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Defesa e Segurançasábado, 20 de junho de 2026

Rússia atinge edifício residencial em Kharkiv e intensifica guerra de drones com a Ucrânia

Bombas guiadas russas matam pelo menos um civil e ferem nove em Kharkiv; Moscovo alega ter neutralizado 177 drones ucranianos, incluindo dois que se aproximavam da capital, num sábado de múltiplas frentes de ataque.

Pelo menos um civil morreu e nove ficaram feridos — incluindo uma criança de seis anos — quando bombas guiadas russas atingiram um prédio residencial no distrito de Kholodnohirskiy, em Kharkiv, segunda maior cidade da Ucrânia, nas primeiras horas de sábado. O ataque, confirmado pelo presidente da câmara Ihor Terekhov e pelo chefe da administração regional Oleh Syniehubov, deixou ainda cinco feridos hospitalizados. Horas antes, um drone russo tinha alvejado uma viatura civil na mesma cidade, matando um homem e ferindo a condutora. Em paralelo, as forças de Moscovo lançaram bombas guiadas contra os arredores de Sumy, matando um civil e danificando vinte casas, e contra Zaporizhzhia, onde pereceram pelo menos quatro pessoas e seis foram feridas. As autoridades regionais ucranianas reportaram ainda um ataque com drones FPV à localidade de Suzemka, na região russa de Bryansk, que matou um civil e feriu uma mulher.

Fontes militares ucranianas afirmaram ter abatido 92 dos 99 drones lançados pela Rússia durante a noite, mas sete atingiram alvos em três localidades. Moscovo não comentou de imediato os ataques a Kharkiv. Em contrapartida, o Ministério da Defesa russo anunciou que eliminou 177 drones ucranianos, dois dos quais se aproximavam de Moscovo, e que repeliu uma incursão contra uma refinaria de petróleo em Tyumen, na Sibéria Ocidental, sem danos. Kiev tem alvejado repetidamente instalações petrolíferas russas — incluindo a grande refinaria de Moscovo pela segunda vez numa semana — com o objetivo, segundo analistas em Bruxelas, de reduzir as receitas de Moscovo para a guerra e levar as consequências da invasão à população russa. Algumas regiões da Rússia já registam escassez de combustível.

Observadores em Lisboa e Brasília sublinham que a escalada de ataques recíprocos com drones e munições guiadas marca uma fase de maior risco para os civis e de expansão geográfica do conflito. Em Kharkiv, o uso de bombas aéreas guiadas contra zonas residenciais reforça a vulnerabilidade da população, enquanto a resposta ucraniana atinge alvos estratégicos no interior do território russo, desafiando as defesas aéreas de Moscovo. Para analistas africanos, em particular de Angola e Moçambique, a prolongada instabilidade no mercado energético global alimenta a pressão inflacionista e agrava a insegurança alimentar, enquanto a violência contra civis ecoa as dinâmicas de conflitos armados noutras regiões do mundo lusófono.

As negociações de paz lideradas pelos Estados Unidos permanecem paralisadas, e não há perspetivas de cessar-fogo imediato. A comunidade internacional, através de organizações humanitárias, apela à proteção dos civis, mas os próximos passos indiciam a continuação dos ataques a infraestruturas críticas e a zonas urbanas. A próxima cimeira da NATO e as reuniões do G20 deverão voltar a abordar o conflito, embora sem sinais de um avanço diplomático concreto. Entretanto, o custo humano continua a aumentar, com relatos ainda por confirmar de que o número de vítimas mortais em Kharkiv poderá ser superior a cinco, incluindo uma criança.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Bombas guiadas russas atingiram um prédio residencial em Kharkiv, matando pelo menos um civil e ferindo nove, incluindo uma criança. O ataque destaca a ameaça contínua aos civis enquanto Moscou intensifica sua campanha aérea. As equipes de emergência ucranianas continuam vasculhando os escombros.

