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Esportequinta-feira, 2 de julho de 2026

Messi e Mbappé dividem artilharia, mas argentino já é o maior goleador da história das Copas

Com seis gols cada, os dois craques travam duelo particular no Mundial de 2026, enquanto Messi amplia recorde histórico e Mbappé ameaça ultrapassá-lo já nesta edição.

A fase de grupos do Mundial de 2026 terminou com um empate simbólico no topo da tabela de artilheiros: Lionel Messi e Kylian Mbappé somam seis gols cada. O argentino, porém, já fez história ao tornar-se o maior goleador de todos os tempos em Copas do Mundo, com 19 tentos, superando os 16 do alemão Miroslav Klose. Mbappé, com 18, está a um passo de assumir a liderança histórica ainda neste torneio, o que acrescenta uma camada de tensão à disputa pela Chuteira de Ouro.

Messi construiu sua marca com um hat-trick na estreia contra a Argélia, dois gols diante da Áustria e um sobre a Jordânia. Aos 39 anos, o camisa 10 argentino é também o jogador que menos corre em campo: média de 8,1 quilômetros a cada 90 minutos, segundo dados da Opta. Observadores na América do Sul atribuem essa economia de deslocamento a uma leitura de jogo que começa antes de a bola chegar aos seus pés — os chamados “scanning”, movimentos de cabeça para mapear o espaço ao redor, medidos por sensores em estudos europeus. Essa perceção antecipada permite que Messi pareça mais rápido do que é, como notam analistas na imprensa do Sudeste Asiático, ecoando a velha máxima de Johan Cruyff de que velocidade é, muitas vezes, sinónimo de antecipação.

Mbappé, por sua vez, respondeu com três dobradinhas consecutivas: Senegal, Iraque e Suécia. O francês lidera a corrida pela Chuteira de Ouro graças ao critério de desempate — duas assistências, contra nenhuma de Messi. Na perspetiva de veículos europeus, a profundidade do elenco francês e o volume de jogo ofensivo dos Bleus dão a Mbappé uma plataforma mais estável para seguir faturando. O próprio jogador, após a goleada sobre a Suécia, afirmou que o foco está em chegar à final de 19 de julho, e não na artilharia, mas reconheceu: “Acredito que Leo fará mais gols”.

Atrás da dupla, Erling Haaland e Harry Kane somam cinco gols e seguem como ameaças reais. Haaland, em particular, é tratado como “azarão” por comentaristas na Ásia, mas terá pela frente o Brasil nas oitavas de final, um teste que pode tanto catapultá-lo quanto interromper sua escalada. A concentração de grandes goleadores nesta edição — Vinícius Júnior e Dembélé têm quatro — é lida por analistas na Europa como reflexo de uma escassez de duplas de zaga de altíssimo nível, o que inflaciona os números dos atacantes.

O próximo capítulo será escrito nos mata-matas. A Argentina enfrenta Cabo Verde nas 32as de final, duelo em que Messi terá a oportunidade de se isolar na artilharia e ampliar o recorde histórico. A França, já classificada, aguarda adversário, enquanto Mbappé carrega a vantagem do desempate. O que está em jogo não é apenas um troféu individual, mas a possibilidade de o camisa 10 dos Bleus encerrar o torneio como o maior artilheiro da história das Copas, superando justamente o rival que hoje persegue.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Apesar da idade, da baixa estatura e da pouca velocidade, Messi é o artilheiro com seis gols. Seu segredo está em transformar suas pretensas fraquezas em vantagens.

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Messi reescreveu a história da Copa ao quebrar o recorde de Klose com 19 gols. Um hat-trick na estreia consagrou seu novo status de maior artilheiro do torneio.

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quinta-feira, 2 de julho de 2026

Messi e Mbappé dividem artilharia, mas argentino já é o maior goleador da história das Copas

Com seis gols cada, os dois craques travam duelo particular no Mundial de 2026, enquanto Messi amplia recorde histórico e Mbappé ameaça ultrapassá-lo já nesta edição.

A fase de grupos do Mundial de 2026 terminou com um empate simbólico no topo da tabela de artilheiros: Lionel Messi e Kylian Mbappé somam seis gols cada. O argentino, porém, já fez história ao tornar-se o maior goleador de todos os tempos em Copas do Mundo, com 19 tentos, superando os 16 do alemão Miroslav Klose. Mbappé, com 18, está a um passo de assumir a liderança histórica ainda neste torneio, o que acrescenta uma camada de tensão à disputa pela Chuteira de Ouro.

Messi construiu sua marca com um hat-trick na estreia contra a Argélia, dois gols diante da Áustria e um sobre a Jordânia. Aos 39 anos, o camisa 10 argentino é também o jogador que menos corre em campo: média de 8,1 quilômetros a cada 90 minutos, segundo dados da Opta. Observadores na América do Sul atribuem essa economia de deslocamento a uma leitura de jogo que começa antes de a bola chegar aos seus pés — os chamados “scanning”, movimentos de cabeça para mapear o espaço ao redor, medidos por sensores em estudos europeus. Essa perceção antecipada permite que Messi pareça mais rápido do que é, como notam analistas na imprensa do Sudeste Asiático, ecoando a velha máxima de Johan Cruyff de que velocidade é, muitas vezes, sinónimo de antecipação.

Mbappé, por sua vez, respondeu com três dobradinhas consecutivas: Senegal, Iraque e Suécia. O francês lidera a corrida pela Chuteira de Ouro graças ao critério de desempate — duas assistências, contra nenhuma de Messi. Na perspetiva de veículos europeus, a profundidade do elenco francês e o volume de jogo ofensivo dos Bleus dão a Mbappé uma plataforma mais estável para seguir faturando. O próprio jogador, após a goleada sobre a Suécia, afirmou que o foco está em chegar à final de 19 de julho, e não na artilharia, mas reconheceu: “Acredito que Leo fará mais gols”.

Atrás da dupla, Erling Haaland e Harry Kane somam cinco gols e seguem como ameaças reais. Haaland, em particular, é tratado como “azarão” por comentaristas na Ásia, mas terá pela frente o Brasil nas oitavas de final, um teste que pode tanto catapultá-lo quanto interromper sua escalada. A concentração de grandes goleadores nesta edição — Vinícius Júnior e Dembélé têm quatro — é lida por analistas na Europa como reflexo de uma escassez de duplas de zaga de altíssimo nível, o que inflaciona os números dos atacantes.

O próximo capítulo será escrito nos mata-matas. A Argentina enfrenta Cabo Verde nas 32as de final, duelo em que Messi terá a oportunidade de se isolar na artilharia e ampliar o recorde histórico. A França, já classificada, aguarda adversário, enquanto Mbappé carrega a vantagem do desempate. O que está em jogo não é apenas um troféu individual, mas a possibilidade de o camisa 10 dos Bleus encerrar o torneio como o maior artilheiro da história das Copas, superando justamente o rival que hoje persegue.

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Como a mesma história é contada em outros lugares.

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IroniaDistanciamento

Apesar da idade, da baixa estatura e da pouca velocidade, Messi é o artilheiro com seis gols. Seu segredo está em transformar suas pretensas fraquezas em vantagens.

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TriunfoUrgência

Messi reescreveu a história da Copa ao quebrar o recorde de Klose com 19 gols. Um hat-trick na estreia consagrou seu novo status de maior artilheiro do torneio.

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