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Esportesábado, 20 de junho de 2026

Turquia cai sem gols após revés para Paraguai e dá adeus a Mundial 26

Favorita no Grupo D, a Turquia despede-se do Mundial sem um único gol, com sessenta e cinco remates, dois jogos em superioridade numérica e uma crise de eficácia que abala a “geração de ouro”.

A Turquia despediu-se precocemente do Mundial 2026 ao perder por 1-0 frente ao Paraguai, em Santa Clara, na segunda jornada do Grupo D. Favorita do grupo, a equipa de Vincenzo Montella somou a segunda derrota consecutiva, depois do 0-2 ante a Austrália, e sai da competição sem marcar qualquer golo — feito negativo que não se repetia numa seleção nos dois primeiros jogos de um Mundial desde que há registos (1966).

O Paraguai marcou cedo, aos 64 segundos, por Matías Galarza, num remate de fora da área. A Turquia respondeu com 79% de posse de bola e 32 disparos, mas esbarrou em falhas de pontaria e na resiliência defensiva adversária, mesmo com superioridade numérica durante mais de uma hora, após expulsão de um jogador paraguaio. Montella resumiu: “65 remates em dois jogos e nem um golo; nunca vi nada assim em 35 anos de carreira.”

As figuras da “geração de ouro” — Arda Güler, Hakan Çalhanoğlu, Kenan Yıldız — não evitaram o colapso ofensivo. A Turquia gerou apenas 3,5 golos esperados nos dois jogos, sinal de uma posse estéril e horizontal. Güler pediu desculpa ao país, admitindo vergonha. A imprensa turca descreveu o momento como “uma catástrofe nacional” (Habertürk) e a equipa como “a pior do torneio” (Sözcü). Analistas no Brasil e em Portugal veem no caso turco uma lição sobre os limites do domínio sem concretização, ecoando debates táticos recorrentes no futebol lusófono.

A eliminação expôs fragilidades estruturais. A equipa viajou para os EUA apenas onze dias antes do primeiro jogo, instalou-se no deserto do Arizona sob calor extremo e não contou com psicólogo na comitiva. O presidente da federação, Hacıosmanoğlu, atacara a comunicação social, ampliando o clima de pressão. Agora, os turcos cumprem o último encontro frente aos Estados Unidos, já apurados, e regressam a um debate aceso sobre o futuro do selecionador e da própria filosofia de jogo.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Imprensa europeia continentalImprensa latino-americana
Imprensa europeia continental
IndignaçãoCeticismoUrgência

A Turquia, favorita do Grupo D, está fora após duas derrotas sem marcar. Montella lamentou a ineficácia de 65 chutes. A imprensa europeia vê como um desperdício de uma geração de ouro.

Imprensa latino-americana
UrgênciaIndignaçãoIronia

A fúria ao vivo de um analista turco contra Montella viralizou, espelhando o desespero nacional. A mídia latino-americana destacou a esterilidade tática e o colapso emocional após a eliminação.

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sábado, 20 de junho de 2026

Turquia cai sem gols após revés para Paraguai e dá adeus a Mundial 26

Favorita no Grupo D, a Turquia despede-se do Mundial sem um único gol, com sessenta e cinco remates, dois jogos em superioridade numérica e uma crise de eficácia que abala a “geração de ouro”.

A Turquia despediu-se precocemente do Mundial 2026 ao perder por 1-0 frente ao Paraguai, em Santa Clara, na segunda jornada do Grupo D. Favorita do grupo, a equipa de Vincenzo Montella somou a segunda derrota consecutiva, depois do 0-2 ante a Austrália, e sai da competição sem marcar qualquer golo — feito negativo que não se repetia numa seleção nos dois primeiros jogos de um Mundial desde que há registos (1966).

O Paraguai marcou cedo, aos 64 segundos, por Matías Galarza, num remate de fora da área. A Turquia respondeu com 79% de posse de bola e 32 disparos, mas esbarrou em falhas de pontaria e na resiliência defensiva adversária, mesmo com superioridade numérica durante mais de uma hora, após expulsão de um jogador paraguaio. Montella resumiu: “65 remates em dois jogos e nem um golo; nunca vi nada assim em 35 anos de carreira.”

As figuras da “geração de ouro” — Arda Güler, Hakan Çalhanoğlu, Kenan Yıldız — não evitaram o colapso ofensivo. A Turquia gerou apenas 3,5 golos esperados nos dois jogos, sinal de uma posse estéril e horizontal. Güler pediu desculpa ao país, admitindo vergonha. A imprensa turca descreveu o momento como “uma catástrofe nacional” (Habertürk) e a equipa como “a pior do torneio” (Sözcü). Analistas no Brasil e em Portugal veem no caso turco uma lição sobre os limites do domínio sem concretização, ecoando debates táticos recorrentes no futebol lusófono.

A eliminação expôs fragilidades estruturais. A equipa viajou para os EUA apenas onze dias antes do primeiro jogo, instalou-se no deserto do Arizona sob calor extremo e não contou com psicólogo na comitiva. O presidente da federação, Hacıosmanoğlu, atacara a comunicação social, ampliando o clima de pressão. Agora, os turcos cumprem o último encontro frente aos Estados Unidos, já apurados, e regressam a um debate aceso sobre o futuro do selecionador e da própria filosofia de jogo.

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Imprensa europeia continentalImprensa latino-americana
Imprensa europeia continental
IndignaçãoCeticismoUrgência

A Turquia, favorita do Grupo D, está fora após duas derrotas sem marcar. Montella lamentou a ineficácia de 65 chutes. A imprensa europeia vê como um desperdício de uma geração de ouro.

Imprensa latino-americana
UrgênciaIndignaçãoIronia

A fúria ao vivo de um analista turco contra Montella viralizou, espelhando o desespero nacional. A mídia latino-americana destacou a esterilidade tática e o colapso emocional após a eliminação.

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