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Irã segura Bélgica com dez homens e mantém Grupo G sem vitórias

Com um gol anulado pelo VAR e a expulsão de Ngoy, o empate sem gols em Los Angeles deixa as duas seleções com dois pontos e o grupo totalmente aberto para a última rodada.

O Irã resistiu com dez homens a mais durante quase meia hora e arrancou um empate sem gols da Bélgica neste domingo, no SoFi Stadium, em Los Angeles, pela segunda rodada do Grupo G da Copa do Mundo de 2026. O resultado mantém as duas seleções sem vitórias na competição — ambas somam dois pontos, com os iranianos à frente no saldo de gols — e transfere toda a pressão para a jornada final. Um gol de Mehdi Taremi aos 25 minutos, anulado por impedimento milimétrico após revisão do VAR, e a expulsão direta do defensor belga Nathan Ngoy aos 21 da etapa complementar foram os lances que moldaram uma partida de amplo domínio europeu, mas de escassa pontaria.

A Bélgica entrou em campo com uma formação repleta de nomes consagrados — Kevin De Bruyne, Romelu Lukaku e Thibaut Courtois — e assumiu o controle desde o apito inicial. Nos primeiros dez minutos, a posse de bola belga atingiu 77%, e o volume ofensivo gerou 22 remates ao longo dos 90 minutos, sete deles na direção da baliza. Contudo, a equipa de Rudi Garcia esbarrou repetidamente numa defesa iraniana de cinco homens, a mais velha da história dos Mundiais (média de 32,52 anos), e nas intervenções do guarda-redes Alireza Beiranvand. Aos três minutos, Lukaku já estava amarelado após uma entrada dura sobre o próprio Beiranvand. O Irã, concentrado em defender, assustou aos 14 minutos com um remate de Hossein Kanaani que Courtois desviou para canto, e pouco depois Taremi finalizou com classe uma jogada ensaiada de livre, mas o lance foi invalidado por fora de jogo.

O panorama mudou aos 66 minutos, quando Ngoy errou um passe atrasado, permitiu que Taremi roubasse a bola e cometeu falta como último homem, recebendo cartão vermelho direto. A partir dali, a Bélgica, mesmo com um jogador a menos, continuou a criar as melhores oportunidades — Maxim De Cuyper, duas vezes, e Dodi Lukebakio exigiram defesas milagrosas de Beiranvand, que terminou o jogo com sete intervenções decisivas. Courtois, do outro lado, também foi determinante ao negar o golo a Taremi no início do segundo tempo e ao desviar um remate de longe de Saeid Ezatolahi já na reta final. Na imprensa europeia, a atuação belga foi classificada como “dececionante” e “sem ideias”; analistas no Irã, por sua vez, valorizaram a resiliência defensiva e a exibição do guardião, que já entrara para o folclore do futebol iraniano ao defender uma penalidade de Cristiano Ronaldo em 2018.

O empate aprofunda a indefinição no Grupo G, onde todos os três jogos disputados até agora terminaram empatados. Nova Zelândia e Egito, que se enfrentam ainda neste domingo em Vancouver, têm um ponto cada e podem assumir a liderança em caso de vitória. Fora do relvado, a seleção iraniana continua a enfrentar restrições de viagem impostas pelo país anfitrião: a equipa está baseada em Tijuana, no México, e só pôde entrar nos Estados Unidos 16 horas antes do pontapé inicial, situação que o treinador Amir Ghalenoei criticou duramente. O hino iraniano foi novamente vaiado por milhares de exilados presentes nas bancadas, num protesto contra o regime de Teerão que contrastou com o apoio ruidoso aos jogadores durante a partida.

Com o grupo completamente em aberto, a definição dos classificados fica para a madrugada de sábado, 27 de junho. A Bélgica viaja a Vancouver para enfrentar a Nova Zelândia, enquanto o Irã segue para Seattle, onde encara o Egito. Ambas as seleções precisam de vitórias para garantirem o apuramento sem depender de combinações de resultados, num cenário que mantém viva a possibilidade de uma eliminação precoce dos Diabos Vermelhos pela segunda vez consecutiva em Copas do Mundo.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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A Bélgica tropeça outra vez: o time estrelado não consegue furar o bloqueio iraniano e mergulha num drama esportivo. O domínio improdutivo e a expulsão de Ngoy colocam os Diabos Vermelhos com a corda no pescoço, forçados a vencer na rodada final. O Irã alimenta um sonho histórico de mata-mata com as defesas milagrosas de Beiranvand.

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A Bélgica continua com dificuldades na Copa, ainda sem vitórias após um 0x0 com um Irã aguerrido. Os Diabos Vermelhos controlaram a posse e criaram chances, mas foram frustrados pelas defesas de Beiranvand e pela expulsão de Ngoy. Agora precisam pontuar na última rodada, enquanto o Irã briga por uma vaga inédita no mata-mata.

