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Crime e Desastressegunda-feira, 22 de junho de 2026

Fim de semana de violência global: esfaqueamentos, tiroteios e ataques de ódio deixam mortos e feridos

De Brasil à Índia, passando por Argentina, Canadá e Reino Unido, múltiplos episódios de agressão com armas brancas e de fogo expuseram a vulnerabilidade de mulheres, famílias e minorias.

Ao longo do último fim de semana, uma série de ataques violentos em diferentes continentes resultou em pelo menos cinco mortes e dezenas de feridos, com episódios de violência doméstica, crimes de ódio e agressões em espaços públicos. Os casos, registados entre sexta-feira e domingo, envolveram facas, armas de fogo e outros objetos, e tiveram como vítimas mulheres, crianças e transeuntes.

Segundo as polícias militares e civis brasileiras, três pessoas da mesma família foram esfaqueadas em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, pelo marido de uma das vítimas, que foi detido. Em Santa Adélia (SP), uma mulher de 35 anos morreu após ser atingida por golpes de faca durante uma discussão num estabelecimento comercial; o suspeito foi preso. Em Boa Vista (RR), um homem de 58 anos tentou estrangular uma garota de programa depois de ser cobrado por um serviço, sendo contido por agentes penais. Em Cabo Frio (RJ), um homem esfaqueou uma vítima no pescoço ao pedir um cigarro. Na Argentina, a Justiça de Santa Fe investiga dois episódios com características de femicídio seguido de suicídio, ambos com a presença de filhos menores; as autópsias ainda não confirmaram a mecânica exata das mortes. Em Deli, na Índia, uma mulher de 26 anos foi morta à facada e o marido ficou gravemente ferido diante do filho de cinco anos, numa disputa por estacionamento; um menor foi apreendido e o pai detido, segundo a polícia local.

No Canadá, a polícia de Ottawa trata como crime de ódio o ataque a uma mulher muçulmana que teve o hijab removido à força enquanto ouvia insultos raciais; o suspeito continua foragido. No Reino Unido, um homem de 36 anos foi acusado após ferir cinco pessoas em Edimburgo, num incidente que o primeiro-ministro Keir Starmer afirmou parecer motivado por “ódio anti-muçulmano”; organizações como a MEND pedem que seja investigado como terrorismo de extrema-direita. Na Austrália, um homem mascarado foi detido após, alegadamente, encostar uma lâmina no pescoço de um desconhecido num local de entretenimento em Camberra. No Brasil, uma passageira de ônibus em Curitiba teve o rosto perfurado por um agressor que pedia dinheiro; o suspeito foi contido por outros passageiros e encaminhado à Polícia Civil.

Observadores em Brasília notam que a concentração de casos de violência contra a mulher reacende o debate sobre a eficácia das medidas protetivas e a subnotificação de agressões. Em Portugal, onde não se registaram episódios semelhantes no período, analistas apontam que a violência doméstica continua a ser a principal causa de homicídios de mulheres, segundo dados oficiais. Nos países africanos de língua portuguesa, a ausência de estatísticas consolidadas dificulta a comparação, mas organizações de direitos humanos alertam para a prevalência de violência baseada no género. Todas as ocorrências estão sob investigação das autoridades locais, e em vários casos os suspeitos foram detidos ou estão a ser procurados. As autópsias e perícias em curso deverão confirmar as circunstâncias exatas das mortes, enquanto as forças de segurança reforçam apelos à denúncia de situações de risco.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Um fim de semana marcado por um rastro de violência na América Latina: esfaqueamentos em família, feminicídios, agressões na rua e no transporte público. Os relatos detalham episódios brutais, muitas vezes cometidos diante de filhos menores, com o suspeito sendo o marido ou companheiro. A sequência pinta um quadro alarmante de insegurança generalizada e violência de gênero sem trégua.

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Um fim de semana de agressões motivadas por ódio na esfera atlântica: em Ottawa, uma mulher é atacada e seu hijab arrancado à força em meio a insultos raciais; em Edimburgo, um homem armado fere cinco pessoas no que a polícia chama de ataque antimuçulmano; na Austrália, um homem mascarado ameaça um estranho com uma lâmina. As autoridades tratam os casos como crimes de ódio e manifestam alarme com a crescente intolerância.

