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Esportesegunda-feira, 13 de julho de 2026

Pirlo assume a dianteira na corrida pela seleção italiana, com Maldini e Leonardo a liderar a escolha

A federação italiana prepara uma short list e o antigo campeão do mundo ganha força como o nome da reconstrução, enquanto Allegri inicia nova etapa no Napoli.

Andrea Pirlo tornou-se o candidato mais forte para assumir o comando técnico da Itália, numa reviravolta que ganhou corpo nas últimas horas. O antigo médio, campeão mundial em 2006, é a aposta de Paolo Maldini e Leonardo, as duas figuras escolhidas pelo presidente da FIGC, Giovanni Malagò, para reconstruir a área técnica da federação. A dupla, que partilhou o balneário com Pirlo no Milan e na seleção, vê no treinador de 47 anos a combinação entre identidade azzurra e visão de jogo capaz de relançar uma equipa que falhou a qualificação para três Mundiais consecutivos.

A escolha do novo commissario tecnico entra na fase decisiva. Malagò confirmou que se trabalha numa short list e que se reunirá com Maldini e Leonardo para definir o perfil. A imprensa italiana, com a La Gazzetta dello Sport à cabeça, coloca Pirlo à frente de Antonio Conte e Roberto Mancini, enquanto o sonho de contratar Pep Guardiola esbarra nos custos elevados e na complexidade de convencer o catalão a trocar o futebol de clubes por uma seleção. Na perspetiva de Brasília, o nome de Pirlo ecoa com naturalidade: o Brasil recorda-o como um dos carrascos na final de 2006 e, agora, como um técnico de percurso ainda curto mas com um troféu (Coppa Italia) pela Juventus e uma experiência atual no United FC, dos Emirados Árabes Unidos.

A operação que coloca Maldini e Leonardo no centro da decisão representa uma mudança estrutural na FIGC. O antigo defesa, nomeado diretor técnico com um contrato de quatro anos, terá a responsabilidade de liderar o projeto até ao Mundial de 2030, assessorado pelo brasileiro Leonardo, que regressa a um cargo de relevo no futebol europeu. Observadores em Lisboa notam que a escolha de uma dupla com tanto peso mediático e conhecimento do jogo procura devolver credibilidade a uma federação desgastada pelos fracassos recentes. A própria Dino Zoff, antigo guarda-redes e selecionador, abençoou a nomeação de Maldini, sublinhando o seu caráter e carisma.

Enquanto a seleção define o seu futuro, Massimiliano Allegri iniciou uma nova aventura no Napoli, clube que o apresentou no Teatro San Carlo. O treinador toscano, que sucede a Antonio Conte, mostrou-se magoado com o desfecho da sua segunda passagem pelo Milan, onde a equipa perdeu o acesso à Liga dos Campeões na última jornada. “Não estou aqui por vingança”, afirmou, agradecendo a quem trabalhou consigo nos rossoneri. Allegri herda um plantel que, nas suas palavras, está “habituado a trabalhar” e que conquistou Scudetto e Supercoppa nos últimos dois anos. Mario Balotelli, antigo pupilo, manifestou confiança na capacidade do técnico para voltar a triunfar.

A decisão sobre o novo selecionador deverá ser comunicada ao Conselho Federal nos próximos dias, sem necessidade de votação. A Itália tem pela frente a Nations League em setembro, com um grupo que inclui Bélgica, Turquia e França, e não pode adiar mais o arranque de um ciclo que a reconcilie com os grandes palcos. A aposta em Pirlo, se confirmada, será a mais arriscada, mas também a que melhor encarna a vontade de rutura com o passado recente.

Divergência — quem conta como
Eixo: Riforma vs. Critica
37%Média
3 blocos · posições de −0.50 a +0.40
ScetticismoTrionfo
LATEURIRN
Divergência entre blocos de imprensa
Imprensa latino-americana0.00neutral
Imprensa europeia continental−0.50critical
Imprensa iraniana e afins+0.40aligned
Imprensa latino-americana0.00
Voz

A Itália mira Guardiola, mas o custo é um obstáculo.

Mecanismopragmatismo descrittivo

Apresenta os fatos sem julgamento, listando tanto o interesse quanto as dificuldades, criando uma impressão de objetividade.

PragmatismoDistanciamento
Imprensa europeia continental−0.50
Voz

Rivera denuncia: a nova gestão é preocupante e sofre pressões indevidas.

Mecanismoautorità della leggenda

Utiliza a figura de um ex-campeão para deslegitimar a direção, apelando à tradição e credibilidade pessoal.

Omissão

Omite que outros artigos do mesmo bloco veem positivamente a reforma e o interesse por Guardiola, apresentando apenas a crítica.

CeticismoIndignaçãoVozes divididas
Imprensa iraniana e afins+0.40
Voz

O Irã escolhe Guardiola como a única opção válida para o renascimento da Azzurra.

Mecanismoselezione esclusiva

Apresenta a decisão como já tomada, excluindo outras opções para criar um senso de inevitabilidade e genialidade.

Omissão

Omite que outras fontes mencionam Conte e Mancini como ainda na disputa, e que o salário de Guardiola é um obstáculo.

