
França e Marrocos avançam às quartas do Mundial com vitórias de Mbappé e Ounahi
Após bater Canadá (3-0) e Paraguai (1-0), franceses e marroquinos reeditarão semifinal de 2022 em Boston; Mbappé igualou Messi na artilharia.
Os primeiros duelos dos oitavos-de-final do Mundial 2026 trouxeram desfechos distintos. Marrocos confirmou o estatuto de equipa sensação ao golear um dos anfitriões, o Canadá, por 3-0, em Houston, enquanto a França foi mais pragmática e derrubou o Paraguai, 1-0, com um penálti de Mbappé, em Filadélfia. Os dois resultados desenharam o primeiro confronto dos quartos-de-final: França e Marrocos reviverão a semifinal de 2022, a 9 de julho, em Boston.
Perante uma plateia norte-americana que vivia as celebrações do 4 de Julho, o Marrocos começou a partida sufocado pela pressão alta canadiana. Só no segundo tempo os “Leões do Atlas” encontraram espaços: Azzedine Ounahi inaugurou o marcador com um remate rasteiro, e depois explorou o contra-ataque para bisar. Já nos descontos, Soufiane Rahimi selou a goleada. O feito ganha dimensão histórica: Marrocos torna-se a primeira seleção africana a alcançar duas vezes consecutivas os quartos-de-final, depois do quarto lugar em 2022. Na perspetiva do continente, o triunfo sublinha a afirmação de uma geração que não se vê mais como surpresa, como resumiu o selecionador Mohamed Ouahbi.
Em Filadélfia, com temperaturas a rondar os 40ºC, a França enfrentou uma muralha. O Paraguai, que eliminara a Alemanha nos penáltis na ronda anterior, repetiu a receita de bloco baixo e disciplina tática. Os campeões de 2018 tiveram quase 80% de posse no primeiro tempo, mas esbarraram na defesa guarani. A entrada de Doué trouxe agressividade e, aos 70 minutos, um drible provocou a falta de Diego Gómez na área. O VAR reverteu a decisão inicial do árbitro uzbeque, e Mbappé converteu o penálti. Foi o sétimo golo do avançado no torneio, igualando Messi na liderança da artilharia. No fim, o duelo azedou: cenas de empurrões no centro do campo e troca de acusações. Mbappé afirmou que os franceses sabem “fazer o jogo sujo”, enquanto Gustavo Alfaro criticou a atitude do camisa 10: “O nosso combate é de humildade e dignidade. A diferença está aí.”
Os próximos dias prometem emoções fortes. Neste domingo, o Brasil entra em campo contra a Noruega, em East Rutherford, e a Inglaterra enfrenta o México no Estádio Azteca — o vencedor desse bloco cruzará com o sobrevivente de França-Marrocos nas meias-finais. Para o olhar brasileiro, a chave se desenha com desafios tecnicamente acessíveis até uma possível semifinal pesada. Já os analistas europeus notam que a França terá de mostrar mais repertório criativo para superar um Marrocos que se consolida como força global, não apenas continental.
| Imprensa europeia continental | +0.10 | neutral |
|---|---|---|
| Imprensa africana subsaariana | +0.30 | aligned |
| Imprensa latino-americana | −0.20 | neutral |
| Imprensa árabe Levante-Magrebe | −0.30 | critical |
France shows maturity and character, overcoming a tough opponent and adverse conditions.
The narrative emphasizes French resilience, constructing a story of merit and growth.
The controversy over the penalty and Morocco's strong performance are downplayed.
Morocco writes history with a dominant win, showcasing the strength of African football.
The continental triumph narrative emphasizes African rise, contrasting with France's hard-fought victory.
Canada's weakness and the penalty controversy in France-Paraguay are omitted.
France advances thanks to a dubious penalty, while Paraguay is unfairly eliminated.
The focus on referee controversy casts doubt on the legitimacy of France's win.
France's solid defense and Paraguay's lack of chances are omitted.
France wins with difficulty and amid chaos, while Morocco emerges as a serious threat.
The narrative emphasizes French struggle and Paraguayan discipline, portraying Morocco as a credible underdog.
France's territorial dominance and Mbappé's skill are omitted.
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