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Argentina já classificada testa reservas e deve poupar Messi contra Jordânia

Com o primeiro lugar do Grupo J assegurado, a seleção argentina encara a eliminada Jordânia em Dallas com time alternativo, de olho na fase eliminatória do Mundial de 2026.

A Argentina chega ao encerramento da fase de grupos com a tranquilidade de quem já cumpriu a missão. As vitórias por 3 a 0 sobre a Argélia e 2 a 0 diante da Áustria garantiram a liderança isolada do Grupo J e a vaga nos dezesseis avos de final. Lionel Messi, autor dos cinco gols da equipe até aqui, conduziu a Albiceleste com atuações decisivas, mas o duelo deste sábado, às 23h (de Brasília), contra a Jordânia, no Dallas Stadium, será essencialmente um laboratório para o técnico Lionel Scaloni.

Na imprensa argentina, a expectativa é de uma rotação massiva. Scaloni já sinalizou que pretende dar minutos a jogadores que pouco atuaram, preservando titulares para o mata-mata. Nomes como o zagueiro Marcos Senesi, os meio-campistas Giovani Lo Celso e Valentín Barco, e os atacantes Giuliano Simeone e José Manuel “Flaco” López, do Palmeiras, despontam como prováveis novidades. A grande dúvida recai sobre Messi: aos 39 anos, o capitão pode iniciar no banco, com Nico Paz cotado para herdar a função de articulador. A decisão final, como de hábito, só será revelada momentos antes da partida.

Analistas em Buenos Aires observam que a estratégia reflete a maturidade de um grupo que aprendeu a dosar esforços. Diferentemente de campanhas passadas, a comissão técnica optou por manter a base de concentração em Kansas City, evitando deslocamentos desnecessários, e só viajará a Dallas após o treino desta sexta-feira. A rotina, que se repetiu antes do jogo contra a Áustria, visa blindar o elenco do desgaste e preservar a estrutura que deu certo. A Jordânia, eliminada após duas derrotas, terá a oportunidade de se despedir do torneio enfrentando os atuais campeões, enquanto a Argentina busca manter o ritmo competitivo sem correr riscos.

O horizonte imediato da Albiceleste passa também pela definição do Grupo H, de onde sairá o adversário da próxima fase. Os confrontos entre Uruguai e Espanha, e Cabo Verde e Arábia Saudita, nesta noite, vão desenhar o caminho argentino nos playoffs. Para observadores europeus, a profundidade do plantel que Scaloni testará contra a Jordânia será um termômetro importante para as ambições de uma seleção que, mesmo com Messi em modo de gestão física, segue apontada como uma das favoritas ao título.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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Imprensa latino-americanaImprensa iraniana e afins
Imprensa latino-americana
TriunfoPragmatismo

Com o primeiro lugar garantido, a Argentina fará rodízio amplo contra a Jordânia, poupando estrelas como Messi e dando chance a jogadores como Flaco López, ainda inéditos. Scaloni gere as energias a pensar nos oitavos, transformando o último jogo do grupo num laboratório sem pressão.

Imprensa iraniana e afins
IroniaVitimismo

Enquanto o mundo celebra os 18 golos de Messi em Mundiais, a imprensa iraniana recua até 2014 e àquele golo aos 91 minutos que destruiu o sonho da seleção persa. A memória agridoce ressurge exatamente quando o capitão argentino pode ser poupado contra a Jordânia, um lembrete de que há feridas que nunca cicatrizam totalmente.

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Atualizado 07:312 idiomas · 8 veículos
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sexta-feira, 26 de junho de 2026

Argentina já classificada testa reservas e deve poupar Messi contra Jordânia

Com o primeiro lugar do Grupo J assegurado, a seleção argentina encara a eliminada Jordânia em Dallas com time alternativo, de olho na fase eliminatória do Mundial de 2026.

A Argentina chega ao encerramento da fase de grupos com a tranquilidade de quem já cumpriu a missão. As vitórias por 3 a 0 sobre a Argélia e 2 a 0 diante da Áustria garantiram a liderança isolada do Grupo J e a vaga nos dezesseis avos de final. Lionel Messi, autor dos cinco gols da equipe até aqui, conduziu a Albiceleste com atuações decisivas, mas o duelo deste sábado, às 23h (de Brasília), contra a Jordânia, no Dallas Stadium, será essencialmente um laboratório para o técnico Lionel Scaloni.

Na imprensa argentina, a expectativa é de uma rotação massiva. Scaloni já sinalizou que pretende dar minutos a jogadores que pouco atuaram, preservando titulares para o mata-mata. Nomes como o zagueiro Marcos Senesi, os meio-campistas Giovani Lo Celso e Valentín Barco, e os atacantes Giuliano Simeone e José Manuel “Flaco” López, do Palmeiras, despontam como prováveis novidades. A grande dúvida recai sobre Messi: aos 39 anos, o capitão pode iniciar no banco, com Nico Paz cotado para herdar a função de articulador. A decisão final, como de hábito, só será revelada momentos antes da partida.

Analistas em Buenos Aires observam que a estratégia reflete a maturidade de um grupo que aprendeu a dosar esforços. Diferentemente de campanhas passadas, a comissão técnica optou por manter a base de concentração em Kansas City, evitando deslocamentos desnecessários, e só viajará a Dallas após o treino desta sexta-feira. A rotina, que se repetiu antes do jogo contra a Áustria, visa blindar o elenco do desgaste e preservar a estrutura que deu certo. A Jordânia, eliminada após duas derrotas, terá a oportunidade de se despedir do torneio enfrentando os atuais campeões, enquanto a Argentina busca manter o ritmo competitivo sem correr riscos.

O horizonte imediato da Albiceleste passa também pela definição do Grupo H, de onde sairá o adversário da próxima fase. Os confrontos entre Uruguai e Espanha, e Cabo Verde e Arábia Saudita, nesta noite, vão desenhar o caminho argentino nos playoffs. Para observadores europeus, a profundidade do plantel que Scaloni testará contra a Jordânia será um termômetro importante para as ambições de uma seleção que, mesmo com Messi em modo de gestão física, segue apontada como uma das favoritas ao título.

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Imprensa latino-americana
TriunfoPragmatismo

Com o primeiro lugar garantido, a Argentina fará rodízio amplo contra a Jordânia, poupando estrelas como Messi e dando chance a jogadores como Flaco López, ainda inéditos. Scaloni gere as energias a pensar nos oitavos, transformando o último jogo do grupo num laboratório sem pressão.

Imprensa iraniana e afins
IroniaVitimismo

Enquanto o mundo celebra os 18 golos de Messi em Mundiais, a imprensa iraniana recua até 2014 e àquele golo aos 91 minutos que destruiu o sonho da seleção persa. A memória agridoce ressurge exatamente quando o capitão argentino pode ser poupado contra a Jordânia, um lembrete de que há feridas que nunca cicatrizam totalmente.

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