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Esporteterça-feira, 23 de junho de 2026

Seis seleções carimbam vaga nas 32; Brasil e Portugal miram liderança

Argentina, França e Noruega juntam-se a México, EUA e Alemanha na fase a eliminar, enquanto Haiti, Tunísia, Turquia e Jordânia dão adeus ao Mundial.

A segunda jornada da fase de grupos do Mundial de 2026 definiu, na noite de segunda-feira (22), as primeiras seis seleções apuradas para os 32 avos de final e selou a eliminação de outras quatro. México e Estados Unidos, anfitriões do torneio, já haviam garantido a classificação antecipada, assim como a Alemanha. A eles juntaram-se Argentina, França e Noruega, que carimbaram o passaporte com vitórias na mesma noite.

A Argentina, campeã em título, venceu a Áustria por 2-0 em Dallas, com dois golos de Lionel Messi. O capitão albiceleste chegou aos 17 golos em Mundiais e isolou-se como o maior goleador da história da competição, segundo os registos da FIFA. A vitória assegurou o primeiro lugar do Grupo J, com seis pontos, e tornou inalcançável a perseguição de Áustria e Argélia. No Grupo I, a França goleou o Iraque por 3-0, com Kylian Mbappé a bisar pela segunda vez consecutiva, e a Noruega superou o Senegal por 3-2, num jogo em que Erling Haaland também marcou dois golos. Ambas as seleções somam seis pontos e disputarão a liderança do grupo no confronto direto da última jornada.

No Grupo C, o Brasil chega à última ronda em posição confortável. A equipa comandada por Dorival Júnior venceu Haiti e Marrocos e lidera com seis pontos. Uma vitória sobre a Escócia garante o primeiro lugar e a qualificação com 100% de aproveitamento; até um empate basta para avançar. Na perspetiva de Brasília, a campanha é vista com otimismo, mas a seleção ainda não confirmou matematicamente a liderança. Portugal, no Grupo K, divide a liderança com a Colômbia, ambas com três pontos, e defronta o Uzbequistão na terça-feira. Em Lisboa, a expectativa é de que um triunfo deixe a equipa de Roberto Martínez muito perto da qualificação. Cabo Verde, única representante lusófona de África ainda na luta, mantém aspirações no Grupo H, onde soma dois pontos e sonha com uma vaga entre os melhores terceiros.

Do lado das despedidas, Haiti, Tunísia, Turquia e Jordânia já não têm hipóteses de seguir em frente. A Jordânia foi a última a cair, ao perder por 2-1 com a Argélia, que assim ressurgiu na luta pelo segundo lugar do Grupo J. A jornada de terça-feira promete novas definições, com destaque para o duelo entre Inglaterra e Gana no Grupo L, e a possibilidade de Portugal e Colômbia encaminharem a classificação no Grupo K. A fase de grupos encerra na quinta-feira, quando os restantes favoritos, incluindo o Brasil, procurarão confirmar o seu lugar nos 32 avos de final.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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A fase de grupos decorre como esperado: seis equipos já apurados para os oitavos, quatro eliminados. Os co-anfitriões México e Estados Unidos estão entre os primeiros qualificados. O relato limita-se aos factos, sem comentários.

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A Argentina deu um passo de gigante e Messi tornou-se o maior goleador de sempre do torneio. A Albiceleste lidera o seu grupo com autoridade, enquanto os outros perseguem. O Mundial já tem os seus primeiros heróis indiscutíveis.

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terça-feira, 23 de junho de 2026

Seis seleções carimbam vaga nas 32; Brasil e Portugal miram liderança

Argentina, França e Noruega juntam-se a México, EUA e Alemanha na fase a eliminar, enquanto Haiti, Tunísia, Turquia e Jordânia dão adeus ao Mundial.

A segunda jornada da fase de grupos do Mundial de 2026 definiu, na noite de segunda-feira (22), as primeiras seis seleções apuradas para os 32 avos de final e selou a eliminação de outras quatro. México e Estados Unidos, anfitriões do torneio, já haviam garantido a classificação antecipada, assim como a Alemanha. A eles juntaram-se Argentina, França e Noruega, que carimbaram o passaporte com vitórias na mesma noite.

A Argentina, campeã em título, venceu a Áustria por 2-0 em Dallas, com dois golos de Lionel Messi. O capitão albiceleste chegou aos 17 golos em Mundiais e isolou-se como o maior goleador da história da competição, segundo os registos da FIFA. A vitória assegurou o primeiro lugar do Grupo J, com seis pontos, e tornou inalcançável a perseguição de Áustria e Argélia. No Grupo I, a França goleou o Iraque por 3-0, com Kylian Mbappé a bisar pela segunda vez consecutiva, e a Noruega superou o Senegal por 3-2, num jogo em que Erling Haaland também marcou dois golos. Ambas as seleções somam seis pontos e disputarão a liderança do grupo no confronto direto da última jornada.

No Grupo C, o Brasil chega à última ronda em posição confortável. A equipa comandada por Dorival Júnior venceu Haiti e Marrocos e lidera com seis pontos. Uma vitória sobre a Escócia garante o primeiro lugar e a qualificação com 100% de aproveitamento; até um empate basta para avançar. Na perspetiva de Brasília, a campanha é vista com otimismo, mas a seleção ainda não confirmou matematicamente a liderança. Portugal, no Grupo K, divide a liderança com a Colômbia, ambas com três pontos, e defronta o Uzbequistão na terça-feira. Em Lisboa, a expectativa é de que um triunfo deixe a equipa de Roberto Martínez muito perto da qualificação. Cabo Verde, única representante lusófona de África ainda na luta, mantém aspirações no Grupo H, onde soma dois pontos e sonha com uma vaga entre os melhores terceiros.

Do lado das despedidas, Haiti, Tunísia, Turquia e Jordânia já não têm hipóteses de seguir em frente. A Jordânia foi a última a cair, ao perder por 2-1 com a Argélia, que assim ressurgiu na luta pelo segundo lugar do Grupo J. A jornada de terça-feira promete novas definições, com destaque para o duelo entre Inglaterra e Gana no Grupo L, e a possibilidade de Portugal e Colômbia encaminharem a classificação no Grupo K. A fase de grupos encerra na quinta-feira, quando os restantes favoritos, incluindo o Brasil, procurarão confirmar o seu lugar nos 32 avos de final.

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DistanciamentoPragmatismo

A fase de grupos decorre como esperado: seis equipos já apurados para os oitavos, quatro eliminados. Os co-anfitriões México e Estados Unidos estão entre os primeiros qualificados. O relato limita-se aos factos, sem comentários.

Imprensa latino-americana/ Bolivariana / progressista
TriunfoPaternalismo

A Argentina deu um passo de gigante e Messi tornou-se o maior goleador de sempre do torneio. A Albiceleste lidera o seu grupo com autoridade, enquanto os outros perseguem. O Mundial já tem os seus primeiros heróis indiscutíveis.

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