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Crime e Desastressegunda-feira, 6 de julho de 2026

Ataques de animais selvagens na Índia, Nepal e Brasil deixam vítimas fatais e sobreviventes

Incidentes distintos expõem a tensão entre comunidades humanas e fauna silvestre, com desfechos que vão da resistência física à tragédia familiar.

Uma série de encontros entre humanos e grandes animais selvagens resultou em mortes e feridos na Ásia e no Brasil. Em Darjeeling, na Índia, uma mulher de 50 anos enfrentou um leopardo com um pedaço de madeira para proteger o neto de oito anos e um cão, segundo autoridades locais. A vítima sofreu fratura no braço, ferimentos na cabeça e múltiplas mordidas, mas conseguiu afugentar o animal. No estado de Gujarat, também na Índia, um homem sobreviveu após ser imobilizado por uma leoa durante cerca de trinta minutos. Especialistas do Instituto de Vida Selvagem da Índia classificaram o comportamento do felino como incomum, notando que a calma da vítima e a possível habituação do animal à presença humana podem ter evitado um desfecho fatal.

No Nepal, um elefante selvagem conhecido como Dhurbe matou uma mulher de 25 anos e o filho de quatro anos na aldeia de Jagatpur, na periferia do Parque Nacional de Chitwan. De acordo com a imprensa nepalesa, o mesmo animal já havia matado os pais do chefe da família catorze anos antes, levando o grupo a mudar-se de região na tentativa de escapar. O elefante, que vive isolado do seu grupo materno, é responsabilizado por pelo menos 25 mortes desde 2010. Após o ataque mais recente, moradores bloquearam uma ponte em protesto, enquanto a administração do parque prometeu restringir a área de circulação do animal.

Na perspetiva de Moscovo, o artista circense russo Askold Zapashny questionou a ideia de que o elefante tenha agido por vingança prolongada, sugerindo que os episódios podem ter sido interpretados como uma perseguição consciente quando, na verdade, seriam encontros repetidos mas não intencionais. Enquanto isso, em Brasília, um lobo-guará foi resgatado pelo Batalhão de Polícia Militar Ambiental após ser atropelado na DF-130, na região de Planaltina. O animal apresentava ferimentos graves e dificuldade para mover as patas traseiras, tendo sido encaminhado para atendimento veterinário especializado. Os casos reacendem o debate sobre a expansão humana sobre habitats naturais e a necessidade de políticas de coexistência.

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segunda-feira, 6 de julho de 2026

Ataques de animais selvagens na Índia, Nepal e Brasil deixam vítimas fatais e sobreviventes

Incidentes distintos expõem a tensão entre comunidades humanas e fauna silvestre, com desfechos que vão da resistência física à tragédia familiar.

Uma série de encontros entre humanos e grandes animais selvagens resultou em mortes e feridos na Ásia e no Brasil. Em Darjeeling, na Índia, uma mulher de 50 anos enfrentou um leopardo com um pedaço de madeira para proteger o neto de oito anos e um cão, segundo autoridades locais. A vítima sofreu fratura no braço, ferimentos na cabeça e múltiplas mordidas, mas conseguiu afugentar o animal. No estado de Gujarat, também na Índia, um homem sobreviveu após ser imobilizado por uma leoa durante cerca de trinta minutos. Especialistas do Instituto de Vida Selvagem da Índia classificaram o comportamento do felino como incomum, notando que a calma da vítima e a possível habituação do animal à presença humana podem ter evitado um desfecho fatal.

No Nepal, um elefante selvagem conhecido como Dhurbe matou uma mulher de 25 anos e o filho de quatro anos na aldeia de Jagatpur, na periferia do Parque Nacional de Chitwan. De acordo com a imprensa nepalesa, o mesmo animal já havia matado os pais do chefe da família catorze anos antes, levando o grupo a mudar-se de região na tentativa de escapar. O elefante, que vive isolado do seu grupo materno, é responsabilizado por pelo menos 25 mortes desde 2010. Após o ataque mais recente, moradores bloquearam uma ponte em protesto, enquanto a administração do parque prometeu restringir a área de circulação do animal.

Na perspetiva de Moscovo, o artista circense russo Askold Zapashny questionou a ideia de que o elefante tenha agido por vingança prolongada, sugerindo que os episódios podem ter sido interpretados como uma perseguição consciente quando, na verdade, seriam encontros repetidos mas não intencionais. Enquanto isso, em Brasília, um lobo-guará foi resgatado pelo Batalhão de Polícia Militar Ambiental após ser atropelado na DF-130, na região de Planaltina. O animal apresentava ferimentos graves e dificuldade para mover as patas traseiras, tendo sido encaminhado para atendimento veterinário especializado. Os casos reacendem o debate sobre a expansão humana sobre habitats naturais e a necessidade de políticas de coexistência.

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