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Esporteterça-feira, 16 de junho de 2026

Ronaldo inicia sexto Mundial com Portugal diante do Congo em Houston

Aos 41 anos, o capitão português persegue o único troféu que lhe escapa, enquanto Messi já brilhou com um hat-trick na véspera.

O encerramento da primeira jornada da fase de grupos do Mundial 2026 coloca frente a frente, esta quarta-feira em Houston, a ambição de Portugal e o regresso da República Democrática do Congo após meio século de ausência. O foco planetário, porém, recai sobre um homem de 41 anos que calça as chuteiras pela sexta vez num Campeonato do Mundo: Cristiano Ronaldo. Horas depois de Lionel Messi assinar um hat-trick pela Argentina e igualar o recorde histórico de golos em Mundiais, o capitão luso entra em cena no NRG Stadium com a missão de responder à altura e, sobretudo, de começar a escrever o capítulo que falta numa carreira descomunal — a conquista da taça que Portugal nunca ergueu.

Na perspetiva de Lisboa, a seleção de Roberto Martínez chega aos Estados Unidos como um dos projetos mais equilibrados da Europa. Aos veteranos Ronaldo, Bernardo Silva e Bruno Fernandes junta-se uma fornada de talento que brilhou nos clubes na última época, como Vitinha, João Neves e Nuno Mendes. Observadores portugueses sublinham que a profundidade do plantel permite sonhar com o título inédito, mas também recordam que a última presença nas semifinais data de 2006, precisamente o Mundial de estreia de CR7. A expectativa é que o avançado do Al-Nassr seja titular diante dos Leopardos, num encontro que pode valer-lhe o recorde isolado de jogador com golos em seis edições diferentes do torneio.

Do outro lado do Atlântico, a imprensa brasileira acompanha o duelo com um olhar dividido entre a admiração pelo rival europeu e a curiosidade sobre o adversário africano. Comentaristas no Brasil notam que o Congo, 46.º no ranking da FIFA, regressa a um Mundial depois de 1974 e carrega a mística de uma seleção que já foi Zaire. A equipa congolesa, liderada por Chancel Mbemba e com o goleador Cédric Bakambu na frente, aposta na intensidade física para contrariar o favoritismo português. Ainda assim, analistas brasileiros consideram que a diferença de qualidade técnica torna improvável uma surpresa, sobretudo porque Portugal costuma impor o seu jogo ofensivo contra blocos menos compactos.

Em África, o olhar lusófono — de Angola a Moçambique — tende a projetar sobre o Congo uma simpatia geopolítica, mas o foco permanece em Ronaldo. A sua longevidade é vista como um triunfo da dedicação atlética, e a possibilidade de se tornar o primeiro homem a marcar em seis Mundiais consecutivos ecoa como um feito que transcende fronteiras. Ao mesmo tempo, o regresso congolês é celebrado como um sinal de renovação do futebol africano, que em 2026 conta com nove vagas e ambições reforçadas.

O jogo de Houston abre o Grupo K, que mais tarde receberá Colômbia e Uzbequistão, e projeta desde já o que pode ser a última dança de Ronaldo no maior palco do futebol. Independentemente do resultado, a jornada confirma que a rivalidade geracional com Messi ganhou um novo capítulo: o argentino já tem o troféu que ambos perseguiram, mas o português ainda alimenta o sonho. A forma como Portugal iniciar esta caminhada definirá o tom de uma campanha que, para o seu capitão, é a derradeira oportunidade de fechar a obra com a assinatura que lhe falta.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Portugal estreia no Mundial 2026 contra a RD Congo, na última chance de Cristiano Ronaldo conquistar o troféu. Os congoleses voltam após 52 anos, enquanto os lusos apresentam um elenco recheado de talento e o título da Liga das Nações. O jogo combina nostalgia pelo último baile de CR7 com a curiosidade por uma seleção africana disposta a surpreender.

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urgenzascetticismo

A estreia de Portugal contra a RD Congo está sendo tratada como um potencial massacre, com a potência europeia cotada para dominar. A última Copa de Cristiano Ronaldo começa diante de uma seleção congolesa que retorna após 52 anos, mas o abismo técnico levanta dúvidas sobre o equilíbrio. O jogo é visto como um teste inicial que pode rapidamente virar um atropelo.

