
Noruega tenta selar vaga contra Senegal pressionado no Grupo I
Após estreia avassaladora, os nórdicos dependem de nova vitória para avançar aos 16 avos; os Leões de Teranga, derrotados pela França, jogam a sobrevivência no Mundial.
A goleada por 4 a 1 sobre o Iraque na primeira jornada colocou a Noruega em posição de resolver a sua classificação já nesta segunda-feira, quando enfrenta Senegal no MetLife Stadium, em Nova Jersey. O desfecho do duelo, marcado para as 21h de Brasília com transmissão da TV Globo, Sportv e CazéTV, pode carimbar o passaporte nórdico para os 16 avos de final e, ao mesmo tempo, deixar os africanos à beira da eliminação. Com três pontos e saldo de gols superior ao da França, que também venceu, a equipa de Stale Solbakken sabe que um novo triunfo evita a necessidade de jogar a vida contra os franceses na última rodada.
A confiança norueguesa assenta sobretudo na contundência de Erling Haaland. O centroavante do Manchester City marcou duas vezes na estreia e chegou a 57 golos em 51 internacionalizações, números que, na perspetiva de Brasília, o colocam entre os protagonistas esperados do torneio. A seu lado, Martin Odegaard, capitão do Arsenal campeão inglês, dita o ritmo no meio-campo, enquanto Alexander Sorloth, referência do Atlético de Madrid, completa um tridente ofensivo que muitos analistas em Lisboa classificam como a “geração de ouro” norueguesa. Resta a dúvida defensiva: a equipa sofreu golos em quase todos os jogos recentes e não conseguiu manter a baliza inviolada frente ao Iraque, uma brecha que Senegal tentará explorar.
Os Leões de Teranga, derrotados por 3 a 1 pela França, não têm margem de erro. Apesar do resultado adverso, a atuação frente aos gauleses revelou uma equipa capaz de criar problemas, com Sadio Mané, Nicolas Jackson e Ismaïla Sarr a desperdiçarem oportunidades claras. A memória dos quartos de final em 2002 e a frustração recente na Copa Africana de Nações — onde abandonaram a final contra Marrocos — alimentam a urgência senegalesa. O historial entre as duas seleções resume-se a um amigável de 2006, vencido por Senegal por 2 a 1 em Dakar, dado que observadores em Maputo recordam para sublinhar a imprevisibilidade do confronto.
O árbitro brasileiro Wilton Sampaio dirige um jogo que opõe estilos distintos: a paciência nórdica na construção, centrada em Odegaard, contra a verticalidade africana nos contra-ataques. A imprensa europeia destaca a coesão do grupo norueguês, que, ao contrário de outras gerações talentosas, teria conseguido conter egos internos. Já os analistas senegaleses apostam na experiência de Kalidou Koulibaly e na criatividade de Lamine Camara para equilibrar o duelo.
Uma vitória norueguesa garante matematicamente o bilhete para a fase seguinte e transforma o jogo com a França numa formalidade. Para Senegal, só os três pontos mantêm vivo o sonho de repetir feitos passados. O Grupo I, que começou com França e Noruega como favoritas, pode ficar decidido antes do esperado.
Como a mesma história é contada em outros lugares.
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A cobertura do sudeste asiático destaca o plano tático do Senegal para conter Erling Haaland, ao mesmo tempo que reconhece que o perigo da Noruega vai além do seu atacante. As análises pré-jogo inclinam-se para uma vitória norueguesa, apontando Haaland como a arma decisiva que pode garantir a classificação antecipada.
Os veículos latino-americanos apresentam a partida como um passo crucial para a Noruega avançar, com Erling Haaland como figura central desfrutando de sua primeira Copa do Mundo. A cobertura enfatiza os altos riscos e fornece informações extensas sobre como assistir, tratando o jogo como um evento imperdível.
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