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Crime e Desastressexta-feira, 26 de junho de 2026

Desabamento em Lagos faz nove mortos; cheias e incêndios atingem comunidades na África e Índia

Autoridades investigam colapso de edifício marcado para demolição, enquanto chuvas torrenciais isolam bairros no Gana e em Lagos, e um armazém desaba em Calcutá.

Pelo menos nove pessoas morreram e 27 foram resgatadas com vida do desabamento de um edifício de três andares no bairro de Alakija, em Lagos, na Nigéria, na quinta-feira. O incidente, que vitimou sobretudo comerciantes, ocorreu num contexto de múltiplas emergências provocadas por chuvas intensas e incêndios em países da África Ocidental e na Índia, com comunidades isoladas no Gana e em outros pontos da metrópole nigeriana, e um colapso de armazém em Calcutá que fez cinco mortos.

Segundo o governo do estado de Lagos, o edifício de Alakija já tinha sido identificado como estrutura degradada e estava sinalizado para desocupação, mas vários ocupantes regressaram após uma primeira evacuação. O comissário da Informação, Gbenga Omotoso, afirmou que as autoridades vão demolir outras construções defeituosas na área e que os proprietários serão investigados e, se considerados responsáveis, processados judicialmente. Equipas de emergência recuperaram nove corpos, incluindo o de uma menina, e resgataram 27 pessoas, a maioria sem ferimentos graves.

No município de Ga Norte, no Gana, as fortes chuvas de quinta-feira à noite inundaram dezenas de habitações nas urbanizações de Vicolis e Amamorley, forçando famílias a abandonar as casas e a procurar abrigo em edifícios vizinhos. Moradores atribuíram a dimensão das cheias ao entupimento do canal de Insakina por lixo arrastado de outras comunidades, e apelaram à dragagem urgente da drenagem. Não há registo de vítimas mortais. Em Calcutá, na Índia, o governo de Bengala Ocidental anunciou a detenção de seis pessoas na sequência do colapso de um armazém em construção que matou cinco trabalhadores. As autoridades locais prometeram incluir o arquiteto responsável numa lista negra e investigar eventuais irregularidades na aprovação do projeto.

As chuvas também isolaram bairros inteiros em Lagos, como Ajah e Mafoluku, onde a água submergiu estradas e obrigou moradores a atravessar a pé zonas alagadas. Residentes relataram que as inundações são recorrentes e pediram intervenção urgente na rede de drenagem. Na mesma cidade, um incêndio deflagrou na noite de sexta-feira num edifício da rua Biola, em Ketu, sem que houvesse registo de vítimas até ao momento. As causas do fogo permanecem por apurar.

As investigações sobre o desabamento em Alakija e o incêndio em Ketu estão em curso, enquanto as autoridades de Lagos reforçam os apelos para que os cidadãos abandonem imóveis em risco. Os incidentes ocorrem num contexto de urbanização acelerada e infraestruturas deficientes, realidade partilhada por muitas cidades em países lusófonos, como Luanda ou Maputo, onde as chuvas torrenciais também expõem a vulnerabilidade das populações.

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Le comunità colpite chiedono aiuto, mentre i governi locali faticano a rispondere.

Mecanismoumanizzazione

Enfatizzare la sofferenza umana e la mancanza di risorse per generare empatia e pressione.

AlarmeIndignação
Imprensa indiana e sul-asiática−0.10
Voz

L'India affronta la tragedia con resilienza, ma le infrastrutture mostrano crepe.

Mecanismoautocritica controllata

Bilanciare orgoglio nazionale e autocritica per mantenere la fiducia.

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sexta-feira, 26 de junho de 2026

Desabamento em Lagos faz nove mortos; cheias e incêndios atingem comunidades na África e Índia

Autoridades investigam colapso de edifício marcado para demolição, enquanto chuvas torrenciais isolam bairros no Gana e em Lagos, e um armazém desaba em Calcutá.

Pelo menos nove pessoas morreram e 27 foram resgatadas com vida do desabamento de um edifício de três andares no bairro de Alakija, em Lagos, na Nigéria, na quinta-feira. O incidente, que vitimou sobretudo comerciantes, ocorreu num contexto de múltiplas emergências provocadas por chuvas intensas e incêndios em países da África Ocidental e na Índia, com comunidades isoladas no Gana e em outros pontos da metrópole nigeriana, e um colapso de armazém em Calcutá que fez cinco mortos.

Segundo o governo do estado de Lagos, o edifício de Alakija já tinha sido identificado como estrutura degradada e estava sinalizado para desocupação, mas vários ocupantes regressaram após uma primeira evacuação. O comissário da Informação, Gbenga Omotoso, afirmou que as autoridades vão demolir outras construções defeituosas na área e que os proprietários serão investigados e, se considerados responsáveis, processados judicialmente. Equipas de emergência recuperaram nove corpos, incluindo o de uma menina, e resgataram 27 pessoas, a maioria sem ferimentos graves.

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As investigações sobre o desabamento em Alakija e o incêndio em Ketu estão em curso, enquanto as autoridades de Lagos reforçam os apelos para que os cidadãos abandonem imóveis em risco. Os incidentes ocorrem num contexto de urbanização acelerada e infraestruturas deficientes, realidade partilhada por muitas cidades em países lusófonos, como Luanda ou Maputo, onde as chuvas torrenciais também expõem a vulnerabilidade das populações.

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