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Esporteterça-feira, 30 de junho de 2026

Reviravoltas épicas marcam apuramento de Inglaterra, Bélgica e EUA para os oitavos do Mundial

Harry Kane resgatou a Inglaterra, a Bélgica operou uma recuperação histórica e os EUA venceram com dez homens, num dia de emoções fortes na fase a eliminar do Mundial 2026.

O capitão Harry Kane assumiu o protagonismo que lhe é habitual e, com dois golos nos últimos quinze minutos, operou a reviravolta da Inglaterra frente à República Democrática do Congo (2-1), garantindo um lugar nos oitavos de final frente ao México, no Estádio Azteca. O conjunto africano, que chegou a estar a vencer desde os sete minutos, resistiu graças a uma exibição monumental do guarda-redes Lionel Mpasi, mas acabou por ceder perante a insistência britânica. Na perspetiva de Londres, o desfecho alimenta a confiança, mas o técnico Thomas Tuchel já alertou para a “enorme desvantagem” que a altitude da Cidade do México (2.240 metros) representará para uma equipa que terá apenas dois dias de adaptação. O México, que ainda não sofreu golos no torneio, espera os ingleses num ambiente que se antecipa hostil, com a memória da eliminação do Equador, perturbado por fogo de artifício junto ao hotel, ainda fresca.

Em Seattle, a Bélgica protagonizou um dos maiores regressos da história dos Mundiais. A perder por 2-0 frente ao Senegal até aos 86 minutos, os belgas marcaram por Romelu Lukaku e Youri Tielemans em três minutos, forçando o prolongamento. Um penálti polémico, assinalado após revisão do VAR no minuto 120+5, foi convertido pelo próprio Tielemans, selando o 3-2 final. Analistas em Bruxelas sublinham a resiliência de uma geração que muitos já consideravam em declínio, mas que encontrou nos suplentes e na frieza do capitão a força para sobreviver. O Senegal, que dominara longos períodos com golos de Habib Diarra e Ismaïla Sarr, viu o sonho desmoronar-se nos instantes finais, repetindo a maldição das equipas africanas em duelos a eliminar frente a europeus.

Os Estados Unidos, anfitriões do torneio, também avançaram, mas a vitória por 2-0 sobre a Bósnia e Herzegovina ficou manchada pela expulsão do avançado Folarin Balogun. O jogador do Mónaco, que abrira o marcador, viu o vermelho direto aos 64 minutos por uma entrada sobre Tarik Muharemovic, considerada perigosa após revisão do VAR. A decisão gerou forte contestação nos Estados Unidos, onde o treinador Mauricio Pochettino a classificou como “nunca um cartão vermelho”, e reacendeu o debate sobre a consistência da arbitragem, com comparações a um lance semelhante de Lionel Messi que não foi sancionado. Mesmo em inferioridade numérica, os norte-americanos seguraram a vantagem e ampliaram com um golo de livre de Malik Tillman, selando o encontro com a Bélgica nos oitavos, numa reedição do duelo de 2014.

O desfecho destes jogos desenha um quadro de confrontos de alto risco. A Inglaterra terá de superar o México no Azteca para manter viva a ambição de um título que escapa há 60 anos, enquanto os Estados Unidos procuram quebrar o enguiço frente aos belgas e alcançar os quartos de final pela primeira vez desde 2002. Na corrida à Bota de Ouro, Kane igualou Erling Haaland com cinco golos, ficando a um de Kylian Mbappé e Messi, ambos com seis. Para o Brasil, que defronta a Noruega de Haaland no domingo, o vencedor do duelo entre ingleses e mexicanos será o adversário nos quartos de final, caso a seleção canarinha também confirme o favoritismo.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Imprensa latino-americanaImprensa do Sudeste Asiático
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PragmatismoDistanciamento

A imprensa latino-americana apresenta o jogo como uma encruzilhada para os EUA, favoritos mas sob pressão, contra uma Bósnia que aposta na defesa. A cobertura foca em detalhes técnicos: escalações, horários e como assistir. O tom é neutro e descritivo.

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TriunfoUrgência

A mídia do Sudeste Asiático retrata a partida como um momento de grande audiência para o futebol americano, com até 30 milhões de espectadores esperados. Estrelas dos EUA dizem que uma vitória pode inflamar o esporte no país, enquanto o técnico descarta a maldição europeia. A narrativa mistura otimismo e urgência.

