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Esportesábado, 27 de junho de 2026

Bélgica goleia Nova Zelândia por 5-1 e avança em primeiro no Grupo G do Mundial 2026

Com dobradinha de Trossard, belgas garantem a liderança; Egito empata com Irã e também se classifica, enquanto iranianos aguardam vaga como melhores terceiros.

O desfecho do Grupo G do Mundial de 2026 trouxe a afirmação belga e a angústia iraniana. No BC Place, em Vancouver, a Bélgica goleou a Nova Zelândia por 5-1, na madrugada deste sábado (27), e assegurou o primeiro lugar da chave com cinco pontos. Depois de dois empates sem brilho, a equipa de Rudi Garcia impôs-se com autoridade, ancorada numa exibição de gala de Leandro Trossard, que bisou, e na experiência de Kevin De Bruyne e Romelu Lukaku, sobreviventes da geração de ouro belga. A Nova Zelândia, que somou apenas um ponto, despediu-se da competição sem qualquer vitória no seu terceiro Mundial — um registo que a imprensa argentina fez questão de sublinhar, recordando os quatro empates e cinco derrotas em nove jogos da história dos All Whites na prova.

O encontro começou a pender para os europeus aos 28 minutos, quando Trossard, na pequena área, aproveitou um canto de De Bruyne que ressaltou nas costas do defesa Tim Payne. O domínio belga acentuou-se na segunda parte: o próprio Trossard fez o segundo aos 50, com um remate em arco após primeira defesa do guarda-redes; De Bruyne ampliou aos 66, com um disparo de pé esquerdo de fora da área; e Lukaku, 56 segundos depois de entrar, cabeceou para o 4-1, já aos 86. O golo de honra neozelandês, apontado por Elijah Just aos 84, não beliscou a goleada, que Alexis Saelemaekers fechou nos descontos. A cobertura europeia realçou a eficácia ofensiva de uma Bélgica que, até então, não convencera.

Em Seattle, o Egito carimbou o segundo lugar ao empatar 1-1 com o Irão, num jogo de emoções fortes. Saber adiantou os egípcios logo aos 5 minutos, mas Razaeian igualou aos 14. O Irão, que precisava vencer para seguir em frente, viveu um final de partir o coração: já nos descontos, Khalilzadeh marcou à boca da baliza, mas o VAR anulou o lance por fora de jogo milimétrico; instantes depois, Ezatolahi acertou na trave. Os jogadores iranianos deixaram o relvado em lágrimas, aplaudidos pelo público, e agora dependem de uma combinação de resultados para avançar como um dos oito melhores terceiros. A imprensa sul-americana descreveu a cena como um dos momentos mais dramáticos da primeira fase.

Com estes desfechos, a Bélgica defrontará um terceiro classificado nos 16-avos de final, a 1 de julho, em Seattle, enquanto o Egito medirá forças com a Austrália a 3 de julho, em Arlington, no Texas. O Irão, com três pontos, aguarda. A FIFA confirmou ainda a qualificação do Senegal como um dos melhores terceiros e a eliminação da Escócia, à medida que o quadro da fase a eliminar se vai preenchendo. Para observadores em Lisboa, a trajetória belga reacende a discussão sobre o aproveitamento tardio de uma geração talentosa, ao passo que, no Brasil, a eliminação precoce da Nova Zelândia foi recebida com naturalidade, dada a diferença de escalões.

O Mundial prossegue com a definição dos restantes grupos, mas o Grupo G já entregou o seu veredito: a Bélgica de Trossard e De Bruyne respira fundo, o Egito de Salah confirma a presença nos mata-matas e o Irão chora à espera de um milagre.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

2 grupos editoriais · 2 idiomas

24%
TomTemperaturaFocoPosicionamentoHorizonte
Imprensa latino-americanaImprensa europeia continental
Imprensa latino-americana
DistanciamentoPragmatismo

A Bélgica derrotou a Nova Zelândia e garantiu o primeiro lugar do Grupo G, avançando para a fase eliminatória. A partida foi uma vitória de rotina para a equipe europeia, sem surpresas. O foco está nas implicações práticas para a chave do torneio.

Imprensa europeia continental
IroniaCeticismo

Outra vitória previsível para uma potência europeia, reforçando a narrativa de que esta Copa do Mundo carece de surpresas. A partida é vista como uma conclusão inevitável, com a verdadeira história sendo a falta de competitividade. O tom é ligeiramente cínico, questionando a emoção do torneio.

