
Argentina sobrevive a susto, Colômbia fecha as oitavas e Mundial 2026 ganha duelos de peso
Com triunfo na prorrogação sobre Cabo Verde e vitória magra colombiana sobre Gana, definiram-se os 16 classificados e os oito confrontos que começam já no sábado.
A madrugada de sábado (4) selou o destino das últimas vagas nas oitavas de final do Mundial 2026. A Argentina, campeã em título, precisou de 120 minutos de angústia para vergar a aguerrida seleção de Cabo Verde por 3-2, em Miami. Lionel Messi abriu o marcador aos 29 minutos, mas os insulares empataram por Deroy Duarte na segunda parte. Já no prolongamento, Lisandro Martínez voltou a colocar a Albiceleste em vantagem, anulada por um golaço de Sidny Cabral. O desfecho surgiu de um cabeceamento de Cristian Romero que resvalou em Diney Borges e traiu o guarda-redes adversário, garantindo a sobrevivência argentina. Poucas horas depois, a Colômbia carimbou o último bilhete com um triunfo minimalista sobre Gana (1-0), graças a um golo madrugador de Jhon Arias, e confirmou o encontro com a Suíça.
Com o desfecho da ronda de 32 seleções, o quadro das oitavas de final combina favoritos tradicionais e surpresas que já tombaram gigantes. Brasil, França, Inglaterra, Espanha e Portugal avançaram sem sobressaltos de maior, ao passo que a Alemanha, eliminada pelo Paraguai, e os Países Baixos engrossam a lista de ausências sonantes. Do continente africano restam apenas Marrocos e Egito, depois das quedas de Senegal, Costa do Marfim, RD Congo, Argélia, África do Sul e Gana. A Ásia ficou sem representantes, com Japão e Austrália a cederem na primeira ronda a eliminar. Os três anfitriões — Canadá, México e Estados Unidos — seguem vivos, um feito que, na perspetiva de analistas norte-americanos, alimenta a narrativa de um futebol em crescimento na região.
Os confrontos definidos oferecem embates de alto risco. Portugal e Espanha protagonizam um duelo ibérico que, para observadores em Lisboa, representa o teste mais exigente à geração de Cristiano Ronaldo na busca pelo inédito título mundial. O Brasil reencontra a Noruega 28 anos depois da derrota no Mundial de 1998; em Brasília, a memória daquele desaire é invocada como combustível para uma equipa que aposta na explosão ofensiva de Vini Jr. e Rodrygo frente ao poder de fogo de Erling Haaland. A Inglaterra visita o México na Cidade do México, num jogo que opõe a solidez europeia ao ímpeto de um anfitrião que venceu todos os jogos até aqui. Argentina e Egito reeditarão o duelo de canhotos entre Messi e Mohamed Salah, enquanto os Estados Unidos medem forças com a Bélgica e o Paraguai, carrasco da Alemanha, tenta nova proeza diante da França.
A competição, alargada a 48 seleções, entra agora em modo de eliminação direta até à final de 19 de julho. Os vencedores de Canadá–Marrocos e Paraguai–França cruzam-se nos quartos de final, tal como Brasil–Noruega e México–Inglaterra. Do outro lado da chave, o sobrevivente do Portugal–Espanha encontrará quem passar de Estados Unidos–Bélgica, enquanto Argentina–Egito e Suíça–Colômbia completam o caminho até à decisão. A partir de sábado, cada minuto pode ditar o fim de um sonho.
| Imprensa árabe Levante-Magrebe | +0.20 | neutral |
|---|---|---|
| Imprensa indiana e sul-asiática | −0.20 | neutral |
| Imprensa do Sudeste Asiático | +0.60 | aligned |
O torneio está agora pronto para confrontos ardentes; as surpresas remodelaram a fase eliminatória e a entrada tardia da Colômbia completa o quadro.
Ao listar todas as equipes classificadas e rotular os jogos como 'ardentes', o bloco cria uma impressão de excitação inevitável sem se aprofundar nas dificuldades de nenhuma equipe.
O bloco omite os detalhes dramáticos da vitória na prorrogação da Argentina contra o estreante Cabo Verde, o que acrescentaria à narrativa de surpresas, mas também destacaria a vulnerabilidade do campeão.
A Argentina mal sobreviveu contra um estreante, enquanto gigantes como Alemanha e Holanda já estão fora; as oitavas estão abertas para os azarões.
Ao contrastar a fuga apertada da Argentina com a eliminação de potências tradicionais, o bloco implica que o campeão defensor não é invencível e que o torneio é imprevisível.
O bloco omite o enquadramento celebratório da vitória da Argentina como uma recuperação emocionante, e não menciona o confronto estelar entre Messi e Salah, o que deslocaria o foco para o poder das estrelas em vez da vulnerabilidade.
As oitavas estão prontas: Argentina vs Egito – Messi vs Salah! Uma vitória emocionante sobre Cabo Verde prepara o confronto final entre lendas do pé esquerdo.
Ao reduzir a partida a um duelo pessoal entre duas estrelas, o bloco cria uma narrativa simples e carregada de emoção que ofusca o contexto da equipe e a dificuldade real da vitória argentina.
O bloco omite a eliminação de potências tradicionais como Alemanha e Holanda, o que introduziria uma nota de imprevisibilidade e enfraqueceria o foco celebratório no poder das estrelas.
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