
Mulheres são encontradas mortas em residências na Suécia, Argentina, Brasil e Suíça
Autoridades investigam as circunstâncias das mortes, com detenções em três dos casos e apuração de antecedentes de violência doméstica.
Quatro mulheres foram encontradas sem vida no interior de residências em diferentes países nos últimos dias, desencadeando investigações policiais que, em três dos episódios, já resultaram em detenções. Em Malmö, na Suécia, uma mulher ainda não identificada foi localizada morta num apartamento do bairro de Värnhem na manhã de segunda-feira. As autoridades suecas abriram um inquérito por homicídio, afirmando existir “circunstâncias claras” que indicam um crime violento, mas até ao momento não há suspeitos identificados nem detidos.
Na cidade suíça de Berna, a polícia cantonal confirmou que o corpo encontrado na passada sexta-feira na Morillonstrasse pertence a uma cidadã suíça de 20 anos. Dois homens foram inicialmente detidos; um deles foi libertado após averiguações, enquanto o segundo, de 35 anos, permanece em prisão preventiva. A procuradoria regional investiga a causa exata da morte e o grau de envolvimento do detido, tendo solicitado a colaboração de quem tenha observado movimentações suspeitas na zona.
Do outro lado do Atlântico, em Concordia, na Argentina, a morte de Milagros Schimf levou à detenção do companheiro da vítima. O caso está provisoriamente classificado como instigação ao suicídio e desobediência judicial reiterada, uma vez que, apesar de a jovem ter obtido medidas de restrição por ameaças e agressões anteriores, o casal continuava a coabitar. A autópsia é aguardada como peça central para definir a tipificação penal. Já em Barbacena, no interior de Minas Gerais, a estudante de medicina Letícia de Morais Vasconcelos Rodrigues, de 40 anos, foi encontrada morta no sábado à noite. O companheiro foi preso em flagrante por suspeita de feminicídio, após uma operação conjunta das forças de segurança mineiras que o interceptaram nas proximidades de Bom Jardim de Minas.
Em todos os casos, as autoridades locais mantêm as investigações em curso, com destaque para a realização de perícias técnicas e a recolha de depoimentos. As causas das mortes permanecem sob segredo de justiça ou dependem de laudos forenses ainda não concluídos. Enquanto na Suécia a polícia se concentra em estabelecer uma linha do tempo e identificar a vítima, na Argentina e no Brasil os inquéritos examinam o histórico de violência doméstica e o eventual descumprimento de medidas protetivas.
Como a mesma história é contada em outros lugares.
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Em Malmö, a polícia abriu um inquérito de homicídio após uma mulher ser encontrada morta num apartamento. Ainda não há suspeitos, enquanto prosseguem os exames forenses e as inquirições a vizinhos. Em Berna, uma mulher de 20 anos foi encontrada morta e um homem de 35 está em prisão preventiva.
Na Argentina, a morte de Milagros Schimf é investigada sob várias hipóteses, enquanto as autoridades analisam seu histórico pessoal. No Brasil, uma estudante de medicina foi morta e seu companheiro preso por suspeita de feminicídio, reacendendo o alerta sobre a violência de gênero na região.
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