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Lewandowski assina com o Chicago Fire e deixa a Europa após 18 temporadas

Avançado polaco, de 37 anos, junta-se à MLS com contrato até 2028 e reforça equipa que ocupa o terceiro lugar na Conferência Este.

O Chicago Fire oficializou esta segunda-feira a contratação de Robert Lewandowski, que assinou um vínculo até ao final da época 2027-2028 da Major League Soccer. O avançado polaco, de 37 anos, chega na condição de Jogador Designado, mecanismo que permite às franquias ultrapassar o teto salarial, e ocupará uma vaga de internacional assim que obtiver o visto de trabalho. O anúncio surge durante a pausa para o Campeonato do Mundo de 2026, competição para a qual a Polónia não se qualificou, depois de cair no playoff frente à Suécia.

Lewandowski encerra um ciclo de quatro temporadas no Barcelona, onde conquistou três títulos da La Liga (2023, 2025 e 2026) e uma Taça do Rei (2025), somando 120 golos em 193 partidas oficiais. Antes, brilhara no Bayern de Munique, com o qual venceu a Liga dos Campeões em 2020 e foi eleito o Melhor Jogador da FIFA em 2020 e 2021. O diário desportivo catalão Sport sublinha que o polaco deixa o clube como o terceiro maior goleador da história da Liga dos Campeões, com 109 tentos, atrás apenas de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi. Na seleção, é o máximo artilheiro de sempre, com 89 golos em 167 internacionalizações.

A chegada a Chicago insere-se num projeto de reestruturação do clube, propriedade do bilionário Joe Mansueto, que também controla o FC Lugano, da Suíça. O treinador e diretor desportivo Gregg Berhalter afirmou que o polaco “reforça a ambição de competir por troféus e eleva os padrões do clube a uma altura digna desta cidade”. O Fire ocupa atualmente o terceiro lugar da Conferência Este, com 26 pontos em 14 jornadas, e procura quebrar um jejum de vitórias em jogos de playoff que perdura desde 2009. A numerosa comunidade polaca de Chicago, uma das maiores fora da Polónia, acrescenta um elemento simbólico à transferência.

O movimento confirma a capacidade da MLS de atrair figuras de primeiro plano mundial, num momento em que o Campeonato do Mundo decorre em solo norte-americano. A FIFA anunciou números recorde de assistência na fase de grupos (4,6 milhões de espetadores) e de golos (215), embora a média de público fique aquém da registada no Mundial de 1994. Enquanto o torneio avança para os oitavos de final — com o Brasil a garantir a qualificação graças a um golo de Gabriel Martinelli no prolongamento frente ao Japão —, a liga prepara o regresso da competição a 17 de julho, data em que o Chicago Fire defronta o Vancouver Whitecaps e Lewandowski poderá fazer a estreia.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Imprensa europeia continental/ DACH+
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Um ícone do futebol mundial recomeça a partir de Chicago. A transferência é celebrada como um golpe espetacular para o Fire, que recebe um craque absoluto. O foco está totalmente no prestígio do jogador e no novo capítulo de sua carreira.

Imprensa atlântica / anglosfera/ Econômica
CeticismoPragmatismo

Uma lenda do Barça escolhe pragmaticamente seu próximo destino. Apesar do ceticismo inicial sobre o investimento feito aos 34 anos, o jogador provou ser um bom negócio. A análise foca na relação custo-benefício e na longevidade da carreira.

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segunda-feira, 29 de junho de 2026

Lewandowski assina com o Chicago Fire e deixa a Europa após 18 temporadas

Avançado polaco, de 37 anos, junta-se à MLS com contrato até 2028 e reforça equipa que ocupa o terceiro lugar na Conferência Este.

O Chicago Fire oficializou esta segunda-feira a contratação de Robert Lewandowski, que assinou um vínculo até ao final da época 2027-2028 da Major League Soccer. O avançado polaco, de 37 anos, chega na condição de Jogador Designado, mecanismo que permite às franquias ultrapassar o teto salarial, e ocupará uma vaga de internacional assim que obtiver o visto de trabalho. O anúncio surge durante a pausa para o Campeonato do Mundo de 2026, competição para a qual a Polónia não se qualificou, depois de cair no playoff frente à Suécia.

Lewandowski encerra um ciclo de quatro temporadas no Barcelona, onde conquistou três títulos da La Liga (2023, 2025 e 2026) e uma Taça do Rei (2025), somando 120 golos em 193 partidas oficiais. Antes, brilhara no Bayern de Munique, com o qual venceu a Liga dos Campeões em 2020 e foi eleito o Melhor Jogador da FIFA em 2020 e 2021. O diário desportivo catalão Sport sublinha que o polaco deixa o clube como o terceiro maior goleador da história da Liga dos Campeões, com 109 tentos, atrás apenas de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi. Na seleção, é o máximo artilheiro de sempre, com 89 golos em 167 internacionalizações.

A chegada a Chicago insere-se num projeto de reestruturação do clube, propriedade do bilionário Joe Mansueto, que também controla o FC Lugano, da Suíça. O treinador e diretor desportivo Gregg Berhalter afirmou que o polaco “reforça a ambição de competir por troféus e eleva os padrões do clube a uma altura digna desta cidade”. O Fire ocupa atualmente o terceiro lugar da Conferência Este, com 26 pontos em 14 jornadas, e procura quebrar um jejum de vitórias em jogos de playoff que perdura desde 2009. A numerosa comunidade polaca de Chicago, uma das maiores fora da Polónia, acrescenta um elemento simbólico à transferência.

O movimento confirma a capacidade da MLS de atrair figuras de primeiro plano mundial, num momento em que o Campeonato do Mundo decorre em solo norte-americano. A FIFA anunciou números recorde de assistência na fase de grupos (4,6 milhões de espetadores) e de golos (215), embora a média de público fique aquém da registada no Mundial de 1994. Enquanto o torneio avança para os oitavos de final — com o Brasil a garantir a qualificação graças a um golo de Gabriel Martinelli no prolongamento frente ao Japão —, a liga prepara o regresso da competição a 17 de julho, data em que o Chicago Fire defronta o Vancouver Whitecaps e Lewandowski poderá fazer a estreia.

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Um ícone do futebol mundial recomeça a partir de Chicago. A transferência é celebrada como um golpe espetacular para o Fire, que recebe um craque absoluto. O foco está totalmente no prestígio do jogador e no novo capítulo de sua carreira.

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Uma lenda do Barça escolhe pragmaticamente seu próximo destino. Apesar do ceticismo inicial sobre o investimento feito aos 34 anos, o jogador provou ser um bom negócio. A análise foca na relação custo-benefício e na longevidade da carreira.

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