TriunfoPragmatismo

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Atualizado 13:504 idiomas · 8 veículos
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segunda-feira, 13 de julho de 2026

Pirlo assume a dianteira na corrida pela seleção italiana, com Maldini e Leonardo a liderar a escolha

A federação italiana prepara uma short list e o antigo campeão do mundo ganha força como o nome da reconstrução, enquanto Allegri inicia nova etapa no Napoli.

Andrea Pirlo tornou-se o candidato mais forte para assumir o comando técnico da Itália, numa reviravolta que ganhou corpo nas últimas horas. O antigo médio, campeão mundial em 2006, é a aposta de Paolo Maldini e Leonardo, as duas figuras escolhidas pelo presidente da FIGC, Giovanni Malagò, para reconstruir a área técnica da federação. A dupla, que partilhou o balneário com Pirlo no Milan e na seleção, vê no treinador de 47 anos a combinação entre identidade azzurra e visão de jogo capaz de relançar uma equipa que falhou a qualificação para três Mundiais consecutivos.

A escolha do novo commissario tecnico entra na fase decisiva. Malagò confirmou que se trabalha numa short list e que se reunirá com Maldini e Leonardo para definir o perfil. A imprensa italiana, com a La Gazzetta dello Sport à cabeça, coloca Pirlo à frente de Antonio Conte e Roberto Mancini, enquanto o sonho de contratar Pep Guardiola esbarra nos custos elevados e na complexidade de convencer o catalão a trocar o futebol de clubes por uma seleção. Na perspetiva de Brasília, o nome de Pirlo ecoa com naturalidade: o Brasil recorda-o como um dos carrascos na final de 2006 e, agora, como um técnico de percurso ainda curto mas com um troféu (Coppa Italia) pela Juventus e uma experiência atual no United FC, dos Emirados Árabes Unidos.

A operação que coloca Maldini e Leonardo no centro da decisão representa uma mudança estrutural na FIGC. O antigo defesa, nomeado diretor técnico com um contrato de quatro anos, terá a responsabilidade de liderar o projeto até ao Mundial de 2030, assessorado pelo brasileiro Leonardo, que regressa a um cargo de relevo no futebol europeu. Observadores em Lisboa notam que a escolha de uma dupla com tanto peso mediático e conhecimento do jogo procura devolver credibilidade a uma federação desgastada pelos fracassos recentes. A própria Dino Zoff, antigo guarda-redes e selecionador, abençoou a nomeação de Maldini, sublinhando o seu caráter e carisma.

Enquanto a seleção define o seu futuro, Massimiliano Allegri iniciou uma nova aventura no Napoli, clube que o apresentou no Teatro San Carlo. O treinador toscano, que sucede a Antonio Conte, mostrou-se magoado com o desfecho da sua segunda passagem pelo Milan, onde a equipa perdeu o acesso à Liga dos Campeões na última jornada. “Não estou aqui por vingança”, afirmou, agradecendo a quem trabalhou consigo nos rossoneri. Allegri herda um plantel que, nas suas palavras, está “habituado a trabalhar” e que conquistou Scudetto e Supercoppa nos últimos dois anos. Mario Balotelli, antigo pupilo, manifestou confiança na capacidade do técnico para voltar a triunfar.

A decisão sobre o novo selecionador deverá ser comunicada ao Conselho Federal nos próximos dias, sem necessidade de votação. A Itália tem pela frente a Nations League em setembro, com um grupo que inclui Bélgica, Turquia e França, e não pode adiar mais o arranque de um ciclo que a reconcilie com os grandes palcos. A aposta em Pirlo, se confirmada, será a mais arriscada, mas também a que melhor encarna a vontade de rutura com o passado recente.

Divergência — quem conta como
Eixo: Riforma vs. Critica
37%Média
3 blocos · posições de −0.50 a +0.40
ScetticismoTrionfo
LATEURIRN
Divergência entre blocos de imprensa
Imprensa latino-americana0.00neutral
Imprensa europeia continental−0.50critical
Imprensa iraniana e afins+0.40aligned
Imprensa latino-americana0.00
Voz

A Itália mira Guardiola, mas o custo é um obstáculo.

Mecanismopragmatismo descrittivo

Apresenta os fatos sem julgamento, listando tanto o interesse quanto as dificuldades, criando uma impressão de objetividade.

PragmatismoDistanciamento
Imprensa europeia continental−0.50
Voz

Rivera denuncia: a nova gestão é preocupante e sofre pressões indevidas.

Mecanismoautorità della leggenda

Utiliza a figura de um ex-campeão para deslegitimar a direção, apelando à tradição e credibilidade pessoal.

Omissão

Omite que outros artigos do mesmo bloco veem positivamente a reforma e o interesse por Guardiola, apresentando apenas a crítica.

CeticismoIndignaçãoVozes divididas
Imprensa iraniana e afins+0.40
Voz

O Irã escolhe Guardiola como a única opção válida para o renascimento da Azzurra.

Mecanismoselezione esclusiva

Apresenta a decisão como já tomada, excluindo outras opções para criar um senso de inevitabilidade e genialidade.

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