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Esportesexta-feira, 3 de julho de 2026

Nagelsmann deixa o cargo de técnico da Alemanha após eliminação precoce no Mundial

Treinador de 38 anos renuncia quatro dias depois da derrota nos pênaltis para o Paraguai, e federação anuncia conversas com Jürgen Klopp para a sucessão.

A renúncia de Julian Nagelsmann ao comando da seleção alemã foi oficializada nesta sexta-feira, quatro dias após a eliminação para o Paraguai nos pênaltis, nas oitavas de final do Mundial de 2026. A decisão, comunicada pela Federação Alemã de Futebol (DFB), veio depois de uma reunião de três horas na véspera, em que os dirigentes ouviram as justificativas do treinador e, segundo a imprensa alemã, o aconselharam a deixar o cargo. Nagelsmann, que tinha contrato até 2028, receberá cerca de 7 milhões de euros de indenização. Em nota, afirmou que a equipe merecia “a chance de um recomeço sem o peso do passado”.

A derrota para os paraguaios, após empate em 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, foi a primeira da Alemanha em disputas de pênaltis em Copas e aprofundou a crise de uma seleção que não vence um jogo eliminatório desde a final de 2014. A campanha já vinha sob críticas: vitória magra sobre a Costa do Marfim e derrota para o Equador na fase de grupos expuseram problemas táticos e escolhas questionadas, como a volta do veterano Manuel Neuer ao gol e o uso de Joshua Kimmich na lateral direita. Na imprensa europeia, analistas apontaram que Nagelsmann não conseguiu repetir o futebol que levara a Alemanha às quartas de final da Euro 2024.

A DFB confirmou que iniciará conversas com Jürgen Klopp, que já sinalizou “disposição geral” para assumir. O ex-técnico de Liverpool e Borussia Dortmund, hoje diretor global de futebol da Red Bull, tem contrato até 2029, mas, segundo a imprensa alemã, um acordo verbal o liberaria para a seleção — embora a federação possa ter de pagar uma taxa de transferência, algo inédito. A saída de Nagelsmann também provocou baixas na estrutura: o diretor-executivo Andreas Rettig não renovará, e os auxiliares Benjamin Glück e Benjamin Hübner deixam o cargo.

A repercussão internacional sublinhou o peso do desligamento. Na Espanha, o diário Marca classificou Nagelsmann como “mais uma vítima” do Mundial; na Itália, a Gazzetta dello Sport destacou a rapidez da DFB em agir. No Brasil, a notícia foi recebida com surpresa, dada a reputação do treinador como um dos jovens mais promissores da Europa. Em Portugal, o CBN lembrou que Nagelsmann é o sétimo técnico a deixar o cargo após a Copa, ao lado de Ronald Koeman e Marcelo Bielsa.

O próximo jogo da Alemanha é em 24 de setembro, pela Liga das Nações, contra os Países Baixos. A urgência em definir o novo comandante é evidente, e a expectativa é que as negociações com Klopp avancem rapidamente, para que o técnico possa iniciar a reconstrução de uma equipe que, nas palavras do próprio Nagelsmann, “merecia muito mais”.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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After Germany's humiliating World Cup exit, the federation quickly turned to Jürgen Klopp as the savior. The former Liverpool manager has accepted the offer, and his arrival is seen as a decisive step to restore glory. The tone is one of relief and optimism, focusing on the charismatic leader who will fix the team.

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German and Nordic outlets analyze the deeper issues behind the World Cup exit, focusing on squad renewal and tactical flaws. Klopp's potential appointment is discussed cautiously, as part of a broader rebuild rather than a magic fix. The tone is analytical and forward-looking, emphasizing structural changes over individual saviors.

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sexta-feira, 3 de julho de 2026

Nagelsmann deixa o cargo de técnico da Alemanha após eliminação precoce no Mundial

Treinador de 38 anos renuncia quatro dias depois da derrota nos pênaltis para o Paraguai, e federação anuncia conversas com Jürgen Klopp para a sucessão.

A renúncia de Julian Nagelsmann ao comando da seleção alemã foi oficializada nesta sexta-feira, quatro dias após a eliminação para o Paraguai nos pênaltis, nas oitavas de final do Mundial de 2026. A decisão, comunicada pela Federação Alemã de Futebol (DFB), veio depois de uma reunião de três horas na véspera, em que os dirigentes ouviram as justificativas do treinador e, segundo a imprensa alemã, o aconselharam a deixar o cargo. Nagelsmann, que tinha contrato até 2028, receberá cerca de 7 milhões de euros de indenização. Em nota, afirmou que a equipe merecia “a chance de um recomeço sem o peso do passado”.

A derrota para os paraguaios, após empate em 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, foi a primeira da Alemanha em disputas de pênaltis em Copas e aprofundou a crise de uma seleção que não vence um jogo eliminatório desde a final de 2014. A campanha já vinha sob críticas: vitória magra sobre a Costa do Marfim e derrota para o Equador na fase de grupos expuseram problemas táticos e escolhas questionadas, como a volta do veterano Manuel Neuer ao gol e o uso de Joshua Kimmich na lateral direita. Na imprensa europeia, analistas apontaram que Nagelsmann não conseguiu repetir o futebol que levara a Alemanha às quartas de final da Euro 2024.

A DFB confirmou que iniciará conversas com Jürgen Klopp, que já sinalizou “disposição geral” para assumir. O ex-técnico de Liverpool e Borussia Dortmund, hoje diretor global de futebol da Red Bull, tem contrato até 2029, mas, segundo a imprensa alemã, um acordo verbal o liberaria para a seleção — embora a federação possa ter de pagar uma taxa de transferência, algo inédito. A saída de Nagelsmann também provocou baixas na estrutura: o diretor-executivo Andreas Rettig não renovará, e os auxiliares Benjamin Glück e Benjamin Hübner deixam o cargo.

A repercussão internacional sublinhou o peso do desligamento. Na Espanha, o diário Marca classificou Nagelsmann como “mais uma vítima” do Mundial; na Itália, a Gazzetta dello Sport destacou a rapidez da DFB em agir. No Brasil, a notícia foi recebida com surpresa, dada a reputação do treinador como um dos jovens mais promissores da Europa. Em Portugal, o CBN lembrou que Nagelsmann é o sétimo técnico a deixar o cargo após a Copa, ao lado de Ronald Koeman e Marcelo Bielsa.

O próximo jogo da Alemanha é em 24 de setembro, pela Liga das Nações, contra os Países Baixos. A urgência em definir o novo comandante é evidente, e a expectativa é que as negociações com Klopp avancem rapidamente, para que o técnico possa iniciar a reconstrução de uma equipe que, nas palavras do próprio Nagelsmann, “merecia muito mais”.

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Como a mesma história é contada em outros lugares.

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TriunfoPragmatismoUrgência

After Germany's humiliating World Cup exit, the federation quickly turned to Jürgen Klopp as the savior. The former Liverpool manager has accepted the offer, and his arrival is seen as a decisive step to restore glory. The tone is one of relief and optimism, focusing on the charismatic leader who will fix the team.

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CeticismoPragmatismoDistanciamento

German and Nordic outlets analyze the deeper issues behind the World Cup exit, focusing on squad renewal and tactical flaws. Klopp's potential appointment is discussed cautiously, as part of a broader rebuild rather than a magic fix. The tone is analytical and forward-looking, emphasizing structural changes over individual saviors.

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