
Suíça elimina Colômbia nos pênaltis e volta às quartas de final após 72 anos
Com atuação decisiva do goleiro Kobel, europeus vencem por 4-3 nas penalidades e enfrentarão a Argentina de Messi em Kansas City.
Ruben Vargas converteu a cobrança decisiva e a Suíça pôs fim a um jejum de 72 anos sem alcançar as quartas de final de uma Copa do Mundo. Após 120 minutos de um 0 a 0 tenso e de poucas chances claras no BC Place, em Vancouver, o goleiro Gregor Kobel defendeu o pênalti de Cucho Hernández e viu Davinson Sánchez acertar o travessão, assegurando o triunfo suíço por 4 a 3 na disputa de pênaltis. A partida, a última desta edição do torneio fora dos Estados Unidos, foi acompanhada por uma multidão majoritariamente colombiana, que transformou o estádio canadense em um caldeirão amarelo.
O tempo regulamentar e a prorrogação expuseram duas equipes que se anularam taticamente. A Colômbia, invicta e com apenas um gol sofrido em quatro jogos, teve a iniciativa nos primeiros minutos e exigiu grande defesa de Kobel em chute de Gustavo Puerta. A Suíça respondeu com Fabian Rieder e Dan Ndoye, ambos parados pelo goleiro Camilo Vargas. No segundo tempo, o jogo se fragmentou em faltas e imprecisões, sem que nenhum dos lados conseguisse impor seu ritmo. A melhor oportunidade surgiu já no segundo tempo da prorrogação, quando Jaminton Campaz, sozinho diante de Kobel após erro de Granit Xhaka, isolou por cima do travessão. Minutos antes, Jhon Lucumí cabeceara na trave colombiana.
Na perspectiva da imprensa sul-americana, a eliminação da Colômbia foi recebida como um desfecho cruel para uma campanha defensivamente sólida, mas que careceu de um finalizador. A ausência de um centroavante de ofício foi apontada como fator limitante, especialmente diante da retranca suíça. Já analistas europeus destacaram a resiliência de uma Suíça desfalcada de sua jovem estrela Johan Manzambi, lesionado, e que mesmo sem brilho ofensivo conseguiu controlar Luis Díaz e James Rodríguez, recordista de partidas pela seleção cafetera. A vitória suíça foi celebrada como um feito histórico, igualando as campanhas de 1934, 1938 e 1954, mas com a particularidade de ter disputado mais partidas do que em qualquer uma daquelas edições.
Com a classificação, a Suíça enfrentará a Argentina no próximo sábado, no Arrowhead Stadium, em Kansas City. Será o reencontro com Lionel Messi, que horas antes liderara a virada argentina sobre o Egito. Para os suíços, a partida representa a chance de superar pela primeira vez a barreira das quartas de final. Para a América do Sul, a queda da Colômbia deixa a Argentina como única representante da Conmebol ainda viva no torneio, um cenário que, na visão de observadores em Lisboa e no Rio de Janeiro, amplia a pressão sobre os atuais campeões mundiais.
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A Colômbia joga pela sua história futebolística, buscando igualar sua melhor atuação do Brasil 2014, enquanto o árbitro salvadorenho Iván Barton gera controvérsia.
Ao enfatizar repetidamente a façanha única da Colômbia de jogar nos três países anfitriões e enquadrar a partida como uma oportunidade histórica, o bloco cria um senso de destino e orgulho nacional, enquanto o foco no árbitro controverso externaliza uma possível falha.
O bloco omite a sequência histórica de três vitórias consecutivas da Suíça e sua solidez defensiva, o que equilibraria a narrativa.
A partida é um duelo tático entre a criatividade colombiana e a organização disciplinada suíça; o resultado dependerá da execução.
Ao enquadrar a partida como um choque de estilos e focar nos detalhes táticos, o bloco se posiciona como um observador imparcial, fazendo com que suas previsões pareçam baseadas em avaliação racional em vez de viés.
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A Suíça obteve três vitórias consecutivas pela primeira vez e busca uma rara quartas de final, contando com sua solidez defensiva.
Ao citar repetidamente as três vitórias consecutivas da Suíça e sua resiliência defensiva, o bloco constrói um caso de superioridade suíça e enquadra a partida como uma continuação de seu impulso histórico.
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