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terça-feira, 16 de junho de 2026

Ronaldo inicia sexto Mundial com Portugal diante do Congo em Houston

Aos 41 anos, o capitão português persegue o único troféu que lhe escapa, enquanto Messi já brilhou com um hat-trick na véspera.

O encerramento da primeira jornada da fase de grupos do Mundial 2026 coloca frente a frente, esta quarta-feira em Houston, a ambição de Portugal e o regresso da República Democrática do Congo após meio século de ausência. O foco planetário, porém, recai sobre um homem de 41 anos que calça as chuteiras pela sexta vez num Campeonato do Mundo: Cristiano Ronaldo. Horas depois de Lionel Messi assinar um hat-trick pela Argentina e igualar o recorde histórico de golos em Mundiais, o capitão luso entra em cena no NRG Stadium com a missão de responder à altura e, sobretudo, de começar a escrever o capítulo que falta numa carreira descomunal — a conquista da taça que Portugal nunca ergueu.

Na perspetiva de Lisboa, a seleção de Roberto Martínez chega aos Estados Unidos como um dos projetos mais equilibrados da Europa. Aos veteranos Ronaldo, Bernardo Silva e Bruno Fernandes junta-se uma fornada de talento que brilhou nos clubes na última época, como Vitinha, João Neves e Nuno Mendes. Observadores portugueses sublinham que a profundidade do plantel permite sonhar com o título inédito, mas também recordam que a última presença nas semifinais data de 2006, precisamente o Mundial de estreia de CR7. A expectativa é que o avançado do Al-Nassr seja titular diante dos Leopardos, num encontro que pode valer-lhe o recorde isolado de jogador com golos em seis edições diferentes do torneio.

Do outro lado do Atlântico, a imprensa brasileira acompanha o duelo com um olhar dividido entre a admiração pelo rival europeu e a curiosidade sobre o adversário africano. Comentaristas no Brasil notam que o Congo, 46.º no ranking da FIFA, regressa a um Mundial depois de 1974 e carrega a mística de uma seleção que já foi Zaire. A equipa congolesa, liderada por Chancel Mbemba e com o goleador Cédric Bakambu na frente, aposta na intensidade física para contrariar o favoritismo português. Ainda assim, analistas brasileiros consideram que a diferença de qualidade técnica torna improvável uma surpresa, sobretudo porque Portugal costuma impor o seu jogo ofensivo contra blocos menos compactos.

Em África, o olhar lusófono — de Angola a Moçambique — tende a projetar sobre o Congo uma simpatia geopolítica, mas o foco permanece em Ronaldo. A sua longevidade é vista como um triunfo da dedicação atlética, e a possibilidade de se tornar o primeiro homem a marcar em seis Mundiais consecutivos ecoa como um feito que transcende fronteiras. Ao mesmo tempo, o regresso congolês é celebrado como um sinal de renovação do futebol africano, que em 2026 conta com nove vagas e ambições reforçadas.

O jogo de Houston abre o Grupo K, que mais tarde receberá Colômbia e Uzbequistão, e projeta desde já o que pode ser a última dança de Ronaldo no maior palco do futebol. Independentemente do resultado, a jornada confirma que a rivalidade geracional com Messi ganhou um novo capítulo: o argentino já tem o troféu que ambos perseguiram, mas o português ainda alimenta o sonho. A forma como Portugal iniciar esta caminhada definirá o tom de uma campanha que, para o seu capitão, é a derradeira oportunidade de fechar a obra com a assinatura que lhe falta.

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Portugal estreia no Mundial 2026 contra a RD Congo, na última chance de Cristiano Ronaldo conquistar o troféu. Os congoleses voltam após 52 anos, enquanto os lusos apresentam um elenco recheado de talento e o título da Liga das Nações. O jogo combina nostalgia pelo último baile de CR7 com a curiosidade por uma seleção africana disposta a surpreender.

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A estreia de Portugal contra a RD Congo está sendo tratada como um potencial massacre, com a potência europeia cotada para dominar. A última Copa de Cristiano Ronaldo começa diante de uma seleção congolesa que retorna após 52 anos, mas o abismo técnico levanta dúvidas sobre o equilíbrio. O jogo é visto como um teste inicial que pode rapidamente virar um atropelo.

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