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Renúncia na Arábia Saudita: presidente da federação deixa cargo após eliminação no Mundial

Yasser Al-Misehal assumiu 'total responsabilidade' pela campanha que terminou com dois pontos no Grupo H, abrindo caminho para eleições e novo ciclo no futebol saudita.

O presidente da Federação de Futebol da Arábia Saudita, Yasser Al-Misehal, anunciou a renúncia ao cargo na segunda-feira, horas depois de a seleção nacional ser eliminada na fase de grupos do Mundial de 2026. A decisão foi comunicada nas redes sociais, com o dirigente a declarar que o resultado “não corresponde às ambições” do país e a pedir desculpa a todos os que esperavam ver a equipa numa posição melhor. A Arábia Saudita terminou no último lugar do Grupo H, somando apenas dois pontos.

A campanha saudita começou com um empate a um golo frente ao Uruguai, mas a derrota pesada por 4-0 diante da Espanha na segunda jornada deixou a equipa na obrigação de vencer Cabo Verde para seguir em frente. O jogo decisivo terminou sem golos, selando a eliminação e garantindo aos cabo-verdianos o segundo lugar do grupo e a primeira qualificação de sempre para os oitavos de final. A preparação da seleção fora abalada pela troca de comando técnico a menos de dois meses do torneio, com a saída de Hervé Renard e a entrada de Georgios Donis.

Al-Misehal estava à frente da federação desde 2019 e fora reeleito para um mandato até 2027. Durante a sua gestão, o reino assegurou a organização do Mundial de 2034, da Taça da Ásia de 2027 e de vários eventos internacionais, como a Supertaça de Espanha e de Itália, o Mundial de Clubes de 2023 e a Taça dos Campeões Árabes. Paralelamente, o governo injetou somas avultadas no futebol, atraindo estrelas como Cristiano Ronaldo, Karim Benzema e Neymar para a liga local. Na imprensa árabe, o diário libanês An-Nahar classificou a eliminação como uma “catástrofe”, enquanto meios de comunicação iranianos sublinharam o contraste entre o investimento financeiro e o desempenho desportivo.

Na perspetiva de observadores em Lisboa e no Rio de Janeiro, a demissão ocorre num momento de grande visibilidade do futebol saudita, mas os resultados imediatos ainda não refletem a escala dos recursos mobilizados. Al-Misehal afirmou que a federação dará início ao processo eleitoral para um novo conselho de administração, encerrando o seu ciclo antes do fim do mandato. A Arábia Saudita prepara-se agora para receber a Taça da Ásia no início de 2027, um teste organizativo relevante antes do Mundial de 2034, enquanto a pressão recai sobre o próximo dirigente para converter o investimento em resultados dentro de campo.

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O presidente da federação saudita de futebol renunciou após a eliminação precoce da Copa do Mundo. A equipe terminou em último no grupo com dois pontos, depois de empates com Uruguai e Cabo Verde e derrota para a Espanha. O dirigente declarou assumir total responsabilidade, pediu desculpas e anunciou que não continuará até o fim do mandato.

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O principal dirigente do futebol saudita deixou o cargo após o fracasso na Copa. Com apenas dois pontos e o último lugar no grupo, a seleção não conseguiu avançar. O presidente afirmou que o resultado ficou aquém das ambições, assumiu total responsabilidade e decidiu se afastar.

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segunda-feira, 29 de junho de 2026

Renúncia na Arábia Saudita: presidente da federação deixa cargo após eliminação no Mundial

Yasser Al-Misehal assumiu 'total responsabilidade' pela campanha que terminou com dois pontos no Grupo H, abrindo caminho para eleições e novo ciclo no futebol saudita.

O presidente da Federação de Futebol da Arábia Saudita, Yasser Al-Misehal, anunciou a renúncia ao cargo na segunda-feira, horas depois de a seleção nacional ser eliminada na fase de grupos do Mundial de 2026. A decisão foi comunicada nas redes sociais, com o dirigente a declarar que o resultado “não corresponde às ambições” do país e a pedir desculpa a todos os que esperavam ver a equipa numa posição melhor. A Arábia Saudita terminou no último lugar do Grupo H, somando apenas dois pontos.

A campanha saudita começou com um empate a um golo frente ao Uruguai, mas a derrota pesada por 4-0 diante da Espanha na segunda jornada deixou a equipa na obrigação de vencer Cabo Verde para seguir em frente. O jogo decisivo terminou sem golos, selando a eliminação e garantindo aos cabo-verdianos o segundo lugar do grupo e a primeira qualificação de sempre para os oitavos de final. A preparação da seleção fora abalada pela troca de comando técnico a menos de dois meses do torneio, com a saída de Hervé Renard e a entrada de Georgios Donis.

Al-Misehal estava à frente da federação desde 2019 e fora reeleito para um mandato até 2027. Durante a sua gestão, o reino assegurou a organização do Mundial de 2034, da Taça da Ásia de 2027 e de vários eventos internacionais, como a Supertaça de Espanha e de Itália, o Mundial de Clubes de 2023 e a Taça dos Campeões Árabes. Paralelamente, o governo injetou somas avultadas no futebol, atraindo estrelas como Cristiano Ronaldo, Karim Benzema e Neymar para a liga local. Na imprensa árabe, o diário libanês An-Nahar classificou a eliminação como uma “catástrofe”, enquanto meios de comunicação iranianos sublinharam o contraste entre o investimento financeiro e o desempenho desportivo.

Na perspetiva de observadores em Lisboa e no Rio de Janeiro, a demissão ocorre num momento de grande visibilidade do futebol saudita, mas os resultados imediatos ainda não refletem a escala dos recursos mobilizados. Al-Misehal afirmou que a federação dará início ao processo eleitoral para um novo conselho de administração, encerrando o seu ciclo antes do fim do mandato. A Arábia Saudita prepara-se agora para receber a Taça da Ásia no início de 2027, um teste organizativo relevante antes do Mundial de 2034, enquanto a pressão recai sobre o próximo dirigente para converter o investimento em resultados dentro de campo.

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O presidente da federação saudita de futebol renunciou após a eliminação precoce da Copa do Mundo. A equipe terminou em último no grupo com dois pontos, depois de empates com Uruguai e Cabo Verde e derrota para a Espanha. O dirigente declarou assumir total responsabilidade, pediu desculpas e anunciou que não continuará até o fim do mandato.

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O principal dirigente do futebol saudita deixou o cargo após o fracasso na Copa. Com apenas dois pontos e o último lugar no grupo, a seleção não conseguiu avançar. O presidente afirmou que o resultado ficou aquém das ambições, assumiu total responsabilidade e decidiu se afastar.

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