
Argentina sobrevive a sustos e encara Suíça por vaga nas semifinais do Mundial 2026
Após virada épica contra o Egito, equipe de Messi busca afirmação diante de uma Suíça sólida e invicta no torneio.
A Argentina chega às quartas de final do Mundial 2026 carregando o peso de duas vitórias dramáticas. Nos oitavos, em Atlanta, a campeã perdia por 2 a 0 para o Egito até os 79 minutos, quando uma assistência de Lionel Messi para Cristian Romero iniciou a reação. O próprio Messi empatou minutos depois, e Enzo Fernández selou o 3 a 2 nos acréscimos. Antes, nos 16avos, Cabo Verde também exigiu tempo extra para ser superado pelo mesmo placar. A sequência de sustos, relatada com alívio pela imprensa de Buenos Aires, manteve viva a possibilidade de um bicampeonato consecutivo, algo que a seleção não alcança desde 1990.
O técnico Lionel Scaloni mantém duas dúvidas para o duelo deste sábado, no Arrowhead Stadium, em Kansas City. Na lateral direita, Nahuel Molina e Gonzalo Montiel disputam a vaga; ambos tiveram atuações consideradas abaixo do esperado pela crónica argentina. No ataque, Julián Álvarez e Lautaro Martínez ainda não convenceram como parceiros de Messi. Nenhum dos dois marcou nos últimos jogos, e a busca por um sócio ofensivo tornou-se uma das narrativas centrais da preparação, como apontam analistas em Córdoba e Rosário. A provável escalação repete a base que enfrentou o Egito, com Emiliano Martínez no gol, a zaga formada por Lisandro Martínez e Cristian Romero, e o meio-campo com Leandro Paredes, Enzo Fernández, Alexis Mac Allister e Rodrigo De Paul.
Do outro lado, a Suíça construiu um percurso de solidez defensiva. Sob o comando de Murat Yakin, a equipa eliminou a Colômbia nos pênaltis após 120 minutos sem gols, e antes superara a Argélia por 2 a 0. A defesa suíça sofreu apenas três gols em todo o torneio, e o guarda-redes Gregor Kobel foi decisivo na disputa de penáltis. O capitão Granit Xhaka, apontado por veículos europeus como o cérebro do meio-campo, afirmou que enfrentar Messi é “um privilégio”. A Suíça nunca venceu a Argentina em sete confrontos oficiais, mas o último duelo em Copas, nas oitavas de 2014, só foi decidido na prorrogação com um golo de Ángel Di María.
Aos 39 anos, Messi lidera a tabela de artilheiros do Mundial com oito gols, empatado com Kylian Mbappé. A imprensa internacional, incluindo veículos da Inglaterra e da Noruega, ecoa elogios de jogadores como Bukayo Saka e Erling Haaland, que classificaram a atuação do argentino como “incrível” e “o melhor de todos os tempos”. O camisa 10 disputa a sua quinta partida de quartas de final em Mundiais, com um histórico de duas vitórias e duas derrotas, e busca colocar a Albiceleste nas semifinais pela segunda vez consecutiva.
O vencedor deste confronto enfrentará Inglaterra ou Noruega na semifinal, em Miami. Para a Argentina, o jogo representa a oportunidade de confirmar a candidatura ao título que as atuações irregulares ainda não consolidaram. Para a Suíça, é a chance de alcançar as semifinais pela primeira vez na história, um feito que, na perspetiva de analistas em Lisboa, sublinharia a evolução tática do futebol europeu para além das potências tradicionais.
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A Argentina está pronta para mostrar sua força, com Messi como farol. A equipe deve resolver os problemas defensivos e encontrar um parceiro para o capitão.
Enfatiza a centralidade de Messi e a necessidade de apoio, criando uma tensão narrativa entre o herói e as fraquezas da equipe.
Falta uma análise detalhada da Suíça, suas forças defensivas e a possibilidade de uma surpresa.
A partida é um evento esportivo a ser seguido, com horários e canais definidos. Argentina é a favorita, mas a Suíça pode surpreender.
Reduz a partida a um fato de programação, eliminando qualquer carga emocional ou nacional.
Nenhuma análise tática ou histórica é fornecida, apenas informações logísticas.
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