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segunda-feira, 22 de junho de 2026

Fim de semana de violência global: esfaqueamentos, tiroteios e ataques de ódio deixam mortos e feridos

De Brasil à Índia, passando por Argentina, Canadá e Reino Unido, múltiplos episódios de agressão com armas brancas e de fogo expuseram a vulnerabilidade de mulheres, famílias e minorias.

Ao longo do último fim de semana, uma série de ataques violentos em diferentes continentes resultou em pelo menos cinco mortes e dezenas de feridos, com episódios de violência doméstica, crimes de ódio e agressões em espaços públicos. Os casos, registados entre sexta-feira e domingo, envolveram facas, armas de fogo e outros objetos, e tiveram como vítimas mulheres, crianças e transeuntes.

Segundo as polícias militares e civis brasileiras, três pessoas da mesma família foram esfaqueadas em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, pelo marido de uma das vítimas, que foi detido. Em Santa Adélia (SP), uma mulher de 35 anos morreu após ser atingida por golpes de faca durante uma discussão num estabelecimento comercial; o suspeito foi preso. Em Boa Vista (RR), um homem de 58 anos tentou estrangular uma garota de programa depois de ser cobrado por um serviço, sendo contido por agentes penais. Em Cabo Frio (RJ), um homem esfaqueou uma vítima no pescoço ao pedir um cigarro. Na Argentina, a Justiça de Santa Fe investiga dois episódios com características de femicídio seguido de suicídio, ambos com a presença de filhos menores; as autópsias ainda não confirmaram a mecânica exata das mortes. Em Deli, na Índia, uma mulher de 26 anos foi morta à facada e o marido ficou gravemente ferido diante do filho de cinco anos, numa disputa por estacionamento; um menor foi apreendido e o pai detido, segundo a polícia local.

No Canadá, a polícia de Ottawa trata como crime de ódio o ataque a uma mulher muçulmana que teve o hijab removido à força enquanto ouvia insultos raciais; o suspeito continua foragido. No Reino Unido, um homem de 36 anos foi acusado após ferir cinco pessoas em Edimburgo, num incidente que o primeiro-ministro Keir Starmer afirmou parecer motivado por “ódio anti-muçulmano”; organizações como a MEND pedem que seja investigado como terrorismo de extrema-direita. Na Austrália, um homem mascarado foi detido após, alegadamente, encostar uma lâmina no pescoço de um desconhecido num local de entretenimento em Camberra. No Brasil, uma passageira de ônibus em Curitiba teve o rosto perfurado por um agressor que pedia dinheiro; o suspeito foi contido por outros passageiros e encaminhado à Polícia Civil.

Observadores em Brasília notam que a concentração de casos de violência contra a mulher reacende o debate sobre a eficácia das medidas protetivas e a subnotificação de agressões. Em Portugal, onde não se registaram episódios semelhantes no período, analistas apontam que a violência doméstica continua a ser a principal causa de homicídios de mulheres, segundo dados oficiais. Nos países africanos de língua portuguesa, a ausência de estatísticas consolidadas dificulta a comparação, mas organizações de direitos humanos alertam para a prevalência de violência baseada no género. Todas as ocorrências estão sob investigação das autoridades locais, e em vários casos os suspeitos foram detidos ou estão a ser procurados. As autópsias e perícias em curso deverão confirmar as circunstâncias exatas das mortes, enquanto as forças de segurança reforçam apelos à denúncia de situações de risco.

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Um fim de semana marcado por um rastro de violência na América Latina: esfaqueamentos em família, feminicídios, agressões na rua e no transporte público. Os relatos detalham episódios brutais, muitas vezes cometidos diante de filhos menores, com o suspeito sendo o marido ou companheiro. A sequência pinta um quadro alarmante de insegurança generalizada e violência de gênero sem trégua.

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Um fim de semana de agressões motivadas por ódio na esfera atlântica: em Ottawa, uma mulher é atacada e seu hijab arrancado à força em meio a insultos raciais; em Edimburgo, um homem armado fere cinco pessoas no que a polícia chama de ataque antimuçulmano; na Austrália, um homem mascarado ameaça um estranho com uma lâmina. As autoridades tratam os casos como crimes de ódio e manifestam alarme com a crescente intolerância.

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