
Messi, Mbappé e Haaland regressam aos relvados num dia que pode selar destinos nos grupos I e J
Argentina e França procuram a qualificação antecipada, enquanto a Noruega tenta manter o pleno e o Senegal joga a sobrevivência no Mundial de 2026.
A segunda jornada dos grupos I e J coloca frente a frente três das maiores figuras do futebol mundial e desenha cenários de qualificação que podem ficar resolvidos ainda esta segunda-feira. Lionel Messi, a um golo de se isolar como o maior marcador da história dos Mundiais, lidera a campeã Argentina diante de uma Áustria que também venceu na estreia. Kylian Mbappé, com 14 tentos em Copas, comanda uma França repleta de talento ofensivo contra o Iraque, enquanto Erling Haaland, na sua primeira participação no torneio, enfrenta um Senegal que já não pode vacilar.
A Argentina chega ao AT&T Stadium, em Arlington, depois de um triunfo por 3-0 sobre a Argélia, construído com um hat-trick de Messi. O capitão albiceleste igualou os 16 golos de Miroslav Klose e, caso marque novamente, tornar-se-á o recordista absoluto da competição. Do lado austríaco, o defesa Stefan Posch foi autorizado a jogar com uma proteção facial após fraturar o maxilar na vitória por 3-1 contra a Jordânia. O técnico Ralf Rangnick garantiu que o jogador está apto, mas manteve a dúvida sobre a titularidade. Na perspetiva de Buenos Aires, a expectativa recai também sobre a escolha entre Lautaro Martínez e Julián Álvarez para acompanhar Messi no ataque.
No grupo I, a França exibe o estatuto de candidata ao título com uma geração que inclui Ousmane Dembélé, Ballon d’Or de 2025, e Désiré Doué, peça-chave do PSG campeão europeu. Mbappé bisou no 3-1 ao Senegal e procura agora aproximar-se dos registos de Messi e Klose. O Iraque, que alinhou com três guarda-redes na estreia para travar a Noruega, terá de repetir a estratégia defensiva para conter os gauleses. A Noruega, por sua vez, chega embalada pelo 4-1 ao Iraque, com dois golos de Haaland, e pode garantir a passagem aos dezasseis-avos de final se voltar a vencer. O Senegal, derrotado pela França, trata o jogo como uma final: o selecionador Pape Thiaw recusou antecipar alterações no onze, mas a presença do guarda-redes suplente Mory Diaw na conferência de imprensa alimentou especulações sobre a baliza.
A Jordânia e a Argélia encerram a jornada no Levi’s Stadium, em Santa Clara, ambas obrigadas a pontuar para manterem vivas as aspirações de apuramento, seja como segundas classificadas ou através do novo mecanismo dos melhores terceiros. Um empate deixaria as duas seleções em situação muito delicada. Para o público lusófono, o dia oferece transmissões em sinal aberto no Brasil: Argentina-Áustria passa na TV Globo, SporTV e Cazé TV, enquanto Noruega-Senegal também terá cobertura na Globo e no SporTV. França-Iraque e Jordânia-Argélia ficam restritos ao streaming.
O desfecho da jornada definirá os líderes dos grupos e poderá confirmar os primeiros apurados para a fase a eliminar. A Argentina depende apenas de si para assumir a dianteira do grupo J, ao passo que a Noruega pode carimbar o passaporte se bater o Senegal e a França não escorregar. Para os senegaleses, uma derrota significará depender de uma combinação improvável na última ronda, enquanto Jordânia e Argélia sabem que só a vitória as mantém com o destino nas próprias mãos.
Como a mesma história é contada em outros lugares.
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A segunda rodada dos grupos I e J é decisiva e coloca em campo os grandes astros: Messi, Mbappé e Haaland. A Argentina pode garantir a vaga e Messi busca se isolar como maior artilheiro da história das Copas. França e Noruega também miram a liderança, enquanto outras seleções lutam pela sobrevivência.
Messi, Mbappé e Haaland voltam a campo na segunda rodada dos grupos I e J. França e Argentina, após estrearem com vitória, miram a classificação matemática. Senegal já encara sua última chance de permanecer na disputa.
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