
Serena Williams lesiona joelho em regresso a Wimbledon, mas dupla com Venus segue incerta
A norte-americana de 44 anos perdeu na estreia de singulares e preocupa para o torneio de pares, enquanto Kate Middleton surpreendeu ao vender bilhetes e Máxima dos Países Baixos brilhou noutro palco real.
O regresso de Serena Williams a Wimbledon terminou com uma derrota e uma lesão no joelho direito, mas a possibilidade de voltar a ver as irmãs Williams juntas em pares mantém-se em aberto. A antiga número um mundial, de 44 anos, cedeu frente à jovem australiana Maya Joint por 6-3, 6-7 e 6-3, num encontro em que precisou de assistência médica prolongada ainda durante o primeiro set. A imprensa britânica reportou que lhe foram levadas muletas ao balneário, embora a sua agente tenha garantido que Serena abandonou o All England Club pelos seus próprios meios.
A atuação da norte-americana, que não disputava um encontro de singulares desde 2022, foi descrita por observadores em Londres como valente, mas marcada pelo desgaste físico no terceiro set. A própria tenista admitiu nas redes sociais ter "torcido o joelho" e prometeu fazer tudo para estar apta para a variante de pares ao lado de Venus, de 46 anos. A organização do torneio concedeu-lhes tempo extra de recuperação, agendando a partida de estreia para sábado, sem court definido, contra a dupla sul-americana Camila Osorio e Solana Sierra.
Enquanto o drama desportivo se desenrolava, a princesa de Gales protagonizou uma aparição surpresa como bilheteira do torneio. Kate Middleton, patrona do All England Lawn Tennis Club, passou a manhã a vender ingressos e a posar para fotografias com os adeptos que aguardavam na fila desde as três da madrugada. "Sete horas de espera, mas valeu a pena", afirmaram dois espectadores, segundo relatos da imprensa italiana. A futura rainha britânica desculpou-se pela lentidão a emitir os bilhetes e sublinhou a importância de manter os grandes eventos acessíveis ao público.
A presença de Kate estendeu-se às bancadas, onde assistiu a encontros de jovens promessas britânicas como Arthur Fery e Katie Swan, sentando-se ao lado do ex-tenista Andy Murray e de Tim Henman. A imprensa especializada em moda destacou o fato de linho azul-celeste de Gabriela Hearst, num registo de elegância sóbria que contrastou com o brilho de outra casa real europeia. Na mesma noite, em Amesterdão, a rainha Máxima dos Países Baixos assistiu à Gala do Ballet Nacional com um vestido vermelho e a histórica pulseira de rubis Mellerio, encomendada em 1888 pelo rei Guilherme III.
A expectativa centra-se agora na decisão clínica sobre o joelho de Serena Williams. A dupla das irmãs Williams, que soma seis títulos de pares em Wimbledon e não joga junta desde o US Open de 2022, poderá ainda enfrentar as sul-americanas caso a recuperação se confirme. O torneio mantém a partida no programa de sábado, mas a indefinição persiste.
Como a mesma história é contada em outros lugares.
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O foco está na logística da programação da partida de duplas de Serena Williams com sua irmã Venus. Menciona-se a lesão sofrida na derrota em simples e a decisão do torneio de lhe dar mais tempo. O tom é distanciado e puramente informativo, tratando a situação como uma questão de rotina.
O regresso é retratado como desnecessário e quase embaraçoso. Aos 44 anos, após uma derrota na primeira ronda e uma lesão no joelho, questiona-se por que ela se submete a isto. A narrativa sugere que o retorno foi imprudente e motivado pela vaidade, e não pelo mérito desportivo.
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