torneio enquanto exibia suas raízes culturais japonesas. O traje, uma colaboração com uma designer de Tóquio, continua sua tendência de declarações de moda espetaculares em Grand Slams. Sua capacidade de misturar tradição com toque moderno atraiu ampla admiração.

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