
México carimba liderança e Aguirre ganha margem para lançar Ochoa no Mundial
Com vaga garantida após vitória sobre a Coreia do Sul, seleção mexicana pode promover estreias, incluindo a do veterano guarda-redes que busca igualar feito de Messi e Cristiano Ronaldo.
A vitória magra frente à Coreia do Sul (1-0), selada com um golo de Luis Romo nascido de uma hesitação do guarda-redes adversário, colocou o México — anfitrião do Mundial de 2026 — na condição de primeira seleção apurada para os oitavos de final e dona incontestada do Grupo A.\n\nCom seis pontos em dois jogos e a liderança matematicamente assegurada mesmo em caso de desaire na última jornada, Javier Aguirre vê o horizonte desanuviar-se. O treinador, que encarou cepticismo na terceira passagem pelo comando do Tri, aproveitou para conceder uma tarde livre ao plantel após o treino matinal de sábado, permitindo o convívio familiar antes de focar o duelo derradeiro da fase de grupos com a Chéquia, na quarta-feira, no Estádio Azteca.\n\nSem pressão classificativa, Aguirre admitiu que poderá rodar a equipa. O foco mediático no México recai sobre Guillermo Ochoa, guarda-redes de 40 anos convocado para o seu sexto Mundial. Todavia, segundo analistas da região, a FIFA não lhe concederá o emblema honorífico ‘Legacy’ a menos que dispute, pelo menos, um minuto em campo — ao contrário de Lionel Messi e Cristiano Ronaldo, que já somam minutos nas seis edições. Ochoa, que foi suplente em 2006, 2010 e, até agora, em 2026, apenas atuou nas Copas de 2014, 2018 e 2022.\n\nAlém de Ochoa, outros três convocados permanecem inéditos: o avançado Guillermo Martínez, o lateral Mateo Chávez e o também guarda-redes Carlos Acevedo. Observadores na capital mexicana recordam que, apesar da tentação de homenagear um ícone como Ochoa, Aguirre já afirmou publicamente que não está na seleção para «dar tributos». Contudo, a circunstância desportiva — a possibilidade de preservar titulares e o valor simbólico do Estádio Azteca, casa do América, clube formador do guardião — cria um cenário propício à estreia.\n\nA última vez que o México utilizou dois guarda-redes distintos numa mesma edição do Mundial foi em 1978. O jogo frente à Chéquia, adversário que ainda luta pela qualificação, representará assim um teste de gestão para Aguirre: manter a solidez defensiva que garantiu dois jogos sem sofrer golos, ao mesmo tempo que pode oferecer minutos de Mundial a quem, como Ochoa, procura um lugar na história.
Como a mesma história é contada em outros lugares.
2 grupos editoriais · 1 idiomas
Com a liderança do grupo garantida, o México volta as atenções para o rodízio do elenco. O técnico Aguirre avalia dar oportunidade a quem ainda não jogou, incluindo o experiente goleiro Ochoa, em busca de seu sexto Mundial. O clima é tranquilo, e a equipe aproveitou uma tarde livre com as famílias.
A imprensa internacional celebra Aguirre por silenciar os críticos ao levar o México, co-anfitrião, às oitavas com duas vitórias. As atuações sólidas substituíram a dúvida pela expectativa de uma campanha longa.
Artigos relacionados
Onda de calor extremo na Europa deixa dezenas de mortos e bate recordes históricos
9 idiomas · 30 veículos
Ciência e SaúdeFrança confirma primeiro caso de Ébola em médico regressado do Congo
6 idiomas · 35 veículos
Mídia e EntretenimentoGTA 6: pré-venda começa com preço de US$ 80 e nostalgia de Vice City
10 idiomas · 17 veículos