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Crime e Desastresdomingo, 21 de junho de 2026

Sobe para seis o número de detidos por morte de jovem em salto sem corda em Limeira

As novas prisões, por suspeita de supressão de provas, elevam para seis os detidos no caso que envolve também acusação de homicídio com dolo eventual contra os instrutores.

A tragédia ocorreu no último dia 13, quando Maria Eduarda foi lançada do Viaduto do Esqueleto, em Limeira, interior de São Paulo, durante uma atividade de ‘rope jump’. Três instrutores — Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos, Maicon Fernandes Cintra, de 42, e Vitor de Freitas Gonçalves, de 27 — foram detidos em flagrante. Segundo a Polícia Civil, os depoimentos dos instrutores revelaram desorientação e incapacidade de explicar o erro ou identificar o responsável pela verificação de segurança. Eles foram acusados de homicídio com dolo eventual e permanecem em prisão preventiva.

No sábado (20), a Justiça autorizou a prisão temporária de outros três membros da equipa: uma mulher de 29 anos, capturada no Rio de Janeiro, e dois homens, de 25 e 27 anos, detidos em Limeira e Indaiatuba. A delegada Andréa Levy, responsável pelo inquérito, afirmou que os novos detidos são suspeitos de suprimir provas cruciais, entre as quais o desaparecimento da câmara que a vítima utilizava para filmar o salto. A polícia acredita que conteúdos digitais possam ter sido apagados para dificultar a reconstituição do acidente.

A investigação revelou que o grupo operava de forma clandestina na ponte, uma estrutura ferroviária inacabada, sem qualquer licença ou autorização dos órgãos públicos. A Secretaria do Património da União (SPU) confirmou a ocupação irregular do espaço. A atividade era promovida por um grupo informal, sem registo empresarial, e relatos de testemunhas indicam que não foi realizada a verificação final dos equipamentos antes do salto fatal.

O paradeiro da câmara permanece desconhecido, sendo considerada peça essencial para a apuração dos factos. A polícia prossegue as diligências para esclarecer a dinâmica completa do ocorrido e apurar a eventual prática de fraude processual. Os três instrutores continuam detidos, após a Justiça rejeitar os pedidos de liberdade provisória. As autoridades não divulgaram prazo para a conclusão do inquérito.

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domingo, 21 de junho de 2026

Sobe para seis o número de detidos por morte de jovem em salto sem corda em Limeira

As novas prisões, por suspeita de supressão de provas, elevam para seis os detidos no caso que envolve também acusação de homicídio com dolo eventual contra os instrutores.

A tragédia ocorreu no último dia 13, quando Maria Eduarda foi lançada do Viaduto do Esqueleto, em Limeira, interior de São Paulo, durante uma atividade de ‘rope jump’. Três instrutores — Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos, Maicon Fernandes Cintra, de 42, e Vitor de Freitas Gonçalves, de 27 — foram detidos em flagrante. Segundo a Polícia Civil, os depoimentos dos instrutores revelaram desorientação e incapacidade de explicar o erro ou identificar o responsável pela verificação de segurança. Eles foram acusados de homicídio com dolo eventual e permanecem em prisão preventiva.

No sábado (20), a Justiça autorizou a prisão temporária de outros três membros da equipa: uma mulher de 29 anos, capturada no Rio de Janeiro, e dois homens, de 25 e 27 anos, detidos em Limeira e Indaiatuba. A delegada Andréa Levy, responsável pelo inquérito, afirmou que os novos detidos são suspeitos de suprimir provas cruciais, entre as quais o desaparecimento da câmara que a vítima utilizava para filmar o salto. A polícia acredita que conteúdos digitais possam ter sido apagados para dificultar a reconstituição do acidente.

A investigação revelou que o grupo operava de forma clandestina na ponte, uma estrutura ferroviária inacabada, sem qualquer licença ou autorização dos órgãos públicos. A Secretaria do Património da União (SPU) confirmou a ocupação irregular do espaço. A atividade era promovida por um grupo informal, sem registo empresarial, e relatos de testemunhas indicam que não foi realizada a verificação final dos equipamentos antes do salto fatal.

O paradeiro da câmara permanece desconhecido, sendo considerada peça essencial para a apuração dos factos. A polícia prossegue as diligências para esclarecer a dinâmica completa do ocorrido e apurar a eventual prática de fraude processual. Os três instrutores continuam detidos, após a Justiça rejeitar os pedidos de liberdade provisória. As autoridades não divulgaram prazo para a conclusão do inquérito.

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