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Crime e Desastresquinta-feira, 2 de julho de 2026

Onda de calor extremo ameaça celebrações do 4 de julho nos EUA

Milhões de americanos enfrentam temperaturas recordes e sensação térmica de até 46°C, afetando eventos do Dia da Independência, jogos do Mundial e um casamento mediático.

Uma vasta e perigosa onda de calor instalou-se sobre o leste dos Estados Unidos, expondo cerca de 238 milhões de pessoas — 70% da população do país — a condições meteorológicas extremas precisamente no fim de semana prolongado do 4 de julho, Dia da Independência. De acordo com o Serviço Meteorológico Nacional norte-americano (NWS), as temperaturas máximas deverão atingir os 42°C em Washington D.C. e aproximar-se dos 38°C em Nova Iorque, com índices de calor — que combinam temperatura e humidade — a poderem alcançar os 46°C em várias cidades da costa atlântica. A capital federal poderá registar quatro dias consecutivos acima dos 38°C, algo que só ocorreu duas vezes desde o início dos registos.

A situação já levou ao cancelamento ou à redução de desfiles e eventos comunitários em estados como a Pensilvânia e Massachusetts, enquanto as autoridades de Nova Iorque abriram centenas de centros de arrefecimento e mobilizaram equipas de saúde para assistir os mais vulneráveis. O presidente Donald Trump afirmou que manterá o seu discurso ao ar livre no National Mall, em Washington, durante a celebração “Salute to America 250”, apesar de as previsões apontarem para temperaturas acima dos 40°C. A mesma vaga de calor afeta o Canadá, onde um evento público de visionamento do Mundial de futebol foi cancelado em Toronto, e coloca sob alerta vários jogos do torneio que decorre nos EUA, México e Canadá — apenas três dos estádios dispõem de cobertura amovível e ar condicionado integral.

Na perspetiva de Lisboa, a situação evoca a recente canícula histórica que assolou a Europa e que, segundo cientistas, se tornou mais intensa e frequente devido às alterações climáticas. Observadores brasileiros notam que o calor extremo poderá influenciar o desempenho das seleções e o bem-estar dos adeptos, num Mundial que já registou queixas de jogadores durante a fase de grupos. A imprensa norte-americana relata ainda que o casamento da cantora Taylor Swift com o jogador de futebol americano Travis Kelce, agendado para sexta-feira no Madison Square Garden, em Nova Iorque, decorrerá sob um calor sufocante, embora o presidente da câmara tenha garantido que o evento se realizará em ambiente climatizado.

A empresa de eletricidade de Chicago descreveu a rede como estando sob “pressão extrema”, e a governadora de Nova Iorque apelou à poupança de energia. O fenómeno meteorológico, conhecido como “cúpula de calor”, resulta de um sistema de alta pressão que aprisiona o ar quente e húmido junto à superfície. Até ao momento, as autoridades não reportaram vítimas mortais diretamente associadas a esta vaga de calor, mas os serviços de emergência mantêm-se em alerta máximo. A previsão indica que as temperaturas começarão a descer ligeiramente a partir de domingo, embora o calor persista em várias regiões do sudeste.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Imprensa atlântica / anglosferaImprensa latino-americana
Imprensa atlântica / anglosfera/ Segurança
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Os Estados Unidos estão a braços com uma onda de calor recorde que está a forçar as cidades a reformular os planos para as celebrações do Dia da Independência e a levantar preocupações de segurança para grandes ajuntamentos, incluindo o evento de 4 de julho do presidente. Estão a ser implementadas medidas de emergência enquanto milhões enfrentam alertas de calor extremo.

Imprensa latino-americana
AlarmeDistanciamento

Uma cúpula de calor escaldante está a deslocar-se para a costa leste dos EUA, ameaçando bater recordes de temperatura e perturbar grandes eventos ao ar livre como o Campeonato do Mundo e as celebrações do 250.º aniversário. Milhões estão sob avisos de calor extremo à medida que o tempo perigoso se intensifica.

