
Vinicius Jr. pede desculpas e promete lutar pelo topo após eliminação do Brasil
Quase uma semana depois da derrota para a Noruega nas oitavas de final, o atacante publicou mensagem de frustração e prometeu reconduzir a seleção à elite mundial.
A eliminação do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, diante da Noruega, no MetLife Stadium, em Nova Jérsei, no último domingo (5), calou o país do futebol. Com dois gols de Erling Haaland, os noruegueses viraram um jogo que começou com um pênalti desperdiçado por Bruno Guimarães aos 14 minutos, defendido por Ørjan Nyland. A derrota por 2 a 1 representou a pior campanha brasileira desde 1990 e reacendeu o debate sobre o futuro da seleção pentacampeã.
Quase uma semana depois, na sexta-feira (10), o atacante Vinicius Jr. quebrou o silêncio com uma publicação no Instagram. “A sensação de frustração é absurda”, escreveu, pedindo desculpas aos torcedores e prometendo “lutar pelo sonho de voltar ao topo do mundo”. O jogador do Real Madrid, que marcou quatro gols na fase de grupos mas passou em branco nos mata-matas, explicou que precisou de dias para refletir. A imagem em preto e branco que acompanhou o texto mostrava-o prostrado no gramado, após o apito final. A decisão de não cobrar o pênalti, delegado a Guimarães, gerou críticas na imprensa brasileira, mas Vinicius defendeu a escolha, afirmando que o companheiro “bate melhor”.
O impacto da eliminação ecoou nas redes sociais. Um levantamento da Orbit Data Science, repercutido pela imprensa brasileira, indicou que 41% dos torcedores que comentaram sobre o futuro da seleção acreditam que o Brasil não voltará a conquistar uma Copa. A confiança, que já era baixa antes do torneio, atingiu 54% na convocação e caiu progressivamente. Apesar da frustração, a análise apontou que os brasileiros não elegeram um vilão específico, numa reação classificada como “gentil” pela líder da pesquisa. Na imprensa argentina, a eliminação foi tratada como o fim de um ciclo, enquanto veículos árabes destacaram o pedido de desculpas e a promessa de luta.
O técnico Carlo Ancelotti, que renovou contrato até 2030 antes do Mundial, permanece no cargo, apesar dos apelos por demissão de ex-jogadores como Romário. O coordenador de seleções, Rodrigo Caetano, reiterou a confiança no italiano. Enquanto isso, a Copa segue sem o Brasil: Noruega enfrentará a Inglaterra nas quartas de final, e a França, já nas semifinais, ameaça o status brasileiro de referência do “futebol bonito”. Para Vinicius, de 25 anos, o horizonte é o Mundial de 2030, que terá jogos em Espanha, Portugal e Marrocos, além das aberturas na Argentina, Uruguai e Paraguai. Até lá, a seleção terá de reconstruir a confiança de um país que, pela primeira vez em décadas, duvida do hexa.
| Imprensa latino-americana | −0.20 | neutral |
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| Imprensa africana subsaariana | 0.00 | neutral |
Vinicius fala em nome do Brasil, pedindo desculpas e prometendo lutar.
A narrativa personaliza a decepção nacional através da confissão emocional do jogador e a reforça com uma pesquisa, tornando a frustração íntima e estatisticamente fundamentada.
O relato apresenta os fatos sem tomar partido.
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