
Egito vira sobre Nova Zelândia e obtém primeira vitória em Copas do Mundo
O Egito alcançou a sua primeira vitória na história dos Mundiais ao vencer a Nova Zelândia por 3-1, de virada, com Salah a marcar e a assistir, assumindo a liderança do Grupo G.
O Egito inscreveu o seu nome na história das Copas do Mundo ao conquistar, na noite deste domingo, a primeira vitória da sua trajetória mundialista. Em Vancouver, no estádio BC Place, os Faraós reverteram uma desvantagem inicial e bateram a Nova Zelândia por 3-1, num encontro em que a estrela de Mohamed Salah brilhou com um gol e uma assistência. O resultado colocou a seleção africana no topo do Grupo G, com quatro pontos, aproximando-a dos 16 avos de final.
A partida começou com um susto para os egípcios. Aos 15 minutos, o zagueiro Finn Surman subiu mais alto que a defesa adversária para cabecear um escanteio cobrado por Tim Payne e abrir o placar. O Egito, que encontrara dificuldades para criar chances claras na primeira etapa, voltou transformado do intervalo. Aos 58 minutos, Mostafa Ziko – cujo apelido homenageia o ídolo brasileiro – restabeleceu o empate ao cabecear com precisão um cruzamento de Mohamed Hany. Nove minutos depois, Ziko devolveu o protagonismo a Salah: numa tabela de calcanhar dentro da área, o capitão egípcio finalizou de pé esquerdo, rasteiro, no canto do goleiro Max Crocombe, virando o placar. Salah ainda fechou a sua atuação com a cobrança de escanteio que resultou no gol de cabeça de Mahmoud Trézéguet, a dez minutos do fim, selando o triunfo.
Para além da relevância estatística – o Egito nunca vencera em 1934, 1990 e 2018, acumulando cinco derrotas e dois empates –, a vitória ecoa simbologias curiosas. No Brasil, a coincidência de dois gols com nomes de ídolos mundiais – Zico e Trézéguet – acrescenta uma camada afetiva à narrativa. Em Lisboa, analistas observam que o feito insere o Egito, campeão africano por sete vezes, entre as seleções do continente que começam a firmar-se na elite do futebol global, um percurso que Angola e Moçambique também almejam. Já na Ásia, os meios de comunicação destacam a resiliência tática do técnico Hossam Hassan, que corrigiu o posicionamento da equipa no intervalo, libertando Salah e explorando os flancos.
Agora, o Grupo G fica todo em aberto, embora o Egito dependa apenas de si. Com quatro pontos, a equipa enfrenta o Irão na última jornada, em Seattle; um empate garante a qualificação, e até uma derrota pode ser suficiente, dependendo do resultado do duelo entre Bélgica e Nova Zelândia. Para os All Whites, que seguem com um ponto, a classificação exige uma vitória e uma combinação de resultados. A rodada final está marcada para a madrugada de sexta-feira, 27 de junho (hora de Brasília), com os jogos a decorrer em simultâneo.
Como a mesma história é contada em outros lugares.
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Egypt secured its first-ever World Cup victory by coming from behind against New Zealand. Goals from Mostafa Zico (nicknamed after the Brazilian legend), Mohamed Salah, and Trézéguet sparked euphoria. The press highlights the symbolism of a player named Zico leading Egypt's triumph.
Egypt achieved its first World Cup win in history, with Mohamed Salah scoring and assisting in a 3-1 comeback against New Zealand. The victory puts Egypt top of Group G and within reach of the knockout stage. The tone is celebratory yet measured, noting the team's resilience.
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