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Crime e Desastressegunda-feira, 22 de junho de 2026

Tiroteio em bairro judeu de Montreal deixa três mortos, incluindo polícia e suspeito

Autoridades canadianas investigam o ataque ocorrido numa zona de comércio kosher; motivação do atirador, que agiu sozinho, permanece desconhecida.

Três pessoas morreram na segunda-feira num tiroteio no bairro de Côte-des-Neiges, em Montreal, no Canadá, confirmaram as autoridades locais. Entre as vítimas estão um agente da polícia, um civil e o presumível autor dos disparos, que foi abatido pelas forças de segurança. Uma segunda agente ficou ferida com gravidade, mas encontra-se estável, segundo o chefe da polícia de Montreal, Fady Dagher.

O incidente começou por volta das 11h30 locais, quando a polícia recebeu um alerta sobre uma pessoa armada nas imediações de um hotel e de um supermercado. Ao chegarem ao local, os agentes foram recebidos a tiro. Testemunhas relataram ter ouvido dezenas de disparos. O suspeito, que vestia roupa de estilo militar e usava uma arma de cano longo, agiu sozinho, adiantou a polícia, que afastou a existência de outros atacantes. Foi emitido um alerta de emergência que levou ao encerramento de uma autoestrada e de estações de metro, e os residentes foram instados a abrigar-se no interior das habitações. O perímetro de segurança foi levantado ao início da tarde.

O bairro de Côte-des-Neiges alberga uma significativa comunidade judaica, com restaurantes e supermercados kosher, escolas e centros comunitários. A localização do ataque suscitou especulação sobre uma eventual motivação antissemita, mas as autoridades canadianas sublinharam que é cedo para determinar as causas. O Centro para Israel e Assuntos Judaicos do Canadá disse acompanhar a situação «de muito perto». Já o presidente da Organização Sionista Mundial classificou o sucedido como um «ataque terrorista antissemita», embora a polícia não tenha corroborado essa leitura. Em países lusófonos com comunidades judaicas expressivas, como o Brasil e Portugal, o episódio é seguido com atenção, num contexto global de aumento da vigilância sobre crimes de ódio.

A investigação prossegue, e as autoridades apelaram a que se evitem especulações. O primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, disse-se «horrorizado» com a violência, enquanto a primeira-ministra do Quebeque, Christine Fréchette, considerou que atos deste tipo «não têm lugar» na província. A morte do agente representa a primeira de um polícia de Montreal em serviço desde 2002, sublinhou Dagher, que descreveu o dia como «um pesadelo».

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Um tiroteio no bairro de Côte-des-Neiges, em Montreal, deixou três mortos: um policial, o suspeito e um civil. Um segundo agente está em estado crítico. As autoridades emitiram um alerta de segurança pública pedindo aos moradores que se abrigassem e, posteriormente, confirmaram que o suspeito foi neutralizado.

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O tiroteio ocorreu em Côte-des-Neiges, bairro de Montreal com uma grande comunidade judaica, restaurantes kosher e escolas judaicas. Três pessoas morreram: um policial, um transeunte e o agressor, que supostamente veio de Alberta e usava camuflagem. Uma policial ficou ferida.

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segunda-feira, 22 de junho de 2026

Tiroteio em bairro judeu de Montreal deixa três mortos, incluindo polícia e suspeito

Autoridades canadianas investigam o ataque ocorrido numa zona de comércio kosher; motivação do atirador, que agiu sozinho, permanece desconhecida.

Três pessoas morreram na segunda-feira num tiroteio no bairro de Côte-des-Neiges, em Montreal, no Canadá, confirmaram as autoridades locais. Entre as vítimas estão um agente da polícia, um civil e o presumível autor dos disparos, que foi abatido pelas forças de segurança. Uma segunda agente ficou ferida com gravidade, mas encontra-se estável, segundo o chefe da polícia de Montreal, Fady Dagher.

O incidente começou por volta das 11h30 locais, quando a polícia recebeu um alerta sobre uma pessoa armada nas imediações de um hotel e de um supermercado. Ao chegarem ao local, os agentes foram recebidos a tiro. Testemunhas relataram ter ouvido dezenas de disparos. O suspeito, que vestia roupa de estilo militar e usava uma arma de cano longo, agiu sozinho, adiantou a polícia, que afastou a existência de outros atacantes. Foi emitido um alerta de emergência que levou ao encerramento de uma autoestrada e de estações de metro, e os residentes foram instados a abrigar-se no interior das habitações. O perímetro de segurança foi levantado ao início da tarde.

O bairro de Côte-des-Neiges alberga uma significativa comunidade judaica, com restaurantes e supermercados kosher, escolas e centros comunitários. A localização do ataque suscitou especulação sobre uma eventual motivação antissemita, mas as autoridades canadianas sublinharam que é cedo para determinar as causas. O Centro para Israel e Assuntos Judaicos do Canadá disse acompanhar a situação «de muito perto». Já o presidente da Organização Sionista Mundial classificou o sucedido como um «ataque terrorista antissemita», embora a polícia não tenha corroborado essa leitura. Em países lusófonos com comunidades judaicas expressivas, como o Brasil e Portugal, o episódio é seguido com atenção, num contexto global de aumento da vigilância sobre crimes de ódio.

A investigação prossegue, e as autoridades apelaram a que se evitem especulações. O primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, disse-se «horrorizado» com a violência, enquanto a primeira-ministra do Quebeque, Christine Fréchette, considerou que atos deste tipo «não têm lugar» na província. A morte do agente representa a primeira de um polícia de Montreal em serviço desde 2002, sublinhou Dagher, que descreveu o dia como «um pesadelo».

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Um tiroteio no bairro de Côte-des-Neiges, em Montreal, deixou três mortos: um policial, o suspeito e um civil. Um segundo agente está em estado crítico. As autoridades emitiram um alerta de segurança pública pedindo aos moradores que se abrigassem e, posteriormente, confirmaram que o suspeito foi neutralizado.

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O tiroteio ocorreu em Côte-des-Neiges, bairro de Montreal com uma grande comunidade judaica, restaurantes kosher e escolas judaicas. Três pessoas morreram: um policial, um transeunte e o agressor, que supostamente veio de Alberta e usava camuflagem. Uma policial ficou ferida.

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