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Um ataque aéreo russo atingiu uma área residencial em Kharkiv, matando uma pessoa e ferindo nove, incluindo duas crianças, segundo as autoridades locais. Equipes de emergência trabalharam para resgatar as vítimas do prédio danificado. O ataque faz parte de uma recente escalada de ataques mútuos.

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sábado, 20 de junho de 2026

Rússia atinge edifício residencial em Kharkiv e intensifica guerra de drones com a Ucrânia

Bombas guiadas russas matam pelo menos um civil e ferem nove em Kharkiv; Moscovo alega ter neutralizado 177 drones ucranianos, incluindo dois que se aproximavam da capital, num sábado de múltiplas frentes de ataque.

Pelo menos um civil morreu e nove ficaram feridos — incluindo uma criança de seis anos — quando bombas guiadas russas atingiram um prédio residencial no distrito de Kholodnohirskiy, em Kharkiv, segunda maior cidade da Ucrânia, nas primeiras horas de sábado. O ataque, confirmado pelo presidente da câmara Ihor Terekhov e pelo chefe da administração regional Oleh Syniehubov, deixou ainda cinco feridos hospitalizados. Horas antes, um drone russo tinha alvejado uma viatura civil na mesma cidade, matando um homem e ferindo a condutora. Em paralelo, as forças de Moscovo lançaram bombas guiadas contra os arredores de Sumy, matando um civil e danificando vinte casas, e contra Zaporizhzhia, onde pereceram pelo menos quatro pessoas e seis foram feridas. As autoridades regionais ucranianas reportaram ainda um ataque com drones FPV à localidade de Suzemka, na região russa de Bryansk, que matou um civil e feriu uma mulher.

Fontes militares ucranianas afirmaram ter abatido 92 dos 99 drones lançados pela Rússia durante a noite, mas sete atingiram alvos em três localidades. Moscovo não comentou de imediato os ataques a Kharkiv. Em contrapartida, o Ministério da Defesa russo anunciou que eliminou 177 drones ucranianos, dois dos quais se aproximavam de Moscovo, e que repeliu uma incursão contra uma refinaria de petróleo em Tyumen, na Sibéria Ocidental, sem danos. Kiev tem alvejado repetidamente instalações petrolíferas russas — incluindo a grande refinaria de Moscovo pela segunda vez numa semana — com o objetivo, segundo analistas em Bruxelas, de reduzir as receitas de Moscovo para a guerra e levar as consequências da invasão à população russa. Algumas regiões da Rússia já registam escassez de combustível.

Observadores em Lisboa e Brasília sublinham que a escalada de ataques recíprocos com drones e munições guiadas marca uma fase de maior risco para os civis e de expansão geográfica do conflito. Em Kharkiv, o uso de bombas aéreas guiadas contra zonas residenciais reforça a vulnerabilidade da população, enquanto a resposta ucraniana atinge alvos estratégicos no interior do território russo, desafiando as defesas aéreas de Moscovo. Para analistas africanos, em particular de Angola e Moçambique, a prolongada instabilidade no mercado energético global alimenta a pressão inflacionista e agrava a insegurança alimentar, enquanto a violência contra civis ecoa as dinâmicas de conflitos armados noutras regiões do mundo lusófono.

As negociações de paz lideradas pelos Estados Unidos permanecem paralisadas, e não há perspetivas de cessar-fogo imediato. A comunidade internacional, através de organizações humanitárias, apela à proteção dos civis, mas os próximos passos indiciam a continuação dos ataques a infraestruturas críticas e a zonas urbanas. A próxima cimeira da NATO e as reuniões do G20 deverão voltar a abordar o conflito, embora sem sinais de um avanço diplomático concreto. Entretanto, o custo humano continua a aumentar, com relatos ainda por confirmar de que o número de vítimas mortais em Kharkiv poderá ser superior a cinco, incluindo uma criança.

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Um ataque aéreo russo atingiu uma área residencial em Kharkiv, matando uma pessoa e ferindo nove, incluindo duas crianças, segundo as autoridades locais. Equipes de emergência trabalharam para resgatar as vítimas do prédio danificado. O ataque faz parte de uma recente escalada de ataques mútuos.

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