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Atualizado 17:202 idiomas · 5 veículos
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terça-feira, 30 de junho de 2026

Reviravoltas épicas marcam apuramento de Inglaterra, Bélgica e EUA para os oitavos do Mundial

Harry Kane resgatou a Inglaterra, a Bélgica operou uma recuperação histórica e os EUA venceram com dez homens, num dia de emoções fortes na fase a eliminar do Mundial 2026.

O capitão Harry Kane assumiu o protagonismo que lhe é habitual e, com dois golos nos últimos quinze minutos, operou a reviravolta da Inglaterra frente à República Democrática do Congo (2-1), garantindo um lugar nos oitavos de final frente ao México, no Estádio Azteca. O conjunto africano, que chegou a estar a vencer desde os sete minutos, resistiu graças a uma exibição monumental do guarda-redes Lionel Mpasi, mas acabou por ceder perante a insistência britânica. Na perspetiva de Londres, o desfecho alimenta a confiança, mas o técnico Thomas Tuchel já alertou para a “enorme desvantagem” que a altitude da Cidade do México (2.240 metros) representará para uma equipa que terá apenas dois dias de adaptação. O México, que ainda não sofreu golos no torneio, espera os ingleses num ambiente que se antecipa hostil, com a memória da eliminação do Equador, perturbado por fogo de artifício junto ao hotel, ainda fresca.

Em Seattle, a Bélgica protagonizou um dos maiores regressos da história dos Mundiais. A perder por 2-0 frente ao Senegal até aos 86 minutos, os belgas marcaram por Romelu Lukaku e Youri Tielemans em três minutos, forçando o prolongamento. Um penálti polémico, assinalado após revisão do VAR no minuto 120+5, foi convertido pelo próprio Tielemans, selando o 3-2 final. Analistas em Bruxelas sublinham a resiliência de uma geração que muitos já consideravam em declínio, mas que encontrou nos suplentes e na frieza do capitão a força para sobreviver. O Senegal, que dominara longos períodos com golos de Habib Diarra e Ismaïla Sarr, viu o sonho desmoronar-se nos instantes finais, repetindo a maldição das equipas africanas em duelos a eliminar frente a europeus.

Os Estados Unidos, anfitriões do torneio, também avançaram, mas a vitória por 2-0 sobre a Bósnia e Herzegovina ficou manchada pela expulsão do avançado Folarin Balogun. O jogador do Mónaco, que abrira o marcador, viu o vermelho direto aos 64 minutos por uma entrada sobre Tarik Muharemovic, considerada perigosa após revisão do VAR. A decisão gerou forte contestação nos Estados Unidos, onde o treinador Mauricio Pochettino a classificou como “nunca um cartão vermelho”, e reacendeu o debate sobre a consistência da arbitragem, com comparações a um lance semelhante de Lionel Messi que não foi sancionado. Mesmo em inferioridade numérica, os norte-americanos seguraram a vantagem e ampliaram com um golo de livre de Malik Tillman, selando o encontro com a Bélgica nos oitavos, numa reedição do duelo de 2014.

O desfecho destes jogos desenha um quadro de confrontos de alto risco. A Inglaterra terá de superar o México no Azteca para manter viva a ambição de um título que escapa há 60 anos, enquanto os Estados Unidos procuram quebrar o enguiço frente aos belgas e alcançar os quartos de final pela primeira vez desde 2002. Na corrida à Bota de Ouro, Kane igualou Erling Haaland com cinco golos, ficando a um de Kylian Mbappé e Messi, ambos com seis. Para o Brasil, que defronta a Noruega de Haaland no domingo, o vencedor do duelo entre ingleses e mexicanos será o adversário nos quartos de final, caso a seleção canarinha também confirme o favoritismo.

Divergência das fontes

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Quanto as fontes relatam os mesmos fatos de maneira diferente.

Como se dividem

Favorável33%
Neutro67%

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Imprensa latino-americanaImprensa do Sudeste Asiático
Imprensa latino-americana
PragmatismoDistanciamento

A imprensa latino-americana apresenta o jogo como uma encruzilhada para os EUA, favoritos mas sob pressão, contra uma Bósnia que aposta na defesa. A cobertura foca em detalhes técnicos: escalações, horários e como assistir. O tom é neutro e descritivo.

Imprensa do Sudeste Asiático
TriunfoUrgência

A mídia do Sudeste Asiático retrata a partida como um momento de grande audiência para o futebol americano, com até 30 milhões de espectadores esperados. Estrelas dos EUA dizem que uma vitória pode inflamar o esporte no país, enquanto o técnico descarta a maldição europeia. A narrativa mistura otimismo e urgência.

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