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segunda-feira, 22 de junho de 2026

Irã segura Bélgica com dez homens e mantém Grupo G sem vitórias

Com um gol anulado pelo VAR e a expulsão de Ngoy, o empate sem gols em Los Angeles deixa as duas seleções com dois pontos e o grupo totalmente aberto para a última rodada.

O Irã resistiu com dez homens a mais durante quase meia hora e arrancou um empate sem gols da Bélgica neste domingo, no SoFi Stadium, em Los Angeles, pela segunda rodada do Grupo G da Copa do Mundo de 2026. O resultado mantém as duas seleções sem vitórias na competição — ambas somam dois pontos, com os iranianos à frente no saldo de gols — e transfere toda a pressão para a jornada final. Um gol de Mehdi Taremi aos 25 minutos, anulado por impedimento milimétrico após revisão do VAR, e a expulsão direta do defensor belga Nathan Ngoy aos 21 da etapa complementar foram os lances que moldaram uma partida de amplo domínio europeu, mas de escassa pontaria.

A Bélgica entrou em campo com uma formação repleta de nomes consagrados — Kevin De Bruyne, Romelu Lukaku e Thibaut Courtois — e assumiu o controle desde o apito inicial. Nos primeiros dez minutos, a posse de bola belga atingiu 77%, e o volume ofensivo gerou 22 remates ao longo dos 90 minutos, sete deles na direção da baliza. Contudo, a equipa de Rudi Garcia esbarrou repetidamente numa defesa iraniana de cinco homens, a mais velha da história dos Mundiais (média de 32,52 anos), e nas intervenções do guarda-redes Alireza Beiranvand. Aos três minutos, Lukaku já estava amarelado após uma entrada dura sobre o próprio Beiranvand. O Irã, concentrado em defender, assustou aos 14 minutos com um remate de Hossein Kanaani que Courtois desviou para canto, e pouco depois Taremi finalizou com classe uma jogada ensaiada de livre, mas o lance foi invalidado por fora de jogo.

O panorama mudou aos 66 minutos, quando Ngoy errou um passe atrasado, permitiu que Taremi roubasse a bola e cometeu falta como último homem, recebendo cartão vermelho direto. A partir dali, a Bélgica, mesmo com um jogador a menos, continuou a criar as melhores oportunidades — Maxim De Cuyper, duas vezes, e Dodi Lukebakio exigiram defesas milagrosas de Beiranvand, que terminou o jogo com sete intervenções decisivas. Courtois, do outro lado, também foi determinante ao negar o golo a Taremi no início do segundo tempo e ao desviar um remate de longe de Saeid Ezatolahi já na reta final. Na imprensa europeia, a atuação belga foi classificada como “dececionante” e “sem ideias”; analistas no Irã, por sua vez, valorizaram a resiliência defensiva e a exibição do guardião, que já entrara para o folclore do futebol iraniano ao defender uma penalidade de Cristiano Ronaldo em 2018.

O empate aprofunda a indefinição no Grupo G, onde todos os três jogos disputados até agora terminaram empatados. Nova Zelândia e Egito, que se enfrentam ainda neste domingo em Vancouver, têm um ponto cada e podem assumir a liderança em caso de vitória. Fora do relvado, a seleção iraniana continua a enfrentar restrições de viagem impostas pelo país anfitrião: a equipa está baseada em Tijuana, no México, e só pôde entrar nos Estados Unidos 16 horas antes do pontapé inicial, situação que o treinador Amir Ghalenoei criticou duramente. O hino iraniano foi novamente vaiado por milhares de exilados presentes nas bancadas, num protesto contra o regime de Teerão que contrastou com o apoio ruidoso aos jogadores durante a partida.

Com o grupo completamente em aberto, a definição dos classificados fica para a madrugada de sábado, 27 de junho. A Bélgica viaja a Vancouver para enfrentar a Nova Zelândia, enquanto o Irã segue para Seattle, onde encara o Egito. Ambas as seleções precisam de vitórias para garantirem o apuramento sem depender de combinações de resultados, num cenário que mantém viva a possibilidade de uma eliminação precoce dos Diabos Vermelhos pela segunda vez consecutiva em Copas do Mundo.

Divergência das fontes

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Quanto as fontes relatam os mesmos fatos de maneira diferente.

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Como a mesma história é contada em outros lugares.

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A Bélgica tropeça outra vez: o time estrelado não consegue furar o bloqueio iraniano e mergulha num drama esportivo. O domínio improdutivo e a expulsão de Ngoy colocam os Diabos Vermelhos com a corda no pescoço, forçados a vencer na rodada final. O Irã alimenta um sonho histórico de mata-mata com as defesas milagrosas de Beiranvand.

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A Bélgica continua com dificuldades na Copa, ainda sem vitórias após um 0x0 com um Irã aguerrido. Os Diabos Vermelhos controlaram a posse e criaram chances, mas foram frustrados pelas defesas de Beiranvand e pela expulsão de Ngoy. Agora precisam pontuar na última rodada, enquanto o Irã briga por uma vaga inédita no mata-mata.

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