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sábado, 27 de junho de 2026

Bélgica goleia Nova Zelândia por 5-1 e avança em primeiro no Grupo G do Mundial 2026

Com dobradinha de Trossard, belgas garantem a liderança; Egito empata com Irã e também se classifica, enquanto iranianos aguardam vaga como melhores terceiros.

O desfecho do Grupo G do Mundial de 2026 trouxe a afirmação belga e a angústia iraniana. No BC Place, em Vancouver, a Bélgica goleou a Nova Zelândia por 5-1, na madrugada deste sábado (27), e assegurou o primeiro lugar da chave com cinco pontos. Depois de dois empates sem brilho, a equipa de Rudi Garcia impôs-se com autoridade, ancorada numa exibição de gala de Leandro Trossard, que bisou, e na experiência de Kevin De Bruyne e Romelu Lukaku, sobreviventes da geração de ouro belga. A Nova Zelândia, que somou apenas um ponto, despediu-se da competição sem qualquer vitória no seu terceiro Mundial — um registo que a imprensa argentina fez questão de sublinhar, recordando os quatro empates e cinco derrotas em nove jogos da história dos All Whites na prova.

O encontro começou a pender para os europeus aos 28 minutos, quando Trossard, na pequena área, aproveitou um canto de De Bruyne que ressaltou nas costas do defesa Tim Payne. O domínio belga acentuou-se na segunda parte: o próprio Trossard fez o segundo aos 50, com um remate em arco após primeira defesa do guarda-redes; De Bruyne ampliou aos 66, com um disparo de pé esquerdo de fora da área; e Lukaku, 56 segundos depois de entrar, cabeceou para o 4-1, já aos 86. O golo de honra neozelandês, apontado por Elijah Just aos 84, não beliscou a goleada, que Alexis Saelemaekers fechou nos descontos. A cobertura europeia realçou a eficácia ofensiva de uma Bélgica que, até então, não convencera.

Em Seattle, o Egito carimbou o segundo lugar ao empatar 1-1 com o Irão, num jogo de emoções fortes. Saber adiantou os egípcios logo aos 5 minutos, mas Razaeian igualou aos 14. O Irão, que precisava vencer para seguir em frente, viveu um final de partir o coração: já nos descontos, Khalilzadeh marcou à boca da baliza, mas o VAR anulou o lance por fora de jogo milimétrico; instantes depois, Ezatolahi acertou na trave. Os jogadores iranianos deixaram o relvado em lágrimas, aplaudidos pelo público, e agora dependem de uma combinação de resultados para avançar como um dos oito melhores terceiros. A imprensa sul-americana descreveu a cena como um dos momentos mais dramáticos da primeira fase.

Com estes desfechos, a Bélgica defrontará um terceiro classificado nos 16-avos de final, a 1 de julho, em Seattle, enquanto o Egito medirá forças com a Austrália a 3 de julho, em Arlington, no Texas. O Irão, com três pontos, aguarda. A FIFA confirmou ainda a qualificação do Senegal como um dos melhores terceiros e a eliminação da Escócia, à medida que o quadro da fase a eliminar se vai preenchendo. Para observadores em Lisboa, a trajetória belga reacende a discussão sobre o aproveitamento tardio de uma geração talentosa, ao passo que, no Brasil, a eliminação precoce da Nova Zelândia foi recebida com naturalidade, dada a diferença de escalões.

O Mundial prossegue com a definição dos restantes grupos, mas o Grupo G já entregou o seu veredito: a Bélgica de Trossard e De Bruyne respira fundo, o Egito de Salah confirma a presença nos mata-matas e o Irão chora à espera de um milagre.

Divergência das fontes

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Como se dividem

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Como a mesma história é contada em outros lugares.

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TomTemperaturaFocoPosicionamentoHorizonte
Imprensa latino-americanaImprensa europeia continental
Imprensa latino-americana
DistanciamentoPragmatismo

A Bélgica derrotou a Nova Zelândia e garantiu o primeiro lugar do Grupo G, avançando para a fase eliminatória. A partida foi uma vitória de rotina para a equipe europeia, sem surpresas. O foco está nas implicações práticas para a chave do torneio.

Imprensa europeia continental
IroniaCeticismo

Outra vitória previsível para uma potência europeia, reforçando a narrativa de que esta Copa do Mundo carece de surpresas. A partida é vista como uma conclusão inevitável, com a verdadeira história sendo a falta de competitividade. O tom é ligeiramente cínico, questionando a emoção do torneio.

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