
Com recorde de Kane, Inglaterra vence Panamá e avança em primeiro no Grupo L
Triunfo por 2-0, com golos de Bellingham e do histórico capitão, garante o topo da chave; Croácia bate Gana por 2-1 e ambas as equipas também seguem para os 16 avos, onde enfrentarão Portugal e Colômbia.
No MetLife Stadium, em Nova Jérsei, a Inglaterra derrotou o Panamá por 2-0 e carimbou a liderança do Grupo L do Mundial de 2026. O jogo começou sob tensão, pois a Croácia vencia o Gana no duelo simultâneo, ameaçando tirar a primeira posição dos ingleses. Harry Kane fez o segundo golo e isolou-se como o maior artilheiro inglês em Copas, com 11 tentos, deixando Gary Lineker para trás.
A vitória foi construída com paciência. O Panamá, já eliminado, organizou-se num 5-4-1 e resistiu até os 62 minutos. Jude Bellingham, mesmo agarrado por Jorge Gutiérrez, escorou de canhota um canto de Bukayo Saka. Cinco minutos depois, cruzamento de Bellingham encontrou Kane, que cabeceou no canto. O duplo golpe aliviou a Inglaterra, que até então não havia criado chances claras.
No outro jogo, a Croácia bateu o Gana por 2-1. Petar Sucic abriu o marcador aos 31 minutos com um remate de fora da área. O Gana empatou aos 73, com Derrick Luckassen, após revisão do VAR. Mas aos 83, Nikola Vlasic cabeceou um canto de Luka Modric e garantiu a vitória croata. A Croácia ficou em segundo, com seis pontos; o Gana, com quatro, passou como um dos melhores terceiros.
Os resultados definiram duelos que interessam à lusofonia: a Croácia enfrentará Portugal nos 16 avos, reedição do confronto do Euro 2024. A Inglaterra pegará a RD Congo e, se avançar, pode cruzar com o Brasil nos quartos, conforme o chaveamento — cenário que agita as análises em Lisboa e no Rio. O Gana medirá forças com a Colômbia.
Apesar da liderança, o desempenho inglês deixou dúvidas. Foram três tempos consecutivos sem marcar (contra o Gana e o primeiro tempo deste jogo), e o ataque só fluiu em bolas paradas. “Fizemos o que tínhamos a fazer”, resumiu Tuchel. “Os jogos vão ficar maiores e nós vamos ser melhores.” A escassez de criatividade diante de blocos baixos é apontada por analistas na Europa como um problema a corrigir antes do confronto em Atlanta.
| Imprensa europeia continental | −0.20 | neutral |
|---|---|---|
| Imprensa latino-americana | +0.30 | aligned |
England wins, but without flair: the German commentary deflates enthusiasm with a technical lens, stressing that the result does not erase the limitations shown.
It downplays the significance of England's victory through a detailed analysis of weaknesses, balancing the positive outcome (group win) with a critical assessment of the performance.
The context of Ghana's match and Croatia's path is not mentioned, even though they are part of the same World Cup day.
France dominates and wins: the Latin American report extols the result without reservations, presenting group leadership as an indisputable fact.
It adopts an assertive, unambiguous tone, emphasizing success and omitting any element that could tarnish the winning narrative.
No mention is made of England's or Croatia's matches, even though they are events of the same day, nor is the French performance compared to others.
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