
Coreia do Sul ativa alerta máximo de calor extremo pela primeira vez
O aviso inédito abrangeu as cidades de Gyeongsan e Pohang, no sudeste do país, e recomenda a interrupção de todas as atividades ao ar livre.
A Coreia do Sul emitiu, pela primeira vez desde a criação de um novo sistema de alerta, o nível máximo de emergência por calor extremo. O aviso, ativado às 10h de domingo (hora local), abrangeu as cidades de Gyeongsan e Pohang, na província de Gyeongsang do Norte, onde as temperaturas ultrapassaram os 39°C no dia anterior, segundo a Administração Meteorológica da Coreia (KMA).
De acordo com a diretora da agência, Lee Mi-seon, o alerta máximo é acionado quando uma região sob vaga de calor prevê temperaturas aparentes de 38°C ou reais de 39°C durante pelo menos um dia, após um período de calor intenso. As zonas afetadas registaram sensações térmicas superiores a 35°C na sexta-feira e no sábado. Com o aviso, as autoridades recomendam a suspensão de todas as atividades ao ar livre, incluindo trabalho e desporto, e a adoção de medidas como beber água e procurar sombra.
A KMA sublinha que o número médio de dias com vagas de calor no país mais do que duplicou nas últimas décadas, passando de oito por ano nos anos 1970 para 19 nos últimos cinco anos. O novo sistema de alertas, em vigor desde junho, foi concebido para melhor responder a eventos extremos que, segundo cientistas, se tornam mais frequentes e intensos devido às alterações climáticas.
À escala global, outras regiões enfrentam episódios semelhantes. Nos Estados Unidos, cerca de 44 milhões de pessoas estão sob avisos de calor, com máximas previstas entre 38°C e 43°C. Na Europa Ocidental, uma terceira vaga de calor atinge vários países, depois do junho mais quente de que há registo; a Organização Mundial da Saúde contabiliza pelo menos 1300 mortes desde 21 de junho. Em França, 24 milhões de pessoas estão sob alerta máximo de canícula.
Até ao momento, as autoridades sul-coreanas não reportaram vítimas diretamente relacionadas com este episódio. O alerta permanece em vigor nas duas cidades, enquanto grande parte do país se mantém sob diferentes níveis de aviso.
| Imprensa chinesa | 0.00 | neutral |
|---|---|---|
| Imprensa do Golfo árabe | 0.00 | neutral |
| Imprensa europeia continental | 0.00 | neutral |
Climate change is real and this heatwave is proof; South Korea's new alert system is a necessary adaptation.
By invoking scientific authority on climate change, the narrative makes the local heatwave a symbol of a global crisis.
The Chinese bloc omits the specific cities (Gyeongsan and Pohang) and exact temperature figures, focusing instead on the general trend of heatwaves.
Temperatures are rising dangerously; the new alert system is a useful tool to protect the population.
By sticking to meteorological details and system operation, the narrative avoids any climate contextualization, presenting the event as isolated and manageable.
The Gulf Arab bloc omits any reference to climate change or the long-term trend of heatwaves.
The extreme heatwave is proof of climate change; the new alert system is a necessary response to a global phenomenon.
By explicitly linking the event to climate change and the anticipation of future events, the narrative creates a sense of urgency and inevitability, pushing for preparedness.
The continental European bloc omits specific details about the affected towns and exact temperatures, focusing instead on the global significance of the alert.
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