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quinta-feira, 2 de julho de 2026

Onda de calor extremo ameaça celebrações do 4 de julho nos EUA

Milhões de americanos enfrentam temperaturas recordes e sensação térmica de até 46°C, afetando eventos do Dia da Independência, jogos do Mundial e um casamento mediático.

Uma vasta e perigosa onda de calor instalou-se sobre o leste dos Estados Unidos, expondo cerca de 238 milhões de pessoas — 70% da população do país — a condições meteorológicas extremas precisamente no fim de semana prolongado do 4 de julho, Dia da Independência. De acordo com o Serviço Meteorológico Nacional norte-americano (NWS), as temperaturas máximas deverão atingir os 42°C em Washington D.C. e aproximar-se dos 38°C em Nova Iorque, com índices de calor — que combinam temperatura e humidade — a poderem alcançar os 46°C em várias cidades da costa atlântica. A capital federal poderá registar quatro dias consecutivos acima dos 38°C, algo que só ocorreu duas vezes desde o início dos registos.

A situação já levou ao cancelamento ou à redução de desfiles e eventos comunitários em estados como a Pensilvânia e Massachusetts, enquanto as autoridades de Nova Iorque abriram centenas de centros de arrefecimento e mobilizaram equipas de saúde para assistir os mais vulneráveis. O presidente Donald Trump afirmou que manterá o seu discurso ao ar livre no National Mall, em Washington, durante a celebração “Salute to America 250”, apesar de as previsões apontarem para temperaturas acima dos 40°C. A mesma vaga de calor afeta o Canadá, onde um evento público de visionamento do Mundial de futebol foi cancelado em Toronto, e coloca sob alerta vários jogos do torneio que decorre nos EUA, México e Canadá — apenas três dos estádios dispõem de cobertura amovível e ar condicionado integral.

Na perspetiva de Lisboa, a situação evoca a recente canícula histórica que assolou a Europa e que, segundo cientistas, se tornou mais intensa e frequente devido às alterações climáticas. Observadores brasileiros notam que o calor extremo poderá influenciar o desempenho das seleções e o bem-estar dos adeptos, num Mundial que já registou queixas de jogadores durante a fase de grupos. A imprensa norte-americana relata ainda que o casamento da cantora Taylor Swift com o jogador de futebol americano Travis Kelce, agendado para sexta-feira no Madison Square Garden, em Nova Iorque, decorrerá sob um calor sufocante, embora o presidente da câmara tenha garantido que o evento se realizará em ambiente climatizado.

A empresa de eletricidade de Chicago descreveu a rede como estando sob “pressão extrema”, e a governadora de Nova Iorque apelou à poupança de energia. O fenómeno meteorológico, conhecido como “cúpula de calor”, resulta de um sistema de alta pressão que aprisiona o ar quente e húmido junto à superfície. Até ao momento, as autoridades não reportaram vítimas mortais diretamente associadas a esta vaga de calor, mas os serviços de emergência mantêm-se em alerta máximo. A previsão indica que as temperaturas começarão a descer ligeiramente a partir de domingo, embora o calor persista em várias regiões do sudeste.

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Os Estados Unidos estão a braços com uma onda de calor recorde que está a forçar as cidades a reformular os planos para as celebrações do Dia da Independência e a levantar preocupações de segurança para grandes ajuntamentos, incluindo o evento de 4 de julho do presidente. Estão a ser implementadas medidas de emergência enquanto milhões enfrentam alertas de calor extremo.

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Uma cúpula de calor escaldante está a deslocar-se para a costa leste dos EUA, ameaçando bater recordes de temperatura e perturbar grandes eventos ao ar livre como o Campeonato do Mundo e as celebrações do 250.º aniversário. Milhões estão sob avisos de calor extremo à medida que o tempo perigoso se intensifica.

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