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Messi iguala recorde de Klose e Argentina encara Áustria por vaga antecipada no Mundial 2026

Com 16 gols em Copas, o capitão albiceleste pode isolar-se como maior artilheiro da história do torneio já nesta segunda-feira, em Dallas, enquanto a equipa de Scaloni busca a classificação aos 16avos de final.

A vitória por 3 a 0 sobre a Argélia na estreia do Grupo J não apenas confirmou a solidez da atual campeã mundial, como reescreveu a tabela de goleadores históricos. Lionel Messi, com um hat-trick no seu 200.º jogo pela seleção, igualou os 16 tentos do alemão Miroslav Klose e colocou-se a um golo de se tornar o maior marcador solitário das Copas. O feito, alcançado com um disparo de fora da área, um remate colocado e uma finalização após assistência de Nicolás González, teve contorno emocional: o jogador chorou após o primeiro golo, e a imprensa argentina reportou que o seu pai, Jorge Messi, enfrenta problemas de saúde. Agora, diante da Áustria, no AT&T Stadium, em Arlington, o camisa 10 tem a oportunidade de quebrar a marca e, simultaneamente, encaminhar a Albiceleste à fase eliminatória.

O técnico Lionel Scaloni fará uma alteração forçada na defesa: Nahuel Molina substitui Gonzalo Montiel, preservado por uma sobrecarga muscular. No ataque, Lautaro Martínez deve permanecer entre os titulares, apesar da recuperação de Julián Álvarez, enquanto Thiago Almada e Nicolás González disputam a vaga na esquerda. A Áustria, que estreou com vitória por 3 a 1 sobre a Jordânia, aposta na intensidade da pressão alta e nas transições rápidas características do trabalho de Ralf Rangnick. O capitão David Alaba, o volante Marcel Sabitzer e o experiente Marko Arnautovic são as referências de um conjunto que, na análise de observadores europeus, tem organização tática para incomodar a posse de bola argentina, embora a diferença de qualidade individual pese a favor dos sul-americanos.

O contexto do grupo é de confronto direto pela liderança. Argentina e Áustria somam três pontos, mas os campeões mundiais lideram pelo saldo de gols. Uma vitória combinada com um tropeço da Jordânia diante da Argélia garante o primeiro lugar da chave e a classificação antecipada. No Brasil, a atenção também se volta para a jornada repleta de estrelas: Kylian Mbappé, com 14 gols em Mundiais, entra em campo mais tarde pela França contra o Iraque, enquanto Erling Haaland lidera a Noruega frente ao Senegal. A tabela de artilheiros históricos, que já teve Ronaldo Fenômeno e Gerd Müller como referências, pode sofrer novas atualizações ao longo do dia.

A imprensa argentina destaca que Messi está a um triunfo de igualar outro recorde de Klose: o de mais vitórias em Copas (17). Já os veículos austríacos, como o El Confidencial e o La Razón, sublinham que a sua seleção não se resume a coadjuvante e que o plano de Rangnick passa por “sufocar” os espaços de criação do adversário. O historial entre as duas seleções é escasso: dois amistosos, um 5 a 1 para a Argentina em 1980, com hat-trick de Maradona, e um empate 1 a 1 em 1990. Este será o primeiro encontro oficial, e o árbitro egípcio Amin Mohamed Omar foi designado pela FIFA para conduzir a partida.

Uma vitória em Dallas assegura a presença argentina nos 16avos de final e permite a Scaloni gerir o desgaste na terceira rodada, diante da Jordânia. Para Messi, o golo que o isole no topo dos marcadores representaria a culminação de uma trajetória de seis Mundiais, iniciada em 2006, e reforçaria o seu legado no ocaso da carreira. A Áustria, por sua vez, tenta regressar aos mata-matas pela primeira vez desde 1982, e um resultado positivo manteria vivo esse objetivo antes do duelo final com a Argélia.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

2 grupos editoriais · 1 idiomas

50%
TomTemperaturaFocoPosicionamentoHorizonte
Imprensa latino-americanaImprensa do Sudeste Asiático
Imprensa latino-americana/ Mercado
TriunfoPragmatismo

A seleção argentina, após uma estreia brilhante com hat-trick de Messi, enfrenta a Áustria em um jogo de grupo decisivo. Uma vitória praticamente garantiria a classificação para a próxima fase, e a cobertura fornece todos os detalhes práticos para os torcedores acompanharem ao vivo e de graça. A narrativa é de triunfo e confiança pragmática, totalmente alinhada com a perspectiva albiceleste.

Imprensa do Sudeste Asiático
DistanciamentoPragmatismo

O confronto Argentina-Áustria é apresentado como um evento esportivo neutro, onde Messi pode igualar ou quebrar um recorde histórico. A mídia oferece previsões de placar, horários de transmissão e breves análises sem tomar partido. O tom é distanciado e pragmático, tratando a partida como mais uma etapa do torneio.

