
Brasil inicia caminhada no mata-mata diante de um Japão que já provou ser pedra no sapato
Líder do Grupo C, a seleção brasileira enfrenta o Japão, vice do Grupo F, nos 16 avos de final do Mundial 2026, em Houston, carregando 11 vitórias em 14 duelos, mas também a memória de uma derrota recente.
O pontapé inicial no NRG Stadium, em Houston, às 14h de Brasília desta segunda-feira, marca a estreia do Brasil na fase eliminatória do Mundial de 2026. Do outro lado do campo estará um Japão que chega invicto e com a confiança de quem, há menos de um ano, derrubou a Canarinha por 3-2 num amistoso em Chofu. O vencedor do duelo, válido pela chave 9 dos 16 avos de final, terá pela frente Costa do Marfim ou Noruega nas oitavas, em Nova Jérsia.
A campanha brasileira no Grupo C foi de crescimento gradual. Após um empate em 1-1 com Marrocos que gerou críticas na imprensa de Brasília e do Rio de Janeiro, a equipa de Carlo Ancelotti embalou com duas goleadas por 3-0, sobre Haiti e Escócia. Vinícius Júnior, com quatro golos, e Matheus Cunha, com três, concentraram todo o poder de fogo de um ataque que ainda celebrou o regresso de Neymar, utilizado por alguns minutos diante dos escoceses. Já o Japão, segundo colocado do Grupo F, somou cinco pontos sem conhecer a derrota: empatou 2-2 com os Países Baixos, goleou a Tunísia por 4-0 e fechou com um 1-1 frente à Suécia. Apesar das ausências de Kaoru Mitoma e Wataru Endo, os comandados de Hajime Moriyasu distribuíram os sete golos da fase de grupos por cinco jogadores diferentes, sinal de um coletivo que não depende de uma única estrela.
O histórico geral é amplamente favorável ao Brasil, com 11 vitórias, dois empates e apenas uma derrota em 14 confrontos. Contudo, observadores na Ásia sublinham que esse único revés, o 3-2 de outubro de 2025, revelou uma seleção japonesa capaz de reagir mesmo quando esteve a perder por 2-0. Na perspetiva de analistas europeus, o duelo opõe dois estilos ofensivos: a criatividade individual brasileira, que produziu seis dos sete golos ainda no primeiro tempo, contra a paciência nipónica, que marcou cinco dos seus sete tentos na etapa complementar. A imprensa indonésia, por sua vez, destaca que o Japão nunca ultrapassou os oitavos de final em oito participações consecutivas, enquanto o Brasil, único país presente em todas as 23 edições do torneio, persegue o hexacampeonato que lhe escapa desde 2002.
Ancelotti deverá repetir a formação que goleou a Escócia, com Rayan mantido no ataque ao lado de Vinícius Júnior e Matheus Cunha, já que Raphinha continua a recuperar de uma lesão muscular. Do lado japonês, a principal dúvida é a condição física de Takefusa Kubo, que saiu lesionado na fase de grupos, mas a provável equipa contará com Ayase Ueda e Daichi Kamada, ambos com dois golos no torneio, como referências ofensivas. A expectativa, partilhada por comentadores brasileiros e asiáticos, é de um jogo aberto e com oportunidades de golo para os dois lados.
A transmissão no Brasil será feita pela TV Globo, SBT, SporTV e canais digitais como CazéTV e GE TV. Em Portugal e nos países africanos de língua oficial portuguesa, o jogo poderá ser acompanhado através das plataformas internacionais detentoras dos direitos. O desfecho em Houston definirá se o Brasil mantém a tradição de nunca ter caído nos 16 avos de final — fase introduzida no novo formato de 48 seleções — ou se o Japão escreve o capítulo mais surpreendente da sua história em Copas.
| Imprensa latino-americana | +1.00 | aligned |
|---|---|---|
| Imprensa do Sudeste Asiático | −0.30 | critical |
O Brasil triunfa e celebra com uma alfinetada irônica em quem duvidou.
A notícia é personalizada através de uma anedota entre duas figuras públicas, transformando uma partida de futebol em uma vingança pessoal.
Não é mencionado o desempenho do Japão nem as ambições da equipe nipônica, reduzindo a partida a um mero triunfo brasileiro.
South Korea's failure at the World Cup casts a shadow over the competition, as Japan and Brazil face off.
Attention is shifted from the ongoing match to the failure of a neighboring team, creating a context of regional disappointment.
No information about the Brazil-Japan match is reported, replaced by coverage of Korea's failure.
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