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Ciência e Saúdesexta-feira, 19 de junho de 2026

Gripe aviária H5 é detectada na Austrália e agora está em todos os continentes

O vírus foi identificado num mandrião-antártico, ave migratória, na costa oeste do país, elevando os alertas para a fauna silvestre e o setor avícola global.

A Austrália confirmou no sábado (20) o primeiro caso de gripe aviária H5 no continente, ao detetar a estirpe H5N1 num mandrião-antártico, ave marinha migratória, encontrada na costa sudoeste do país. Com a confirmação, a variante de alta patogenicidade passa a estar presente em todos os continentes, depois de já ter provocado mortalidades elevadas em aves e mamíferos globalmente desde 2021.

A ministra da Agricultura, Julie Collins, considerou a descoberta «desapontante, mas não inesperada», e sublinhou que, até agora, não há evidências de infeção em explorações avícolas. As autoridades convocaram uma reunião de emergência e estão a reforçar a vigilância costeira. O primeiro-ministro Anthony Albanese descreveu o caso como preocupante e assegurou que estão a ser tomadas medidas de contenção, incluindo a possível imposição de ordens de confinamento na avicultura de ar livre.

Para o Brasil, maior exportador de carne de frango, a disseminação do vírus a todos os continentes aumenta a pressão sobre os controlos sanitários e o comércio internacional. Em Portugal, onde já se registaram surtos de gripe aviária, as autoridades acompanham o caso australiano no quadro da vigilância europeia. Do ponto de vista da conservação, a chegada do H5N1 à Austrália preocupa os especialistas, devido à vulnerabilidade de espécies como o cisne-negro — que carece de defesas imunológicas — e o diabo-da-tasmânia, que se alimenta de carcaças.

Os resultados das análises em curso, esperados nos próximos dias, dirão se houve dispersão local do vírus. O governo australiano já investiu mais de 11 milhões de dólares australianos em preparação e resposta. À população recomenda-se que evite tocar em aves doentes ou mortas e que comunique os avistamentos às autoridades.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Imprensa atlântica / anglosfera/ Segurança
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A Austrália confirmou seu primeiro caso continental de gripe aviária H5, um vírus mortal que agora atingiu todos os continentes. A ave marinha infectada foi encontrada em uma área remota da Austrália Ocidental, e as autoridades estão em alerta. A detecção encerra o status de continente livre do vírus e levanta preocupações sobre uma possível disseminação para aves domésticas e selvagens.

Imprensa europeia continental/ Mediterrânea
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Um primeiro caso de gripe aviária H5 foi detectado no continente australiano, mas as autoridades garantem que não há sinais de mortalidade em massa nem infecção em aves domésticas. A ministra enfatizou que a situação está sob controle e não representa uma ameaça imediata à agricultura.

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sexta-feira, 19 de junho de 2026

Gripe aviária H5 é detectada na Austrália e agora está em todos os continentes

O vírus foi identificado num mandrião-antártico, ave migratória, na costa oeste do país, elevando os alertas para a fauna silvestre e o setor avícola global.

A Austrália confirmou no sábado (20) o primeiro caso de gripe aviária H5 no continente, ao detetar a estirpe H5N1 num mandrião-antártico, ave marinha migratória, encontrada na costa sudoeste do país. Com a confirmação, a variante de alta patogenicidade passa a estar presente em todos os continentes, depois de já ter provocado mortalidades elevadas em aves e mamíferos globalmente desde 2021.

A ministra da Agricultura, Julie Collins, considerou a descoberta «desapontante, mas não inesperada», e sublinhou que, até agora, não há evidências de infeção em explorações avícolas. As autoridades convocaram uma reunião de emergência e estão a reforçar a vigilância costeira. O primeiro-ministro Anthony Albanese descreveu o caso como preocupante e assegurou que estão a ser tomadas medidas de contenção, incluindo a possível imposição de ordens de confinamento na avicultura de ar livre.

Para o Brasil, maior exportador de carne de frango, a disseminação do vírus a todos os continentes aumenta a pressão sobre os controlos sanitários e o comércio internacional. Em Portugal, onde já se registaram surtos de gripe aviária, as autoridades acompanham o caso australiano no quadro da vigilância europeia. Do ponto de vista da conservação, a chegada do H5N1 à Austrália preocupa os especialistas, devido à vulnerabilidade de espécies como o cisne-negro — que carece de defesas imunológicas — e o diabo-da-tasmânia, que se alimenta de carcaças.

Os resultados das análises em curso, esperados nos próximos dias, dirão se houve dispersão local do vírus. O governo australiano já investiu mais de 11 milhões de dólares australianos em preparação e resposta. À população recomenda-se que evite tocar em aves doentes ou mortas e que comunique os avistamentos às autoridades.

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A Austrália confirmou seu primeiro caso continental de gripe aviária H5, um vírus mortal que agora atingiu todos os continentes. A ave marinha infectada foi encontrada em uma área remota da Austrália Ocidental, e as autoridades estão em alerta. A detecção encerra o status de continente livre do vírus e levanta preocupações sobre uma possível disseminação para aves domésticas e selvagens.

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Um primeiro caso de gripe aviária H5 foi detectado no continente australiano, mas as autoridades garantem que não há sinais de mortalidade em massa nem infecção em aves domésticas. A ministra enfatizou que a situação está sob controle e não representa uma ameaça imediata à agricultura.

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