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Atualizado 17:031 idioma · 6 veículos
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segunda-feira, 22 de junho de 2026

Messi iguala recorde de Klose e Argentina encara Áustria por vaga antecipada no Mundial 2026

Com 16 gols em Copas, o capitão albiceleste pode isolar-se como maior artilheiro da história do torneio já nesta segunda-feira, em Dallas, enquanto a equipa de Scaloni busca a classificação aos 16avos de final.

A vitória por 3 a 0 sobre a Argélia na estreia do Grupo J não apenas confirmou a solidez da atual campeã mundial, como reescreveu a tabela de goleadores históricos. Lionel Messi, com um hat-trick no seu 200.º jogo pela seleção, igualou os 16 tentos do alemão Miroslav Klose e colocou-se a um golo de se tornar o maior marcador solitário das Copas. O feito, alcançado com um disparo de fora da área, um remate colocado e uma finalização após assistência de Nicolás González, teve contorno emocional: o jogador chorou após o primeiro golo, e a imprensa argentina reportou que o seu pai, Jorge Messi, enfrenta problemas de saúde. Agora, diante da Áustria, no AT&T Stadium, em Arlington, o camisa 10 tem a oportunidade de quebrar a marca e, simultaneamente, encaminhar a Albiceleste à fase eliminatória.

O técnico Lionel Scaloni fará uma alteração forçada na defesa: Nahuel Molina substitui Gonzalo Montiel, preservado por uma sobrecarga muscular. No ataque, Lautaro Martínez deve permanecer entre os titulares, apesar da recuperação de Julián Álvarez, enquanto Thiago Almada e Nicolás González disputam a vaga na esquerda. A Áustria, que estreou com vitória por 3 a 1 sobre a Jordânia, aposta na intensidade da pressão alta e nas transições rápidas características do trabalho de Ralf Rangnick. O capitão David Alaba, o volante Marcel Sabitzer e o experiente Marko Arnautovic são as referências de um conjunto que, na análise de observadores europeus, tem organização tática para incomodar a posse de bola argentina, embora a diferença de qualidade individual pese a favor dos sul-americanos.

O contexto do grupo é de confronto direto pela liderança. Argentina e Áustria somam três pontos, mas os campeões mundiais lideram pelo saldo de gols. Uma vitória combinada com um tropeço da Jordânia diante da Argélia garante o primeiro lugar da chave e a classificação antecipada. No Brasil, a atenção também se volta para a jornada repleta de estrelas: Kylian Mbappé, com 14 gols em Mundiais, entra em campo mais tarde pela França contra o Iraque, enquanto Erling Haaland lidera a Noruega frente ao Senegal. A tabela de artilheiros históricos, que já teve Ronaldo Fenômeno e Gerd Müller como referências, pode sofrer novas atualizações ao longo do dia.

A imprensa argentina destaca que Messi está a um triunfo de igualar outro recorde de Klose: o de mais vitórias em Copas (17). Já os veículos austríacos, como o El Confidencial e o La Razón, sublinham que a sua seleção não se resume a coadjuvante e que o plano de Rangnick passa por “sufocar” os espaços de criação do adversário. O historial entre as duas seleções é escasso: dois amistosos, um 5 a 1 para a Argentina em 1980, com hat-trick de Maradona, e um empate 1 a 1 em 1990. Este será o primeiro encontro oficial, e o árbitro egípcio Amin Mohamed Omar foi designado pela FIFA para conduzir a partida.

Uma vitória em Dallas assegura a presença argentina nos 16avos de final e permite a Scaloni gerir o desgaste na terceira rodada, diante da Jordânia. Para Messi, o golo que o isole no topo dos marcadores representaria a culminação de uma trajetória de seis Mundiais, iniciada em 2006, e reforçaria o seu legado no ocaso da carreira. A Áustria, por sua vez, tenta regressar aos mata-matas pela primeira vez desde 1982, e um resultado positivo manteria vivo esse objetivo antes do duelo final com a Argélia.

Divergência das fontes

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Quanto as fontes relatam os mesmos fatos de maneira diferente.

Como se dividem

Favorável50%
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Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Imprensa latino-americanaImprensa do Sudeste Asiático
Imprensa latino-americana/ Mercado
TriunfoPragmatismo

A seleção argentina, após uma estreia brilhante com hat-trick de Messi, enfrenta a Áustria em um jogo de grupo decisivo. Uma vitória praticamente garantiria a classificação para a próxima fase, e a cobertura fornece todos os detalhes práticos para os torcedores acompanharem ao vivo e de graça. A narrativa é de triunfo e confiança pragmática, totalmente alinhada com a perspectiva albiceleste.

Imprensa do Sudeste Asiático
DistanciamentoPragmatismo

O confronto Argentina-Áustria é apresentado como um evento esportivo neutro, onde Messi pode igualar ou quebrar um recorde histórico. A mídia oferece previsões de placar, horários de transmissão e breves análises sem tomar partido. O tom é distanciado e pragmático, tratando a partida como mais uma etapa do torneio.

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