
França goleia Suécia e confirma oitavas com Brasil, Paraguai e surpresas
Mbappé brilha, Alemanha e Holanda caem nos pênaltis, e Cabo Verde, país lusófono, enfrenta a Argentina; veja o panorama da fase eliminatória.
A França não deu margem a sobressaltos. Na noite de terça-feira, em Nova Jérsia, a seleção de Didier Deschamps demoliu a Suécia por 3-0, com dois golos de Kylian Mbappé e um de Bradley Barcola, e carimbou o passaporte para os oitavos de final do Mundial 2026. O resultado fez dos bleus o sexto classificado para a próxima fase, horas depois de a Noruega ter sofrido para bater a Costa do Marfim por 2-1, com o golo da vitória de Erling Haaland a surgir já perto do fim. A jornada ficou ainda marcada pelo triunfo categórico do México sobre o Equador (2-0), que fez dos anfitriões a sétima equipa apurada e deixou os sul-americanos reduzidos a dez jogadores no último suspiro da partida.
A ronda inaugural do mata-mata já tinha produzido choques sísmicos. O Paraguai, orientado por Gustavo Alfaro, eliminou a Alemanha no desempate por grandes penalidades (4-3, após 1-1 nos 120 minutos), num dos maiores sobressaltos do torneio. Marrocos repetiu a dose frente aos Países Baixos, também nos penáltis (3-2, depois do 1-1), confirmando a solidez defensiva que já exibira na fase de grupos. O Brasil, por seu turno, escapou a uma armadilha: esteve a perder com o Japão, mas conseguiu a reviravolta para 2-1 com um golo tardio de Gabriel Martinelli, evitando o prolongamento e mantendo vivo o sonho do hexa. Na perspetiva de Brasília, a exibição irregular reacendeu dúvidas sobre o trabalho de Carlo Ancelotti, mas o desfecho bastou para colocar a canarinha no caminho da Noruega.
Com os resultados, estão definidos três confrontos dos oitavos de final. O Paraguai medirá forças com a França no sábado, 4 de julho, em Filadélfia, enquanto o Canadá, que afastara a África do Sul com um golo solitário, enfrenta Marrocos em Houston. No domingo, o Brasil e a Noruega de Haaland prometem um duelo de alto risco em Nova Jérsia. O México aguarda o vencedor do embate entre Inglaterra e República Democrática do Congo. Para o universo lusófono, o foco vira-se para o final da semana: Cabo Verde, a única seleção africana de língua portuguesa ainda em prova, defronta a Argentina de Lionel Messi na sexta-feira, em Miami, num encontro que mobiliza a diáspora e é visto em Lisboa e na Cidade da Praia como uma oportunidade histórica. Portugal, por sua vez, só entra em campo na quinta-feira, diante da Croácia, em Toronto.
A eliminação precoce de duas potências europeias – Alemanha e Países Baixos – alterou a hierarquia esperada do torneio. Observadores na imprensa desportiva europeia sublinham que a queda de ambos nos penáltis expôs fragilidades na construção de jogo e na eficácia ofensiva, enquanto enaltecem a organização tática de paraguaios e marroquinos. Do lado sul-americano, a análise em Buenos Aires e no Rio de Janeiro destaca o contraste entre a autoridade francesa e os apuros do Brasil, mas também celebra a resistência do Paraguai como um triunfo do futebol coletivo. A Costa do Marfim, apesar da eliminação, saiu do torneio com uma imagem digna, tendo forçado a Noruega a um desfecho dramático.
O calendário dos oitavos arranca a 4 de julho e promete emoções fortes. Antes disso, a conclusão dos dezasseis avos de final, com jogos como Estados Unidos–Bósnia e Bélgica–Senegal, terminará de desenhar o quadro. Para já, a França de Mbappé assume-se como a equipa a abater, mas o Mundial de 2026 já mostrou que as certezas duram pouco.
| Imprensa do Sudeste Asiático | 0.00 | neutral |
|---|---|---|
| Imprensa latino-americana | 0.00 | neutral |
| Imprensa africana subsaariana | 0.00 | neutral |
Paraguay achieved a feat by eliminating Germany on penalties.
The account is limited to essential facts, without commentary or analysis, taking the reader's interest in the result for granted.
It does not mention the other round of 16 matches (Morocco, France, Brazil) or tournament context.
Our priorities are news that directly affect citizens, not international football.
By excluding the match from the agenda, editorial independence and the choice of what is relevant to the local audience are signaled.
It completely omits the World Cup news, depriving readers of a globally relevant sporting event.
The real challenges are xenophobia, fuel prices, and international justice, not football.
The news selection reflects an agenda focused on domestic and continental crises, making a distant sporting event irrelevant.
It omits the match and its sporting significance, prioritizing political and economic news.
Amplie o olhar
Presidente da Hungria assina emenda que põe fim ao próprio mandato
5 idiomas · 8 veículos
De Economy & MarketsPetróleo Brent supera US$ 90 com escalada de ataques entre EUA e Irã no Estreito de Ormuz
8 idiomas · 21 veículos
De TechnologyModelo chinês Kimi K3 abala mercados e reacende debate sobre IA aberta
4 idiomas · 7 veículos