
Nova liderança e iPhone de 20 anos: Apple prepara ciclo histórico até 2027
Com John Ternus a assumir como CEO em setembro, a Apple planeia uma ofensiva de produtos que inclui o primeiro iPhone dobrável, wearables com IA e um modelo especial de aniversário.
A transição de liderança na Apple, com Tim Cook a ceder o lugar a John Ternus em setembro de 2026, coincide com o que analistas descrevem como o ciclo de lançamentos mais ambicioso da história da empresa. Relatos da imprensa europeia e norte-americana, baseados em fontes como o jornalista Mark Gurman da Bloomberg, indicam que Ternus pretende recuperar a centralidade do design industrial, uma herança da era Steve Jobs e Jony Ive que, segundo críticos, foi diluída sob a gestão de Cook, mais focada na eficiência da cadeia de abastecimento e na expansão das margens.
O calendário de produtos estende-se até 2027 e abrange múltiplas categorias. Ainda em 2026, espera-se o primeiro iPhone dobrável (tipo livro, com ecrãs de 7,7 e 5,3 polegadas), os modelos iPhone 18 Pro e Pro Max, novos MacBook com processadores M5 e M6, e um hub doméstico inteligente com ecrã. Para 2027, as atenções concentram-se no vigésimo aniversário do iPhone: a Apple poderá lançar seis modelos, incluindo o iPhone 20 Pro e Pro Max com ecrã curvo sem margens, uma segunda geração do dobrável e os AirPods com câmaras integradas para alimentar a assistente Siri com inteligência artificial. Óculos inteligentes sem ecrã, concorrentes diretos dos Meta Ray-Ban, e um dispositivo de mesa com braço robótico completam o roteiro.
Observadores na Ásia e no Médio Oriente sublinham a escala da operação. A imprensa dos Emirados Árabes Unidos classifica 2027 como “o maior ano de sempre” da Apple, enquanto veículos iranianos destacam o atraso estratégico dos óculos inteligentes, agora previstos para final de 2027, e a aposta da empresa na privacidade como fator de diferenciação face à Meta. Na Europa, a análise italiana detalha a fragmentação dos lançamentos dos iPhone ao longo do ano, abandonando a concentração outonal, e a chegada de um possível MacBook Ultra com ecrã tátil OLED.
Para os mercados lusófonos, a vaga de novidades tem implicações comerciais e regulatórias. No Brasil, onde a Apple mantém uma base de consumidores premium mas enfrenta uma carga tributária elevada sobre importados, a diversificação da linha — com modelos como o iPhone 18e e o hub doméstico — pode testar a elasticidade de preços. Em Portugal, a adoção de dispositivos inteligentes para o lar e wearables com IA dependerá da disponibilidade de funcionalidades em português europeu, um ponto historicamente sensível para os utilizadores. O próximo marco factual é o evento de setembro, o primeiro sob o comando de Ternus, onde se confirmarão os planos para o iPhone dobrável e se sinalizará a nova orientação de design.
Como a mesma história é contada em outros lugares.
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Com o novo CEO John Ternus, espera-se que a Apple coloque o design novamente em primeiro plano, resgatando o legado de Steve Jobs que ficou um pouco esquecido sob Tim Cook. O roteiro de produtos, com um iPhone dobrável, sinaliza o retorno da estética ousada e da inovação.
A Apple prepara-se para um biénio 2026-2027 recheado de lançamentos, com mais de vinte novos produtos, incluindo um iPhone dobrável, dispositivos para casa inteligente e wearables com inteligência artificial. Um verdadeiro renascimento tecnológico que renovará todo o catálogo e o ecossistema de serviços.
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